Muitos são aqueles que negam o papel civilizatório e impulsionador do verdadeiro progresso da Igreja Católica acusando-A, irracionalmente, de obscurantista, atrasada, retrógrada, inimiga da ciência etc., mas se se derem o trabalho de se locomover até o Oca (Parque do Ibirapuera), portão 3 e dispor de R$ 44,00 poderão ver a exposição “Esplendores do Vaticano” e terão a oportunidade de negar o óbvio diante dos objetos que provam o contrário.
Porém, os admiradores da verdade poderão fortalecer sua fé. É o que se pode depreender da leitura da reportagem que abaixo resumimos: Leia mais…
Luiz Sérgio Solimeo

Os novos bárbaros são o fruto de uma deseducação que recebem da sociedade, das escolas, dos lares destruídos, de uma mídia e uma indústria do entretenimento enlouquecidas.
O mundo ocidental ex-cristão vai afundando num mar de lama, em meio a trevas cada vez mais densas. O vício e o erro são glorificados enquanto a virtude e a verdade perseguidas. Orgulha-se não mais da retidão moral e do primado da razão, mas do libertinismo e do domínio da irracionalidade, da “desconstrução” dos conceitos que sustentam a vida de pensamento.
A crise da família, a perversão da juventude, o crescimento da violência gratuita, sem sentido, ou fruto de uma criminalidade cada vez mais intensa, vai se alastrando mais e mais. Leia mais…
Gabriel J. Wilson

Catedral de Notre Dame de Paris
Plinio Corrêa de Oliveira nada tinha de francês, ao menos quanto ao nascimento e ao sangue. Entretanto, esse brasileiro de quatro costados tinha um parti pris consciente e decidido a favor do espírito francês, como pináculo da civilização europeia.
Como nasceu essa admiração pela França? Por quê? Até que ponto isso marcou a sua personalidade e as suas ideias?
A admiração pela França começou quando o pequeno Plinio a conheceu, ainda criança de uns quatro anos, na viagem que sua família fez à Europa. Foi pouco antes da primeira guerra mundial, nos últimos lampejos da belle époque. Sua mãe, Dona Lucília, padecia de um problema de saúde e a família aconselhou-a a tratar-se na Europa. Na Alemanha, mais precisamente. E com ela seguiram o marido, Dr. João Paulo Corrêa de Oliveira, e as duas crianças: Rosée e Plinio. Leia mais…