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Textos com Etiquetas ‘Dilma Rousseff’

Dilma assina decreto presidencial para instituir e patrocinar evento homossexual

23, maio, 2011 24 comentários

No dia 18 de maio último, a presidente Dilma assinou um Decreto convocando a “II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT” a ser financiada com os “recursos orçamentários da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República”.

Leia o Decreto na integra: Leia mais…

100 dias de governo — mudanças, ambiguidades e expectativas

8, maio, 2011 1 comentário

Decorridos os primeiros 100 dias do governo Dilma Rousseff, muitos se perguntam: o que pensar? Que houve mudanças em relação ao período do presidente Lula é inegável. Qual o alcance delas? São apenas de estilo ou atingem o cerne da política brasileira?

Plinio Vidigal Xavier da Silveira

Tropeçamos em todo momento na mídia – tanto a brasileira como a estrangeira – com afirmações do seguinte teor: “A nova presidente do Brasil, Dilma Rousseff, adota um estilo de governar e uma política totalmente diferentes dos adotados por seu antecessor Lula”. Tal apreciação vai tão longe que já se chegou com certa insistência a dizer que Dilma e Lula estavam rompidos, afirmação prontamente desmentida por ambos.

O que pensar dessa tão apregoada mudança? Já vai longe o tempo em que se tomava a mídia como um oráculo infalível. Hoje podemos questioná-la, confrontá-la com a realidade, analisar suas posições, refletir sobre elas. Isso é salutar.

Dilma e Lula desmentiram que estivessem rompidos. Agora os marqueteiros dela torcem para que ocupe a metafórica "cadeira de rainha"...

O cansaço com o governo Lula

A primeira providência é separar o estilo Dilma da política Dilma. Sem negar que por vezes ambos se relacionam, o estilo é mais sujeito à ação de marqueteiros, que visam impressionar favoravelmente o público. Leia mais…

Brasil “dependência colonial” da China?

26, abril, 2011 2 comentários

Dilma Rousseff chegada a Sanya, China, foto Roberto Stuckert-PR

Após uma semana na China, a viagem da presidente Dilma Rousseff amoleceu em matérias de direitos humanos ‒ parece que serão enrijecidos só no Brasil ‒ e concentrou-se no comércio.

Qual foi o balanço?

Um jornal econômico ‒ “Valor” 14.4.2011 ‒ o fez em editorial, apontando para uma inquietante conclusão: o Brasil progride para ser uma colônia comercial da China. Só comercial?

Eis as conclusões principais do jornal: Leia mais…

A Gerente, a Fortaleza e a Tradição

16, abril, 2011 3 comentários

Paulo Henrique Américo

Já faz algum tempo que os jornais resumem com um epíteto o perfil da nova presidente da República: uma gerente. Dilma Rousseff, titular desta gerência, fazendo jus à denominação, está quebrando antigas tradições no País. É o que nos diz a notícia do Estado de São Paulo, 6 de abril de 2011, “Dilma diz que País ‘corrigiu’ o rumo após o regime militar”, por Leonencio Nossa.

Eis o que a presidente-gerente fez, segundo a notícia: “Em uma quebra de tradição militar e de poder, a presidente Dilma Rousseff não recebeu nesta terça-feira, continências durante solenidade de promoção de oficiais das Forças Armadas”. Tradição quer dizer história, cultura e civilização e Dilma é que as representa no Brasil ou, ao menos, deveria representá-las. Leia mais…

O que faltou dizer sobre as eleições brasileiras

4, dezembro, 2010 12 comentários

A opinião pública impôs o debate nas eleições. Será que quererão impor a agenda esquerdista para essa mesma opinião?

Plinio Vidigal Xavier da Silveira

Pronunciamento de Bento XVI poderia ter mudado o resultado das eleições. A fraqueza da oposição e a divisão na CNBB. A maioria dos eleitores não votou em Dilma Rousseff, e o voto contra-Dilma é o mais consistente.

Os resultados da última eleição brasileira foram analisados em letras, números e gráficos por jornalistas, comentaristas, editorialistas, cientistas políticos e outros. Os vários aspectos do pleito foram virados e revirados de modo a formar por vezes uma unidade orgânica, outras vezes um aranzel inextricável.

Entretanto alguns fatores, se não estiveram inteiramente ausentes dos comentários, ficaram ao menos na sombra. E como tais fatores são decisivos para se compreender o resultado das eleições, é necessário pô-los em realce, sob pena de vermos de modo estrábico o que de fato ocorreu naqueles dias atribulados da campanha eleitoral, como também o seu desfecho.

Para tal, alguns pressupostos são indispensáveis. Contamos com o interesse e a benevolência do leitor para nos acompanhar nesse caminhar necessário, que chega por fim a conclusões esclarecedoras.

A poderosa influência católica nas mentalidades

Dentro da escola de pensamento que nos foi legada por Plinio Corrêa de Oliveira, cumpre primeiramente conhecer bem o terreno que vamos trilhar, para não acontecer que venhamos a pisar em falso. O terreno, no caso, é a opinião pública brasileira.

As estatísticas falam por si

A mídia e os institutos de pesquisa timbram de modo geral em pôr ao alcance de seus leitores dados que mostram a decadência da prática e sentimento católicos na população. Estatísticas que apontavam o Brasil com mais de 90% de católicos, na década de 1950, hoje nos dizem melancolicamente que essa porcentagem caiu a 70%, ou talvez menos.

De um lado não há como negar essa realidade, mesmo porque muitos católicos, não encontrando mais na pregação de sacerdotes aggiornati o pão da verdadeira doutrina tradicional, procuram refúgio, ainda que equivocadamente, em seitas protestantes e outras.

Mas de outro lado o resultado das pesquisas e conseqüente propaganda midiática, mesmo quando verdadeiro, limita-se à superfície da realidade. Séculos de doutrina e moral católicas influenciaram beneficamente o Brasil, modelando a fundo as mentalidades e os hábitos da população. A tal ponto que mesmo os que se dizem não-católicos ou não-praticantes pensam e agem de fato, em não poucas circunstâncias, como a Santa Igreja lhes ensinou que devem pensar e agir.

Também nesse aspecto mais profundo das mentalidades a corrosão revolucionária se faz sentir, e disso não devemos ter ilusões. Mas o processo aqui é mais lento e menos abrangente do que na superfície, de tal modo que coágulos de catolicidade e bom senso permanecem com maior ou menor intensidade nas almas, dependendo do indivíduo, das famílias, da região. Só muito lentamente eles vão se dissolvendo pela ação revolucionária, ao longo dos anos, das décadas, quiçá dos séculos.

Rejeição ao aborto: bandeira de uma luta mais vasta

Nessas circunstâncias Leia mais…

A censura, o controle do conservadorismo e o pranto de Dilma

22, novembro, 2010 9 comentários

Que rumo tomará o novo governo? Como explicar a pressa em censurar a mídia e controlar a onda conservadora?

Elias Pereira

Ontem, enquanto tomávamos o café da manhã, um amigo me alertou para notícia de O Estado de S. Paulo (19/11, versão digital). A reportagem dizia respeito ao primeiro encontro da presidente eleita com o Diretório Nacional do PT. Meu amigo chamava a atenção para três pontos: o esforço para controlar os meios de comunicação, as medidas diante do conservadorismo da sociedade e o pranto de Dilma Roussef.

1 – Sobre o controle social da mídia, o mesmo que temos visto nas últimas semanas: uma tentativa de censura sob pretexto de “democratizar a mídia” e proteger os “direitos humanos”. (saiba mais).

2 – O 2º turno das eleições presidenciais revelou uma opinião pública maciçamente contra o aborto, sedenta de princípios morais. Em suma conservadora, no bom sentido da palavra. Diante disso, o presidente do partido disse que é preciso “um debate qualificado acerca do conservadorismo” na sociedade. Para quem a censura e o controle social é uma “democratização”, o que significa “debate qualificado”?

3 – Dilma Roussef chorou. Emoção do encontro com a “militância”? Muitas barreiras da opinião pública à implantação do programa radical do partido, como aborto, homossexualismo e PNDH-3?

Fico nas perguntas, pois parece cedo para uma resposta definitiva. Apenas espero que amanhã haja liberdade para tentar respondê-las.

P.S. 1: Ah, lembro que este site, no dia em que começou a campanha nacional contra o PNDH-3, teve sua página bloqueada. Ao se contactar o provedor para saber o que tinha havido, obteve-se que “bloqueamos pois recebemos um comunicado oficial sigiloso, vindo de Brasília, para suspender o site”. Isso ocorreu em 25 de Março de 2010. Mas isso são outros quinhentos… Leia mais…

A grande questão: o governo Dilma fará a Reforma Agrária Socialista e Confiscatória, tão esperada pelas esquerdas?

10, novembro, 2010 2 comentários

Atilio Faoro

João Pedro Stédile, no 5º Congresso do MST contra o latifúndio e as transnacionais.

Passado o período eleitoral, começam a emergir perguntas sobre o perfil e as metas do futuro governo de Dilma Roussef. Nada mais natural.

Da parte da esquerda – de todos os matizes – a preocupação volta-se para um ponto que, para eles, é essencial: o futuro governo fará uma Reforma Agrária profunda e radical, que acabe com o poder do agronegócio e do chamado latifúndio?

Uma primeira resposta veio do líder máximo do MST, João Pedro Stédile, o qual aliás esteve nos últimos meses, com sua tropa, no seu canto e caladinho, para não atrapalhar a eleição da candidata petista.

Rompendo o silêncio, o dirigente do MST em entrevista à Agência Brasil (2-11-2010), disse acreditar que o governo de Dilma Rousseff terá mais condições políticas do que teve a administração atual de fazer a Reforma Agrária avançar e de atender a outras demandas do setor. “O Lula ganhou as eleições em um quadro de composição de forças muito adversas. Agora, eu acho que há uma composição de forças mais favorável a um programa de centro-esquerda”, ressaltou Stédile.

Pondo o dedo na ferida, Stédile acabou com Leia mais…

Dilma na luta armada

5, novembro, 2010 7 comentários

José Carlos Sepúlveda

Os laços de inequívoca amizade e companheirismo entre Luiz Inácio Lula da Silva e Mahmoud Ahmadinejad, o líder do regime islamo-fascista do Irã, têm despertado em relação ao Presidente explicáveis desconfianças e fundadas críticas, no Brasil e no Exterior.

Jackson Diehl, jornalista do Washington Post, em artigo intitulado “Lula desprezado pelo Irã”, escreveu no seu blog:“O melhor amigo de tiranos no mundo democrático – o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva – foi mais uma vez humilhado por um de seus clientes. No caso o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, o financiador do terrorismo e negador do Holocausto, que Lula literalmente abraçou”.

Ex-guerrilheira e candidata

Diehl, após discorrer sobre a política externa do governo, encerra seu artigo apontando para a disputa eleitoral brasileira: “O mandato de Lula está chegando ao fim; ele faz uma dura campanha a favor de sua escolhida Dilma Rousseff, uma ex-guerrilheira marxista que com ele compartilha afeição por ditadores anti-americanos”.

O articulista coloca o dedo na ferida! Lula – “o melhor amigo de tiranos” – tenta eleger uma ex-guerrilheira marxista, cúmplice ideológica de ditadores.

O quadro é objetivo e grave. Entretanto, parece estar quase completamente ausente da disputa eleitoral, o que não deixa de causar estranheza.

Época rompe o silêncio

A revista Época prestou, nesse sentido, um bom serviço ao esclarecimento do quadro eleitoral, ao estampar em suas páginas uma reportagem dedicada ao passado que a candidata do PT e de Lula não gosta de mencionar: sua participação em organizações da luta armada. Leia mais…

“Afronta o regime democrático”, diz MPE em parecer sobre a apreensão dos panfletos da Diocese de Guarulhos

5, novembro, 2010 4 comentários

Edosn Carlos de Oliveira

"Considero uma afronta ao regime democrático" caracterizar qualquer manifestação política como propaganda eleitoral.

Em parecer assinado no dia 30 de outubro por Sandra Cureau, Vice-Procuradora-Geral Eleitoral, o Ministério Público Eleitoral (MPE), trantado sobre a apreensão do material impresso a pedido da Mitra Diocesana de Guarulhos, considerou que “afronta o regime democrático” caracterizar qualquer manifestação política como propaganda eleitoral.

O folheto intitulado “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras” pede que os eleitores não votem em candidatos de partidos favoráveis à descriminalização do aborto e cita uma série de ações do Governo Federal e do Partido dos Trabalhos para legalizar tal prática monstruosa. O texto está assinado por três bispos da Regional Sul da CNBB.

A coligação “Para o Brasil seguir mudando” e Dilma Rousseff afirmam, em Ação Cautelar, que os panfletos “imputam ao Governo Federal, seu atual representante e à candidata por ele apoiada, Dilma Rousseff, a defesa da legalização do aborto perante a ONU, congressos partidários e Congresso Nacional. Tal panfleto veicula propaganda negativa, ilícita e preconceituosa, atraindo competência e atuação enérgica da Justiça Eleitoral”.

Para o MPE, o “regime jurídico não impede que grupos sociais manifestem suas opiniões ante ao pleito eleitoral e ao posicionamento dos candidatos a cargos eletivos e seus respectivos partidos”, pois, “admitir isso seria o mesmo que incompatibilizar a legislação eleitoral com o próprio regime constitucional”. Leia mais…

Eleições e Popularidade Fictícia

4, novembro, 2010 4 comentários

José Carlos Sepúlveda

Votaram em Dilma 47.651.434 eleitores, de um total de 135.804.433. Ou seja, apenas 35,08% do eleitorado. Onde estão, pois, os mais de 80% de popularidade de Lula?

As previsões, as profecias, as certezas dogmáticas enunciadas pelos “especialistas” das mais variadas áreas anunciavam um desfecho inequívoco para a eleição presidencial: a vitória arrasadora de Dilma Rousseff no primeiro turno e o desbaratamento de qualquer tipo de oposição.

Seria o triunfo, a consagração do lulo-petismo, a vitória de um projeto de poder popular contra “tudo o que aí está”, contra as “elites opressoras” que dominaram o Brasil durante 500 anos.

Popularidade fictícia

Lula e sua candidata eram – e continuam a ser – consagrados nas pesquisas. Mas, como já frisei diversas vezes no Radar da Mídia, trata-se de uma ficção, desmentida sempre que é confrontada com a realidade. Neste caso com a realidade das urnas.

Votaram em Dilma 47.651.434 eleitores, de um total de 135.804.433. Ou seja, apenas 35,08% do eleitorado.

Onde estão, pois, os mais de 80% de popularidade de Lula? Ele que de forma escandalosa – e ilegal – transformou a eleição de Dilma Rousseff em seu virtual terceiro mandato, chegando a subir em palanques, sem a presença de sua pupila, pedindo votos para si, ou que nas propagandas no rádio e na televisão afirmou sem pejo: “Quem vota em Dilma, vota em mim”. Leia mais…