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Textos com Etiquetas ‘Ecologismo’

“Der Spiegel”: não houve aquecimento global e ninguém explica

1, março, 2013 1 comentário

Luis Dufaur

Axel Bojanowski

Nas últimas semanas a mídia europeia, caixa de ressonância como que exclusiva do aquecimentismo, deu sinais de mudar de campo.

A grande revista alemã “Der Spiegel” saiu na frente.

Seu jornalista de ciência, Axel Bojanowski, publicou o artigo“Alterações climáticas: cientistas perplexos com a parada do aquecimento global”, no qual revelou:

“A palavra já corria havia algum tempo de que o clima está se desenvolvendo de maneira diferente do que o previsto anteriormente. Quantos anos mais de estagnação são necessários para os cientistas repensarem suas previsões de aquecimento futuro?”, indagou.

“Quinze anos sem aquecimento estão agora atrás de nós, registrou Bojanowski. A estagnação das temperaturas médias globais próximas à superfície mostra que as incertezas nos prognósticos climáticos são surpreendentemente grandes. O público está agora à espera, em suspense, para ver se o próximo relatório do IPCC da ONU, marcado para setembro, vai discutir ou parar o aquecimento”. Leia mais…

ONG verde profetiza: apocalipse aconteceu há pouco. Mas, nós nem soubemos!

22, fevereiro, 2013 15 comentários

Luis Dufaur

O ex-frei Leonardo Boff, teólogo do panteísmo verde, deu a "catastrófica" notícia em discurso no Dia da Terra na ONU

Não é piada. Pretende ser algo muito sério. A ONG Global Footprint Network – GFN anunciou que no dia 22 de agosto a humanidade acabou de consumir todos os recursos naturais que o planeta é capaz de produzir num ano.

Essa data fatídica, estipulada a partir de cômodos escritórios governamentais e de saborosos restaurantes pagos pelos impostos dos cidadãos, foi levada muito a sério pelo jet-set ambientalista.

O dia foi batizado de “Global Overshoot Day”, ou o “Dia da ultrapassagem”.

O ex-frei Leonardo Boff, que de teólogo pró-marxista passou sem renegar seu passado a teólogo do extremismo verde, tem explorado essa data até em discursos na ONU.

A claque “verde” rasgou as vestiduras diante daquilo que o pretensamente sério diário socialista parisiense “Le Monde” qualificou de “má notícia para o planeta”.

O catastrofismo do GFN e dos que dizem acreditar em seus prognósticos acrescenta outro elemento indutor ao pânico: o “dia da ultrapassagem” está acontecendo cada vez mais cedo. Leia mais…

Orson Welles e os ambientalistas

4, dezembro, 2012 7 comentários

Orson Welles lançou em 1938 uma das maiores patranhas da História. Lembramo-nos de Welles quando pensamos no ecologismo, e lembramo-nos do ecologismo quando pensamos em Welles

Leo Daniele

No dia 1o de novembro de 1938, o trauma: a rádio americana CBS transmite, aparentando a maior objetividade informativa, a célebre notícia de que marcianos haviam invadido a Terra e estavam em Nova Jersey (USA).

O assunto era mais sério do que pode parecer. O tom era alarmante. Muitos ouvintes entraram em pânico e começaram a fugir de suas casas ao ouvir os boletins, narrados de maneira genial pelo ator Orson Welles.

Alguns ouvintes contaram o que aconteceu:

Um estudante: Cheguei à conclusão de que não havia nada a fazer. Imaginamos que nossos parentes e amigos haviam morrido. Percorri quilômetros em 35 minutos sem saber o que fazia… Uma doméstica: Senti qualquer coisa de terrível e fui tornada de pânico… Decidimos sair, levamos mantas.  Um frentista: O locutor foi asfixiado, por ação dos gazes: a estação calou-se. Procuramos sintonizar outra emissora, mas em vão… Enchemos o depósito do carro e preparamo-nos para fugir, o mais depressa possível… Um pai: Quando o locutor disse - abandonem a cidade!agarrei o meu filho nos braços, e precipitei-me, pela escada abaixo… etc. etc. Leia mais…

As sirenes esganiçadas dos ecologistas e seus alarmes falsos

12, novembro, 2012 2 comentários

James Lovelock , o pai da “hipótese Gaia”, chegou a afirmar que bilhões de homens iam morrer até o fim do século passado por causa do aquecimento global. Clique na foto e leia o livro-denúncia

Leo Daniele

Ah! a fome no mundo! Desde a Revolução Francesa, multidões gritando “pão” derrubam tronos e desencadeiam as revoluções. E, hoje em dia, outro não é o grito da esquerda. Por exemplo:

● Em 1968, Paulo R. Ehrlich alarmou o mundo com seu livro “The Population Bomb”, cuja tese principal era a de que os recursos do planeta não seriam suficientes para atender a uma população em crescimento.

Seu livro e suas previsões tornaram-se célebres. Uma delas: “Até o ano 2000, o Reino Unido será simplesmente um pequeno grupo de ilhas empobrecidas, habitadas por cerca de 80 milhões de famintos”. Eis um gênero de terrorismo: o eco-terrorismo. Seu livro previa que centenas de milhões de pessoas morreriam de fome nas décadas seguintes, em consequência da superpopulação. Deu no que deu.

Em 2004, o mesmo autor é obrigado a reconhecer ter ficado “agradavelmente surpreendido” pelas mudanças na situação do mundo que desmentiram as sombrias previsões de seu livro.[2]

● James Lovelock[3], (foto), o pai da “hipótese Gaia”, havia chegado a afirmar que bilhões de homens iam morrer até o fim do século passado [séc. XX], e que os poucos que sobrevivessem iriam para o Ártico, onde o clima ainda seria tolerável. Agora ele reconheceu ter ido além do que podia. Para ele “o problema é que não sabemos o que o clima vai fazer. Há 20 anos achávamos que sabíamos. Isso nos levou a escrever alguns livros alarmistas ‒ o meu inclusive ‒ porque parecia evidente, mas não aconteceu”.[4]

● Guy R. McPherson, professor de Biologia Leia mais…

Igualitarismo: Redução ao absurdo

8, outubro, 2012 4 comentários

Leo Daniele

Sonhei. Confesso que foi um sonho muito singular! Vi um comício de…  insetos.

O clima estava tenso no meeting.  “Abaixo a discriminação, igualdade, igualdade!”, bradava furiosa uma aranha “enorme”, imponente em sua teia regular e geometricamente constituída:  “Protegem os mamíferos. Os animais grandes por acaso são racionais? Ou são como nós, corpos sem espírito? Por que o Código Penal os protege, e nada diz em nosso favor? Vejam esta: um casamento de cães e a dona gastou na festa 500mil reais![1] Para nós, é só inseticida.

A traça gritava: “Cultura, cultura, precisamos de mais livros”. (Para que, hein? Como se sabe, as traças se alimentam das publicações). Um louva deus da TLI (Teologia da Libertação dos Insetos) dizia: gente, gente: união, união. Somos todos irmãos, somos todos iguais. O comitê das pulgas ostentava um cartaz em que se lia: “Mamíferos gigantes (os homens), não se cocem pois nos atrapalha”… Saúvas vermelhas exclamavam: pensam  que não percebemos que entre os homens há vermelhos que nos invejam? Então, por que calcam o pé sobre nós? Será que é só porque temos rainhas? Insetos de todo mundo, uni-vos! Leia mais…

A cada três dias aparece uma nova espécie na Amazônia: razão de alegria ou pretexto de dirigismo invasor?

22, setembro, 2011 2 comentários

Luis Dufaur

Drosera amazonica, encontrada em 2009

A organização ambientalista internacional WWF (World Wide Fund for Nature) elaborou extensa compilação das mais de 1.200 novas espécies de animais e vegetais descobertas na Amazônia na última década.

A divulgação do relatório foi noticiada pela BBC Brasil.

Segundo o estudo intitulado “Amazon Alive!”, entre 1999 e 2009, uma nova espécie foi achada a cada três dias na região.

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O Planeta “conspira” contra os ambientalistas?

10, setembro, 2011 4 comentários

Marcos Luiz Garcia

Há anos a mídia vem noticiando catastrofisticamente que a água do planeta corre o risco de  acabar.

A própria CNBB, sempre afinada com o movimento ecologista, escolheu o tema A Água para a Campanha da Fraternidade de 2004, visando conscientizar a população sobre a necessidade de preservar a água do planeta.

Some-se ainda uma infinidade de programas de TV, sites, cartazes, avisos afixados em aeroportos e locais de parada etc., insistindo na economia de água para salvar o planeta.

Não negamos que a água deva ter um uso civilizado, sem desperdício, suficiente para uma boa limpeza.   O que não há é motivo para o catastrofismo ecologista. Leia mais…

O fim mundo não chegou e os pólos não derreteram, mas o ambientalismo pode congelar o Brasil

4, julho, 2011 8 comentários
Montevideu: cartazes anunciando fim do mundo

Luis Dufaur

Os profetas do derretimento da calota antártica estão passando tão mal quanto o pastor Harold Camping que profetizou o fim do mundo para 21 de maio de 2011, comentou, não sem bastante ironia, em sua coluna na revista “Forbes”, James M. Taylor, membro sênior da política ambiental do Instituto Heartland.

Há poucas semanas, o “Palm Beach Post” republicou um artigo escrito no ano de 1979 por Steven Schneider, um dos mais destacados alarmistas do aquecimento global dos últimos 30 anos. Leia mais…

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Belezas criadas remetem para a Beleza suprema

30, abril, 2011 2 comentários

Gregório Vivanco Lopes

Quando os ecologistas criticam os males da revolução industrial — fumaça, ruídos de motores, odores pestilenciais, sujeira de graxa, etc — pode-se até concordar com eles. Não é possível acompanhá-los, porém, na doutrina miserabilista e anticivilizatória que elaboraram, e para cujos fins trabalham. Seus iniciados mais recônditos chegam mesmo a divinizar a natureza e a revoltar-se contra o Criador.

O tema fica apenas enunciado, não é aqui o lugar de explaná-lo. Queremos somente atrair a atenção do leitor para o fato de que essa doutrina anticatólica leva a uma péssima conseqüência prática, aceita pela generalidade dos ecologistas: ao referirem-se à natureza, omitem o fator beleza, portam-se como cegos em relação às maravilhas que Deus criou. Leia mais…

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Animalismo

12, abril, 2011 5 comentários

Ralph Rosário Solimeo


Vô! Bicho tem alma? Bicho vai pro Céu?

Uma das correntes mais atuantes do ambientalismo radical é o animalismo. Divididos em vários grupos, alguns disfarçadamente pregando a sua ideologia através de dietas vegetarianas, de desenhos animados, de programas de TV sobre a natureza, de filmes, como o AVATAR, outros agressivos, como certas ONGs de defesa das mais variadas espécies de animais, que não se importam em por em risco o sustento e a vida das pessoas, com ações violentas e abusadas.

Estes grupos animalistas, no fundo, são adeptos de religiões, geralmente orientais, que defendem a idéia de que todo ser vivo tem a mesma origem na natureza, evoluindo de uma espécie para outra: o homem seria o final dessa cadeia.

Segundo essas religiões, a cada morte, ocorre uma transformação, em que a alma do morto volta para o corpo de outro ser. Assim, ao morrer o homem, sua alma voltará para a natureza, “encarnada” numa planta, num inseto ou numa vaca, por exemplo, iniciando uma nova cadeia de transformações. Negando a ação criadora de Deus, consideram as plantas, os animais e os homens portadores dos mesmos direitos. Leia mais…