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Textos com Etiquetas ‘Família’

O relatório de Patricia Morgan sobre o “casamento” homossexual

20, março, 2013 4 comentários

Extraído do blog de Jeanne Smits

A especialista britânica de política familiar, Patrícia Morgan, submeteu à comissão da Câmara dos Comuns encarregada de examinar a lei de legalização do “casamento” homossexual, atualmente em vias de adoção em vários países membros da União Européia, um relatório mostrando os efeitos negativos de uma tal lei sobre o casamento e a família.

O relatório foi encomendado pela mais antiga e importante associação pro-vida britânica, SPUC, em nome da qual a Sra. Morgan, autora de numerosos livros e estudos universitários, foi encarregada de esclarecer a comissão que recebe atualmente as opiniões sobre o projeto de lei.

Patrícia Morgan fundamentou-se na experiência dos Estados onde o “casamento” homossexual foi legalizado — Suécia, Noruega, Dinamarca, Holanda, Espanha, o Canadá e os Estados Unidos. Leia mais…

Novelas: a “educação” de sua família feita por uma rede de televisão

13, março, 2013 35 comentários

Está provado que as novelas moldam a moral brasileira.

Veja no fim da reportagem como fazer um protesto contra a novela das 21 hs, prevista para estrear no fim do semestre, que abordará a  bissexualidade.

Muitos brasileiros já sabem pelo menos o nome da recente novela das 21hs. E não foi preciso completar a frase com “da globo”, para que o leitor pensasse: “Salve Jorge” (coitado de São Jorge).

A Rede Globo, historicamente a maior produtora de novelas diárias da televisão brasileira, tem índices altíssimos de audiência nos horários correspondentes a tais novelas, de modo especial aquelas que atingem um grande público e fazem mais sucesso, como a penúltima história das 21hs, “Avenida Brasil” em que, só para lembrar, a vilã imoral e perversa aparecia como uma católica ativa para disfarçar sua real personalidade.

Justamente pela hegemonia da Rede Globo na produção de telenovelas, ela tem um papel fundamental nas questões abordadas sutilmente nas tramas que, aos poucos, começam a integrar tendências, mentalidade e comportamento dos brasileiros. Vale ressaltar o papel de Dias Gomes, auto-declarado militante de esquerda, que em seu livro “Apenas um subversivo” afirmou várias vezes sua intenção de escrever tramas que disseminassem ideais que são abertamente anti-cristãos. Vejam só o que ele escreveu a respeito de suas novelas:

“Iniciava Verão Vermelho, ambientada na Bahia, entre coronéis,
jagunços, capoeiristas e poetas populares,  e abordando tema até
então tabu entre nós, o divórcio – p. 258″
Verão Vermelho foi exibida em 1969.

“”Iniciei Assim na Terra como no Céu, uma critica bem
humorada ao estilo de vida ipanemense, com seus boas-vidas
e seus cafajestes, e também abordando outro tema polêmico,
o celibato dos padres”

-p.258 – Esta novela foi ao ar em 1970

‘Eu prometo’, (de 1984) com a ajuda de uma jovem escritora em início
de carreira, Glória Perez “-
p. 319 – Podemos perceber com quem
Glória Perez aprendeu a escrever novelas…

Essas considerações não são especulações, ou pré-conceitos daqueles que não se interessam pelas histórias retratadas nas telenovelas há mais de 40 anos. Mas sim resultados de uma pesquisa coordenada por um economista do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Alberto Chong, que demonstra a capacidade das telenovelas em interferir diretamente em questões morais fundamentais da família, no caso específico desta pesquisa: fertilidade e divórcio.

Já em 1970 a Globo investia fortemente em tratar de temas diretamente anti-cristãos, como foi o caso de "Malu Mulher", que abordava divórcio, baixo índice de fertilidade e aborto.

“Percebemos que, quando a protagonista de uma novela era divorciada ou não era casada, a taxa de divórcio aumentava, em média, 0,1 ponto porcentual.”

O seriado “Malu Mulher”, que também está nas tramas analisadas pela pesquisa, é um exemplo claro da pretensão dos roteiros em moldar a opinião pública. Malu, personagem principal vivida por Regina Duarte, era uma socióloga divorciada que vive “os dramas” da mulher moderna. Segundo a própria descrição da rede Globo: “O seriado discutia as relações entre homem e mulher; as dificuldades da vida conjugal e da vida profissional; a educação dos filhos; e o conflito de gerações, questões até então inéditas na televisão brasileira. O seriado debatia ainda a condição da mulher emancipada que, diante de uma liberdade recém-conquistada, queria assumir responsabilidades sem precisar se submeter à figura do marido.”

E vejam só quais temas já apareciam na telinha da Globo, em 1970, numa época em que a sociedade brasileira estava muito mais pronta para se defender dos ataques da esquerda e do relativismo que crescia acentuadamente desde maio de 68:

(…) Na segunda temporada, Malu reaparece mais madura e ajustada. Tem um emprego fixo em um instituto de pesquisa, um carro em bom estado, as prestações do apartamento quitadas e uma empregada. Ela começa, então, a pensar em recomeçar sua vida afetiva. O seriado continua falando de temas considerados tabus na época, como virgindade, orgasmo e aborto.”
Fonte: http://memoriaglobo.globo.com/Memoriaglobo/0,27723,GYN0-5273-249902,00.html

Será tudo uma simples coincidência?

Pesquisas demonstram como novelas moldam a sociedade brasileira.

Foram realizados dois estudos com base em 115 novelas exibidas às 19hs e às 20hs, pela Rede Globo, entre 1965 e 1999, sendo a primeira “Rosinha do Sobrado” e a última “Vila Madalena”.

Os estudos: Novelas e fertilidade: evidências do Brasil (2008) e Televisão e divórcio: evidências de novelas brasileiras (2009), indicam que o índice de fertilidade diminuiu drasticamente de 1970 até 2000 em locais onde o sinal da emissora chegava sem problemas: “a taxa total de fecundidade foi de 6,3 em 1960, 5,8 em 1970, 4,4 em 1980, 2,9 em 1991 e 2,3 em 2000”  uma queda de mais de 50% em 40 anos, sendo que esses números continuam caindo, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Fonte: http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=2240&id_pagina=1:

Esses números, como demonstra a pesquisa, convergem com a insistência dos autores em criar histórias nas quais as protagonistas são mulheres bem sucedidas, pois são independentes, podem trabalhar e, por isso, não querem ser mães, não se prendem a sua casa e ao “companheiro”. Esse tipo de personagem aparece constantemente nas novelas da rede globo.

Na recente novela das 18hs, "Lado a Lado", o divórcio era um dos temas chaves da trama.

Desse modo, segundo o censo de 2010, “a taxa de fecundidade (número médio de filhos que teria uma mulher ao final do seu período fértil) caiu de 6,16 em 1940 para 1,90 em 2010, portanto, abaixo do nível de reposição, que é de 2,10 filhos por mulher.” Isso significa que, atualmente, e cada vez mais rápido, a quantidade de crianças que nasce não é suficiente para manter a população estável.
Fonte: http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=2240&id_pagina=1

Além disso, nos lugares onde se captava o sinal da emissora, aumentava o número de divórcios. Menos filhos, mais separações: eis a ideia de família que se constrói a partir das novelas.

Em uma entrevista a Época, Alberto Chong, quando questionado sobre a influência das novelas em relação ao aumento do número de divórcios, respondeu: “Estima-se que as taxas aumentaram de 3,3 em cada cem casamentos em 1984 para 17,7 em 2002, mais do que em qualquer outro país latino-americano [...] Nosso estudo avança na hipótese de que os valores da televisão, mais precisamente das novelas, contribuíram de fato para esse aumento, principalmente a partir do momento em que no Brasil há um alcance desse tipo de programa como em nenhum outro país. A novela é, de longe, a maior atração da TV e é veiculada pela Rede Globo, que tem mantido um domínio quase absoluto do setor por cerca de três décadas. Percebemos que, quando a protagonista de uma novela era divorciada ou não era casada, a taxa de divórcio aumentava, em média, 0,1 ponto porcentual.”
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI26593-15295,00-ALBERTO+CHONG+AS+TELENOVELAS+MOLDARAM+O+BRASIL.html

A ofensa direta aos cristãos e a aceitação do público

Isso sem contar as novelas que abordam temas de âmbitos gerais e religiosos para não parecerem totalmente antagônicas e deturpadoras como foi o caso de “América”, em que se mostravam imagens de Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Guadalupe ao mesmo tempo em que uma personagem da novela, evangélica, era uma promíscua disfarçada. Além disso, abordava-se, mais uma vez, um casal homossexual que gerou polêmica e curiosidade do povo sobre a possibilidade Leia mais…

Mãe inglesa: “Não! Eu vou dar à luz os quatro!” – E todos passam muito bem

12, março, 2013 8 comentários

Luis Dufaur

O casal Robbins com os quadrigêmeos

O casal Martin e Emma Robbins, de 39 e 31 anos, respectivamente, residente em Bristol, na Inglaterra, já tinha um filho – Lucas, 3 – quando ficou sabendo que ganharia o segundo, informou o diário “Daily Mail”.

Mas, depois veio nova informação dos médicos do hospital Saint Michael de Bristol: não vinha um, mas quatro, e quadrigêmeos (dois são gêmeos).

Os médicos vieram então com uma proposta que Emma julgou ofensiva: que seria melhor abortar dois filhos para salvar os outros dois. Leia mais…

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Paraná diz NÃO à psicose ambientalista e acolhe caravana do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

13, janeiro, 2013 13 comentários
Veja vídeo
PARANÁ:
caravana do IPCO
denuncia
PSICOSE AMBIENTALISTA
CLIQUE PARA VER

Daniel F.S. Martins

A Caravana do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está percorrendo todo o estado do Paraná para alertar a população para os principais inimigos da civilização cristã nos dias de hoje.

Além de fazer a defesa da família – combatendo os projetos de lei que promovem o aborto e a agenda do movimento homossexual – os jovens caravanistas estão difundindo o livro PSICOSE AMBIENTALISTA, de autoria do príncipe Dom Bertrand de Orléans e Bragança.

PSICOSE AMBIENTALISTA denuncia a manobra internacional que pretende, à pretexto de defender a natureza, implantar uma nova forma de socialismo, acabar com a produção e a propriedade, e equiparar o homem às plantas e animais, gerando na opinião pública uma verdadeira psicose. Leia mais…

Como vemos nossos filhos?

4, janeiro, 2013 4 comentários

Pe. Anderson Alves

Percebe-se atualmente uma crise educativa cada vez mais intensa. De modo geral, constata-se que o nível médio de educação diminui drasticamente e que o processo formativo dos jovens enfrenta grandes dificuldades. As crianças e os adolescentes aprendem cada vez menos; a autoridade dos professores tende a desaparecer e os jovens, em meio a uma aparente energia, sentem-se sós e desorientados. E isso numa época de incrível desenvolvimento da Pedagogia. Nunca houve tantas pessoas que estudam essa ciência e nunca tivemos tantas teorias pedagógicas como agora.

No Brasil a crise educativa é cada vez mais preocupante, embora tenha eminentes pedagogos. Um recente estudo comparou a educação em 40 países e mostrou que o Brasil (6ª Economia do mundo) ficou em Leia mais…

Quando os alicerces balançam…

9, novembro, 2012 7 comentários

O Brasil é o maior mercado consumidor mundial de crack e o segundo de cocaína e derivados. A ideia de alguns políticos de liberar as drogas é um delírio... ou uma traição

Não faltam motivos para preocupação no Brasil de hoje e, portanto, para que Nossa Senhora chore. A glória de ser a maior nação católica da Terra vai definhando a olhos vistos. E, pior, em grande parte pela ação de muitos daqueles que deveriam ser os paladinos da catolicidade.

Não nos referimos apenas aos numerosos bispos e padres que com pretexto de diálogo e de amor ao próximo põem de lado o caráter militante da Igreja e compactuam com o que há de pior. Mas também aos leigos católicos que se fecham sobre si mesmos e não enfrentam os desafios do mundo moderno, ou então se deixam levar de roldão pelos preceitos da moda.

Com isso tudo, a sociedade brasileira vai degringolando por vários lados, como um prédio em que os alicerces balançam. Apenas exemplificativamente, seguem alguns dados colhidos na imprensa diária.

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Natalidade em declínio — Cada grupo de 10 brasileiras concebem, em média, 17 filhos durante a vida. A fertilidade no Brasil ficou menor do que no Reino Unido (19 filhos), na França (20) e nos Estados Unidos (20). Abaixo de dois filhos por mulher produz-se uma regressão populacional. O número de trabalhadores deve começar a cair na próxima década e, proporcionalmente, aumentar o número de velhos (“Folha de S. Paulo”, 10-9-12).

Drogas envenenam o País — O Brasil é o maior Leia mais…

Revolução gramsciniana: novo conceito de família

2, novembro, 2012 10 comentários

As cartilhas de "educação" sexual nas escolas, o igualitarismo no trato das crianças de ambos os sexos, a "escolha de sexo", etc. são expressões de uma revolução gramsciana que pretende destruir a família.

Heitor Buchaul

O famigerado teórico comunista italiano Antônio Gramsci (1891-1937) desenvolveu o conceito de que a tomada do poder deveria ser precedida por uma mudança na mentalidade das pessoas.

Com essa nova visão, os intelectuais passam a ser os combatentes, o ensino se torna a arma mais importante, e a escola se transforma no campo de batalha.

Para Gramsci, as massas deveriam livrar-se dos “preconceitos e tabus” que faziam parte da visão do mundo da classe dominante.

Não é preciso ser um grande intelectual ou um sociólogo para concluir que, a partir de uma análise da situação atual, o ensino vem se tornado cada vez mais gramsciniano. Exemplo disso são as cartilhas de educação sexual difundidas em diversos países, bem como a questão do gênero, segundo a qual as crianças de ambos Leia mais…

Novo Código Penal – uma nova moral – uma nova religião: Palestra do Pe. Paulo Ricardo

26, outubro, 2012 14 comentários

Palestra promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira sobre novo Código Penal atraiu grande público em 25/10. Veja galeria de fotos ao final deste artigo

Daniel F. S. Martins

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promoveu mais um importante evento no auditório do Club Homs, na Avenida Paulista, em 25 de outubro p.p. Desta vez o conferencista convidado foi o Pe. Paulo Ricardo, que proferiu a brilhante palestra “Reforma do Código Penal – Início da perseguição religiosa no Brasil”.

O Pe. Paulo Ricardo pertence ao clero da Arquidiocese de Cuiabá (MT). É licenciado em Filosofia pelas Faculdades Unidas Católicas de Mato Grosso – FUCMAT, Campo Grande, MS (1987); bacharel em teologia (1991) e mestre em direito canônico (1993) pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma).

O público superlotou o auditório, sendo necessária a utilização de um telão na sala anexa, para que todos os presentes pudessem acompanhar o evento. O experiente palestrante iniciou fazendo um resumo do projeto de novo Código Penal, mostrando como ele impõe aos brasileiros uma nova “moral”, que constitui a negação Leia mais…

Estudo do Ministério da Saúde desmente tese dos pró-aborto e do próprio Ministério

25, outubro, 2012 4 comentários

‘O fio condutor da síntese foi o de recuperar dados que
lançassem luzes sobre a tese do “aborto como uma questão
de saúde pública no Brasil”.’ (Aborto e saúde pública no Brasil: 20 anos) http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/livro_aborto.pdf

Nilo Fujimoto

Os movimentos feministas têm utilizado o falso argumento de que é necessário legalizar o aborto, pois as mulheres procuram clínicas clandestinas despreparadas, o que as põe em sério risco de vida. Legalizar o aborto seria, dizem eles, uma questão de “saúde pública”.

Não queremos aqui mostrar o quanto esse argumento é um sofisma, que desconsidera a vida do bebê, e sobretudo a Lei de Deus. Desta vez, deixemos que o próprio Ministério da Saúde – que tanto tem favorecido o aborto – desminta o argumento das feministas.

Através de um estudo denominado “Saúde Brasil”, edição 2011, o referido Ministério publicou resultados sobre mortalidade materna, dos quais podemos concluir: a mortalidade decorrente de complicações de aborto clandestino não Leia mais…

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União poliafetiva contra a família

28, agosto, 2012 7 comentários

Nilo Fujimoto

Ninguém pode conhecer toda a realidade do que é uma sociedade se apenas considerar esta como um conjunto de indivíduos. Essa ideia imprecisa seria o mesmo que dizer que o corpo humano nada mais é do que um conjunto de células.

Deveras, o corpo humano não é constituído simplesmente de células, mas de células que, por sua vez, compõem órgãos, que são as unidades mais próximas do corpo humano. Leia mais…