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Textos com Etiquetas ‘Leo Daniele’

Ultraje a Maria

29, abril, 2013 17 comentários

Leo Daniele

¨Nossa Senhora é uma lâmpada que não se apaga, nem bruxuleia, e que arde só ela plenamente, nesta escuridão universal que foi a morte de seu Filho” (Dr. Plinio). Entretanto, atualmente os personagens sagrados de nossa redenção estão sendo ultrajados pela peça blasfema “O Testamento de Maria”, lançada na Broadway, em Nova York, e permanecendo lá até o dia 20 de junho deste ano. A peça teatral tem como atriz principal a lésbica Fiona Shaw.

Naquelas montanhas áridas que cercam Jerusalém, deu-se uma das cenas mais tocantes da História, o encontro de Maria com Nosso Senhor, a caminho da tortura e morte: “Quem, Senhora, vendo-Vos assim em pranto, ousaria perguntar por que chorais? Nem a terra, nem o mar, nem todo o firmamento, poderiam servir de termo de comparação à vossa dor”.[1]

Pouco  depois, “ao mesmo tempo em que as pesadas lajes do sepulcro velam o Corpo do Salvador aos olhares de todos, a fé vacila nos poucos que haviam permanecido fiéis a Nosso Senhor. Mas há uma lâmpada que não se apaga, nem bruxuleia, e que arde só ela plenamente, nesta escuridão universal. É Nossa Senhora, em cuja alma a fé brilha tão intensamente como sempre. Ela crê. Crê inteiramente, sem reservas nem restrições. Tudo parece ter fracassado. Mas Ela sabe que nada fracassou. Em paz, aguarda Ela a Ressurreição. Nossa Senhora resumiu e compendiou em Si a Santa Igreja nesses dias de tão extensa deserção[2].

Soa um gongo. Estimado leitor, agora estamos no século XXI.

A peça “O Testamento de Maria” apresenta Nossa Senhora após a crucifixão de Jesus como uma mulher com raiva, amargurada e que duvida da divindade de seu filho. É uma blasfêmia total, pois não se arroja somente contra Nossa Senhora, mas também contra Jesus.

Investe contra Maria Santíssima no que há de mais caro a Ela: seu amor materno. Uma mãe que se atira publicamente contra seu filho é coisa relativamente rara, mesmo nestes nossos dias em que tanto aborto se pratica. Quanto mais agressivo é dizer isto da Mãe das mães, Maria Santíssima! Leia mais…

As aparências enganam: os carros chineses estão entre os piores

24, abril, 2013 5 comentários

Leo Daniele

O pequeno comércio chinês tornou-se famoso pela má qualidade de seus produtos; fruto de mão de obra barata e mal remunerada. Que dizer de objetos maiores, por exemplo carros? Que fale o Latin NCAP. Como se diz em algumas partes do Brasil: por fora bela viola, por dentro pão bolorento. Na foto, o Geely CK (made in China)

Segundo noticiou Automotive Business, o Programa de Avaliação de Carros Novos para a América Latina, conhecido como Latin NCAP, testou 28 modelos de carros vendidos no Brasil. Os carros chineses JAC J3 e Geely CK foram julgados os maios inseguros. “Os produtos chineses confirmaram assim sua reconhecida fama de péssima qualidade, da qual misteriosamente pouco se fala na grande mídia” (Luis Dufaur).

Mas por que essa péssima qualidade? Há alguma explicação para isso?

O novo líder do Partido Comunista chinês, Xi Jinping, já ressaltou repetidas vezes a necessidade de combater a corrupção e proibiu demonstrações de extravagância dentro do partido e do Exército. Leia mais…

A calma continua sendo uma qualidade?

17, abril, 2013 4 comentários

Leo Daniele

"Vem a noite, e com ela aquela segurança dentro da casa, enquanto a intranquilidade da escuridão domina em volta dela. É a alegria, a felicidade das situações" (Plinio Corrêa de Oliveira)

Ser calmo ainda é uma qualidade? Dir-se-ia que, para muitas pessoas, não é mais. Elas julgam que ela difunde um odor de monotonia onde se instala, e para fugir da sonolência é preciso fugir da calma. Calma é “bobeira”. E assim, a agitação, a confusão e mesmo o nervosismo são vistos como algo que deve ser procurado, ou pelo menos tolerado neste ocaso da civilização cristã.

O curioso em muitos dos que assim pensam, é que frequentemente criticam a falta de calma… nos outros. Enquanto isso, os consultórios médicos e hospitais se enchem de pacientes queixando-se de nervosismo e enfermidades conexas.

Fatal  engano: a verdadeira calma não é monotonia. Muito pelo contrário, como diz Dr. Plinio: Leia mais…

Igualitarismo, “canal estratégico” das esquerdas

15, abril, 2013 4 comentários

Leo Daniele

Quatro pares de olhos, presumivelmente três de homens e um de mulher; mas quanta igualdade de natureza! Quanta desigualdade em todo o restante! A diferença entre os olhares é tão grande, que mesmo os dois olhos da mesma pessoa são diferentes entre si. Por detrás deles, quanta diversidade nas concepções, nas preocupações, na inteligência, na sensibilidade, na saúde, na beleza, na cultura, etc., etc.! Que sentido faz tratar os homens de maneira igual?

Nos últimos dias de seu governo, o ex-presidente Lula da Silva lançou o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3)\ em direção ao governo seguinte, que deveria ser o da presidente Dilma Rousseff. Logo em suas primeiras linhas, o extenso documento afirma:

A educação em Direitos Humanos, como canal estratégico capaz de produzir uma sociedade igualitária, extrapola o direito à educação permanente e de qualidade. A educação e a cultura em Direitos Humanos visam à formação de nova mentalidade coletiva”.

Portanto, afirma o Sr. Lula da Silva que por esse canal estratégico dos direitos humanos navega a nau da igualdade. É um governo que confessa não se esmerar especialmente na “educação permanente e de qualidade” ‒ ela extrapola suas metas ‒ mas se vai empenhar na formação de “nova mentalidade”, tais como o fizeram os governos nazistas, socialistas e outros.

Sabemos qual vem a ser essa nova mentalidade: a que visa a uma sociedade igualitária, como o PNDH-3 reconhece. Frontalmente contrário a esta concepção,  Dr. Plinio, que o ilustre intelectual italiano Giovanni Cantoni enaltece como o teólogo das desigualdades sociais, afirma ousadamente:

O fato mais importante de nossos dias é uma imensa Revolução igualitária, que dirige em seu benefício o curso de todos os acontecimentos, visando à igualdade completa, por meios ora graduais e pacíficos, ora abertos e brutais“.[1]

Neste canal estratégico, o navio do PNDH-3, em suas quase 80 páginas, põe em xeque a Igreja Católica. Estimula a luta de classes, de grupos e de raças. Investe contra a família e a moralidade do povo, de forma agressiva. Intenta desmoralizar o Judiciário e o sistema de segurança pública. Vai contra a propriedade privada, estabelecida em dois Mandamentos. Procura deitar a garra totalitária nos meios de comunicação social. Conduz ao caos a produção econômica, hostilizando sua ponta de lança, que no momento é a agricultura e a pecuária em grande escala. Tenta colocar a Nação debaixo de um tacão totalitário, sob a vigilância de conselhos populares (soviets), onipresentes e de atribuições indefinidas.

O jornalista Charles Moore, do Daliy Telegraphy, afirma com razão que a igualdade é a nova super ideologia de nosso tempo.

Para o PNDH-3, a educação em Direitos Humanos seria o “canal estratégico capaz de produzir uma sociedade igualitária”. No canal estratégico, o igualitarismo é vital para os dois lados, embora de maneiras diferentes: para uns, a fim de o adorar como uma espécie de ídolo, para os outros, a fim de o reprovar e encontrar a ordem. A Esquerda o admite furiosamente. Nada de olhos e olhares diferentes, como os que se veem no início deste artigo! Foi um erro, da natureza, pensam. A Direita, muitas vezes um pouco sonolenta, geralmente não é igualitária. Mas para a Direita ou para a Esquerda, o problema da igualdade ou da desigualdade sempre é o ponto chave: o canal estratégico.


[1] S.data.

Sua Senhoria o celular fez 40 anos!

8, abril, 2013 1 comentário

Leo Daniele

Martin Cooper, inventor do celular.

Meu Deus, isto fala! Exclamou D. Pedro II, tendo junto ao ouvido uma espécie de mouse, chamado telefone. Era a primeira ligação telefônica da História, tendo ela alcançado nosso imperador na Exposição de Filadélfia, Estados Unidos, em 1876.

Mas isto ficou muito para trás. Em 3 de abril de 1973, há 40 anos, foi realizada a primeira chamada de celular em público. Em 1990, apareceu no Brasil o Motorola PT-550. Foi o início; hoje nosso País tem 263 milhões de linhas de celulares, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Leia mais…

A gorjeta

26, março, 2013 8 comentários

Leo Daniele

Quem não sabe apreciar as pequenas coisas da vida, está fechado para as grandes. Talvez por isso, que eu saiba, até hoje não surgiu uma sociologia da gorjeta.

Vem à mente uma cadeira um pouco alta sobre um estrado, em que o cliente sobe com um pequeno esforço, para que a posição das mãos dos engraxates, sentados sob a altura de seus pés, esteja na posição adequada. “Quer um jornal?” o servidor oferece-o para ser lido durante a singela ação que vai executar

São homens que geralmente se esmeram em ser atenciosos. Um socialista diria que a cena é uma imagem da desigualdade social que existe no Brasil. Mas os rapazes nem sabem o que é isso, e se soubessem não se incomodariam. Bah! Os intelectuais! Leia mais…

O monstro Frankenstein anda em torno de nós, e não o notamos

18, março, 2013 9 comentários

Leo Daniele

O arquiteto João Filgueiras Lima, amigo de Oscar Niemeyer ‒ portanto insuspeito em sua apreciação crítica da arte moderna ‒ compara as produções dela com a feiura de Frankenstein, visível na imagem acima

O Pe. Anthony Brankin, desenhista, pintor, escultor, orador e atualmente pároco da igreja de Santo Odilon, em Berwyn, Illinois (USA), concedeu entrevista à revista Catolicismo [1] sobre o culto à feiura no mundo moderno. Ele assevera: Não pretendo mencionar cada caso possível de feiura na nossa sociedade atual. Isso seria fatigante, quando não simplesmente desalentador. Vivemos de fato imersos numa cultura incrivelmente feia; não podemos escapar disso. Meu propósito é manter as pessoas atentas quanto ao real perigo de não perceberem a feiura, nem de se darem conta da verdadeira destruição que ela opera em suas almas.

Muitos pensam como ele a respeito. Mas, desde a infância, estamos acostumados com a arte moderna e, segundo reza um provérbio, “quem cultiva cebolas não sente mais seu odor”. Falta coragem ou reatividade para contrariar uma opinião ‒ ou um hábito mental ‒ dominante. Leia mais…

As sirenes esganiçadas dos ecologistas e seus alarmes falsos

12, novembro, 2012 2 comentários

James Lovelock , o pai da “hipótese Gaia”, chegou a afirmar que bilhões de homens iam morrer até o fim do século passado por causa do aquecimento global. Clique na foto e leia o livro-denúncia

Leo Daniele

Ah! a fome no mundo! Desde a Revolução Francesa, multidões gritando “pão” derrubam tronos e desencadeiam as revoluções. E, hoje em dia, outro não é o grito da esquerda. Por exemplo:

● Em 1968, Paulo R. Ehrlich alarmou o mundo com seu livro “The Population Bomb”, cuja tese principal era a de que os recursos do planeta não seriam suficientes para atender a uma população em crescimento.

Seu livro e suas previsões tornaram-se célebres. Uma delas: “Até o ano 2000, o Reino Unido será simplesmente um pequeno grupo de ilhas empobrecidas, habitadas por cerca de 80 milhões de famintos”. Eis um gênero de terrorismo: o eco-terrorismo. Seu livro previa que centenas de milhões de pessoas morreriam de fome nas décadas seguintes, em consequência da superpopulação. Deu no que deu.

Em 2004, o mesmo autor é obrigado a reconhecer ter ficado “agradavelmente surpreendido” pelas mudanças na situação do mundo que desmentiram as sombrias previsões de seu livro.[2]

● James Lovelock[3], (foto), o pai da “hipótese Gaia”, havia chegado a afirmar que bilhões de homens iam morrer até o fim do século passado [séc. XX], e que os poucos que sobrevivessem iriam para o Ártico, onde o clima ainda seria tolerável. Agora ele reconheceu ter ido além do que podia. Para ele “o problema é que não sabemos o que o clima vai fazer. Há 20 anos achávamos que sabíamos. Isso nos levou a escrever alguns livros alarmistas ‒ o meu inclusive ‒ porque parecia evidente, mas não aconteceu”.[4]

● Guy R. McPherson, professor de Biologia Leia mais…

Tigres de papel, embustes e blefes

5, novembro, 2012 2 comentários

Sob certo aspecto, o islamismo é um novo "tigre de papel", para amedrontar o Ocidente e levá-lo a se render.

Leo Daniele

Em 1956, Mao-Tsé Tung  usou a expressão “tigre de papel”  para tentar desclassificar os EUA. A pujança dessa nação seria um puro logro. Ela estaria como uma fera de mentira para um tigre verdadeiro. Essa frase do líder vermelho não se tendo verificado como veraz, constata-se que, não os americanos, mas ele próprio é quem estava blefando.

Outro logro: não há muito, se falava de três mundos. O Primeiro Mundo era o da Europa e Estados Unidos. O Terceiro Mundo éramos nós, mais a África, a Ásia e tudo o que havia de subdesenvolvido. E o Segundo? Era a Rússia e o “próspero” mundo de trás da Cortina de Ferro, um pouquinho abaixo do Primeiro, mas muito acima do Terceiro. Hoje ninguém fala do Segundo Mundo e eis a Rússia no nosso nível, dos assim chamados BRICS (emergentes). Onde foi o Segundo Mundo da Rússia? Nunca existiu, a não ser em matéria de armamento atômico. Segundo a  aritmética, o terceiro não vem logo depois do primeiro…

Havia um espantoso blefe nisso.

Hoje a Leia mais…

Em defesa das elites

22, outubro, 2012 1 comentário

Leo Daniele

De cá e de lá ouve-se a seguinte opinião: a elite seria uma gangue de desocupados que está aí para explorar o povo. Reservatório de todos os vícios. Um bando de malfeitores conjugados para acumular, em proveito próprio, bens de toda ordem, culturais e materiais, que tocariam a todos. Só faltaria dizer que os réus do “mensalão” seriam da elite…

Ou então, morar num condomínio de luxo, como um que existe em Miami, nos Estados Unidos, no qual é possível estacionar o automóvel dentro do apartamento! É singular! Se fosse gente de verdadeira elite, não ocorreria isso, pois a verdadeira elite não é espalhafatosa. Leia mais…