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Textos com Etiquetas ‘Luis Dufaur’

Cancún fracassa, mas a ‘religião’ ambientalisa não arreda

23, dezembro, 2010 4 comentários

O mérito de Cancún não foi de “salvar o planeta”, mas salvar o processo de negociação do acordo climático internacional, que quase foi a pique em Copenhague.

Luis Dufaur

Para dissimular o fracasso da utopia ‒ e manté-la viva enquanto dure ‒ os organizadores da 16ª Sessão da Conferência das Partes (COP 16) para a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), em Cancún, México fizeram eufóricos anúncios.

Entre eles, a criação do “Fundo Climático Verde”, de U$ 100 bilhões de dólares já prometidos em Copenhague, mas que só vigoraria a partir de 2020. Nenhum país ‒ aliás, razoavelmente ‒ deu sinais de querer fornecer algo e não se sabe de onde sairá esse dinheiro.

As promessas de cortar as emissões de CO2 foram altissonantes, mas não saíram de promessas para a circunstância. A poluição sonora do planeta pode ter sido prejudicada, mas a vegetação do planeta vai agradecer: quanto mais CO2 mais produção de alimentos.

Também o futuro pós-2012 do agonizante Protocolo de Kyoto não foi resolvido. Em 2012 ele acaba.

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Grandes diários espanhóis denunciados por “proxenetismo”

9, dezembro, 2010 4 comentários

Luis Dufaur

Cada dia grandes jornais espanhóis como o socialista “El País”, o centrista “El Mundo”, o monarquista “ABC” ou o regionalista catalão “La Vanguardia” publicam páginas inteiras de propaganda das formas mais perversas de prostituição e nos termos mais explícitos possíveis.

Essa má prática jornalística rende seis milhões de euros por ano. Protestos católicos, pró-vida e conservadores denunciam esses “jornais-proxenetas”, noticiou a revista de esquerda francesa “Rue89”.

Deputados de diversas tendências Leia mais…

“Religião ambientalista”, circo bolivariano e benesses são destaques em Cancún ‒ COP16

7, dezembro, 2010 3 comentários

Não pensar na realidade: alarmistas não desistem

Luis Dufaur

A conferência de Cancún – COP16 parecia ter enfiado a cabeça na areia para seguir acreditando no “aquecimento global antropogénico” enquanto no Hemisfério Norte, onde se localizariam as economias mais aquecedoras, emissoras de CO2 e capitalistas registrava recordes de frio.

Sem presenças de alto nível e com a certeza de que nenhum grande governo aceitaria qualquer decisão prejudicial, a Conferência pareceu se concentrar em atividades mais específicas da religião ambientalista.

Ela foi inaugurada com uma oração à deusa maia Ixchel, pronunciada por Christiana Figueres, secretário-executivo da Convenção Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas (U.N. Framework Convention on Climate Change) ‒ COP16. Ela é nativa da Costa Rica, e de lá trouxe a superstição não se sabe bem a que pretexto. Porém, todo mundo, a mídia brasileira inclusive, achou muito normal nesse ambiente.

“Que a deusa da razão, – invocou – da criatividade e da tecelagem vos inspire, porque hoje vocês estão reunidos em Cancún para tecer os elementos de uma resposta sólida à mudança do clima, utilizando a razão e a criatividade como ferramentas.”

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Técnicos, mestres e intelectuais abandonam Venezuela em massa

1, dezembro, 2010 2 comentários

Com a socialização da Venezuela, médicos, engenheiros e professores tem que sair do país

Luis Dufaur

A Venezuela está perdendo seus cérebros: intelectuais, técnicos e especialistas nos mais diversos campos abandonam o país sufocados pela prepotência chavista ou pauperizados pela falta de empregos e projetos. Artistas, advogados, médicos, gerentes de empresas e engenheiros migram de sua terra natal que afunda nas trevas e na miséria socialista.

Muitos vão para Leia mais…

Especialista esfria o mito do aquecimento global

30, novembro, 2010 8 comentários

Luis Dufaur

O climatologista Luiz Carlos Molion desfaz no vídeo abaixo os mitos do aquecimento global:

Parte 1 ‒ Climatologista Luiz Carlos Molion, Band, 28/11/2010

Ele foi entrevistado mais uma vez pelo “Canal Livre” da Band TV, no domingo 28 de novembro de 2010.

Veja os próximos vídeos em breve neste site. O professor Luiz Carlos Baldicero Molion dispensa Leia mais…

Conferência do Clima (COP-16) em Cancún: fiasco anunciado

29, novembro, 2010 4 comentários

Fiasco de Copenhague deixou "comunismo verde" sem rumo. Cancún promete o mesmo

Luis Dufaur

A iminente Conferência do Clima (COP-16) em Cancún, México, sofre de esvaziamento absoluto. Nenhum chefe de Estado europeu vai comparecer.

Por sua parte, o presidente Obama está com as mãos amarradas após recente surra eleitoral. Seu projeto para o meio-ambiente também pesou, e não pouco, nessa derrota.

Após ter sido estrela no fracasso do encontro em Copenhague (COP-15), no ano passado, o presidente Lula ainda acreditava em conversas que se iniciaram naquela falida reunião. Porém, não foram adiante.

Na Dinamarca, o presidente brasileiro foi um dos principais negociadores do texto final intensamente repudiado e por ninguém obedecido.

Em Cancún, no fim da presidência Lula não encontraria ninguém com o seu nível de representação para negociar qualquer agenda ambiental.

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Iowa cassa juízes do Supremo que agiam como “legisladores de toga” contra a família

26, novembro, 2010 3 comentários

A infiltração ideológica do Judiciário e a instrumentalização de sua indispensável independência para “legislar” em matérias antipopulares acaba trazendo uma desmoralizao do próprio Judiciário perigosa para a estabilidade das instituições básicas duma nação civilizada.

Luis Dufaur

Nas eleições de novembro nos EUA, o eleitorado do Estado de Iowa aprovou a cassação de três ministros da Suprema Corte de Justiça estadual. Eles tiveram parte na decisão unanime dessa Corte que declarou inconstitucional lei que definia o casamento como sendo entre homem e mulher, banindo o “casamento” homossexual.

O repúdio do eleitorado, entretanto, concentrava-se no fato dos magistrados virem agindo como “legisladores de toga” extravasando seus poderes naturais numa ameaça à própria democracia.

A vontade popular põs em rebulício as esquerdas americanas que há tempo estão infiltrando o judiciário, para por meio de sentenças e acórdãos, passar medidas que a vontade popular expressa através de seus representantes não aprova.

Bob Vander Plaats, líder da campanha pela cassação dos ministros infiéis, sublinhou o espírito democrático do voto: “somos nós o povo, e não as cortes”, os detentores da soberania popular, disse.

Os líderes conservadores não escondem que eles visavam enviar uma mensagem aos Tribunais, inclusive à Suprema Corte de Justiça Federal, no sentido de cessar a instrumentalização do Poder Judiciário para impor a agenda ideológica das esquerdas.

Estas, por sua vez, entraram em pânico, pois consideram que com decisões da vontade popular como em Iowa os juízes que vinham favorecendo sistematicamente as “minorias sexuais” e outras minorias revolucionárias agora vão agir com mais prudência. Desta maneira, a agenda libertária-esquerdista corre risco de ralentizar, senão estancar.

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Relativismo em púlpitos e confessionários abriu caminho para a onda anti-vida

25, novembro, 2010 4 comentários

Quando os chamados a formar a sociedade deixam de ensinar, as consequências são trágicas.

Luis Dufaur

Gianpiero Dalla Zuanna, professor de demografia na Universidade de Pádua, analisou e explicou por que a Igreja não parou a difusão da anticoncepção no século XX. A omissão desembocou na atual ofensiva antivida, segundo o vaticanista Sandro Magister.

Dalla Zuanna apresenta documentos inéditos e incontestáveis da região do Veneto uma das mais católicas da Itália.

Segundo ele a causa determinante foi o silêncio clero católico sobre pecados e práticas anti-natalistas nos confessionários e púlpitos.

Grande parte dos fiéis interpretou essas décadas de silêncio como aprovação prática. Quando apareceram a pílula, o aborto legal, etc., aderiram como que naturalmente, pouco ligando para as condenações pontifícias.

No Brasil, o professor Plinio Corrêa de Oliveira denunciou em 1943 a entrada do relativismo moral e erros conexos na Leia mais…

Operários-escravos chineses na Itália derrubam produção local

25, novembro, 2010 5 comentários

Empresários chineses estão dominando o mundo empresarial com ajuda ocidental.

Luis Dufaur

Dezenas de milhares de chineses como que obedecendo a um plano instalaram-se na cidade italiana de Prato e transformaram esse prestigioso pólo têxtil em uma capital das confecções baratas, segundo reportagem do “New York Times”.

No coração da histórica Toscana, os empregados-escravos chineses trabalham 24 horas em cerca de 3.200 empresas que fabricam roupas, sapatos e acessórios baratos para poder acrescentar neles o rótulo Made in Italy. Assim prejudicam o renome dos produtos de alta qualidade da Itália e arruinam as empresas locais que agem dentro da lei.

A cidade vai perdendo seu tom cultural clássico que é substituído por um ambiente de Chinatown. Segundo a prefeitura de Prato, há 11.500 imigrantes legais e outros 25 mil ilegais. A cidade tem 187.000 habitantes no total.

À ilegalidade soma-se o incessante “barulho, maus hábitos, prostituição”. A tensao social inspira temores. Neste ano, houve 154 batidas policiais e as irregularidades constatadas foram numerosas, mas também várias autoridades foram presas por aceitar porpinas para legalizar situações irregulares.

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Bélgica rumo à desaparição?

24, novembro, 2010 3 comentários

Luis Dufaur

A monarquia ‒ que até há pouco foi o pólo de união ‒ é desrespeitada pelos partidos políticos e a instituição da família ‒ que garante o tecido social ‒ é desgarrada pelos ataques da Revolução Cultural.

O desencontro entre os grupos étnicos belgas ‒ flamengos, valões e germanofalantes ‒ não poderia estar pior. Cada vez mais se fala que a Bélgica, não sobrevirá à incapacidade de entrar em harmonia e articular um governo, escreveu a revista francesa “L’Express”.

Esses grupos mostram-se incapazes de se porem de acordo e formarem governo. O país há três anos é regido por um gabinete provisório.

Até o campeonato nacional de futebol amador foi dividido em duas ligas étnicas.

O Partido Socialista francófono prega explicitamente “o fim da Bélgica”. Os valões ‒ que falam holandês e são majoritários ‒ querem formar um país aparte. Os francófonos tendem para uma confederação como a Suíça e alguns até pregam a reunião à França.

A implosão parece ser a única saída e até foi criada a expressão “futura-ex-Belgislavie” em alusão ao desfazimento da ex-Iugoslávia.

A monarquia ‒ que até há pouco foi o pólo de união ‒ é desrespeitada pelos partidos políticos e a instituição da família ‒ que garante o tecido social ‒ é desgarrada pelos ataques da Revolução Cultural.

Menosprezar a vida, atentar contra a família, desrespeitar a suprema autoridade da Nação: é a fórmula sinistramente certa para desfazer um país e ameaçar sua supervivência histórica.

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