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Textos com Etiquetas ‘Natal’

Do Presépio ao Calvário

31, dezembro, 2012 1 comentário
Pe. David Francisquini (*)

Apesar de revestida de mistério, a festa da Circuncisão de Nosso Senhor Jesus Cristo, comemorada no dia primeiro de janeiro, esparge luz que ilumina todos os dias do ano. 400 anos antes da promulgação da Lei mosaica, Deus prescrevia a Circuncisão como preceito para Abraão e seus descendentes, simbolizando a Aliança estabelecida por Deus com o povo hebreu, particularidade que o diferenciava dos pagãos.

Tratava-se do principal sacramento da religião mosaica — simbolizando ao mesmo tempo purificação e santificação — a caracterizar e congregar o povo escolhido com a eliminação do pecado original. Sendo Nosso Senhor Jesus Cristo verdadeiro Deus, descendente de Abraão, não estava sujeito a essa Lei, mas quis a ela sujeitar-se, em ato de humildade e obediência, para assim remir e libertar a humanidade da culpa original.

Nesse acontecimento de transcendental importância, comemorativo da Leia mais…

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Lenda de Natal: O Menino Jesus do Espinho

23, dezembro, 2012 6 comentários

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Votos de Feliz Natal e
bom Ano Novo do IPCO
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Alegrias de Natal

21, dezembro, 2012 3 comentários

Luis Dufaur

A festa do Santo Natal tem o privilégio de interromper o tempo.

Pode uma pessoa estar na situação aflitiva que estiver, chegando o Natal, abre-se como que um paredão e as desgraças ficam do outro lado.

Bimbalham os sinos, o Natal começou! Cristo nasceu: alegria para todos os homens!

A alegria própria ao Natal é toda feita de luz – é o Lumen Christi, a luz de Nosso Senhor Jesus Cristo que brilhou na Terra na noite de Natal.

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Votos de Feliz Natal e
bom Ano Novo do IPCO

Uma alegria que não é a alegria vulgar do homem que fez um bom negócio, que venceu uma jogada política ou ganhou na loteria.

Não.

É uma alegria muito mais interna, muito mais leve, toda feita de luz.

Enquanto as outras alegrias são feitas de coisas palpáveis e de segunda ordem, a alegria própria ao Natal é toda feita de luz — é o Lumen Christi, a luz de Nosso Senhor Jesus Cristo que brilhou na Terra na noite de Natal.

Luz que nunca mais, de ano em ano, deixou de brilhar, trazendo uma verdadeira alegria, uma verdadeira paz de alma até para as pessoas mais atormentadas.

No meu tempo de menino, a noite de Natal era um hiato luminoso, cheio de algo que não se consegue descrever.

Mas que todos sentiam: era aquela suavidade, aquela paz, aquela doçura que dava a impressão de que todo o céu estrelado da noite estava como que impregnando a Terra de perfumes.

Os sinos tocavam, o som se espalhava e o júbilo impregnava até os jardins.

Era uma alegria enorme que circundava todos os homens, porque Cristo nasceu, nasceu em Belém!

(Fonte: Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, 21.12.1984. Sem revisão do autor. “Catolicismo”)

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Como nasceu o Panetone: sorriso da alma católica

20, dezembro, 2012 3 comentários

Luis Dufaur
Blog Luzes da Esperança

O Panetone, como tantos outros costumes católicos ligados ao Natal, teve sua origem em plena Idade Média, na Lombardia, Itália.

Tipicamente ele tem uma base cilíndrica com cerca de 30 cm de altura, a qual termina numa espécie de cúpula como que extravasando de sua forma original.

Composto de água, farinha, manteiga, ovos, frutas cristalizadas, cascas de laranja e cedro, além de uvas passa e muita imaginação, a tradição lhe atribui diversas origens.

Uma das versões mais respeitadas atribui a origem da receita aos tempos que governava Milão o turbulento duque Ludovico Maria Sforza, dito o Mouro (1452 – 1508). Leia mais…

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Lampião de Gás no Natal de 2012

20, dezembro, 2012 1 comentário

A saudade do lampião de gás chegou até os Estados Unidos... de hoje!

Leo Daniele

Ambientalismo, corrupção, Mensalão,  educação, aborto, criminalidade, Projeto de Código Penal, de Código de Processo Civil, Código Florestal, escolas, universidades, imoralidade… Continuemos alertas para travar com ardor todas as batalhas necessárias, mas descansemos um pouco para retomar a luta com mais energia!

Aproxima-se o Natal. Certa vez discorrendo para alguns médicos, sobre “Ação Tendencial”, Dr. Plinio diz:

Lembram-se de uma cançãozinha chamada “Lampião de Gás”? Essa canção era muito popular, não é?  Dava uma nostalgia do passado, fazia sentir enormemente o que se perdeu![1] Leia mais…

É NATAL — O inferno ruge, a Igreja nada teme

20, dezembro, 2012 3 comentários

“A Adoração dos Reis Magos” (1445) — Galeria Nacional de Arte de Washington. A pintura sobre madeira apresenta os três reis magos à frente a uma magnífica procissão (simbolizando todas as raças da humanidade) que espera sua vez para adorar o Menino Jesus. O pavão-real simboliza a Ressurreição de Cristo. Alguns especialistas afirmam que Fra Angélico (1387-1455) pintou as figuras principais e um de seus discípulos (provavelmente o monge Filippo Lippi) completou a obra.

Pe. David Francisquini

O Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo nos faz entrar na atmosfera encantadora e sublime das harmonias de um rei que assume a natureza humana no ventre virginal de Maria Santíssima por obra do Espírito Santo para redimir o gênero humano.

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Votos de Feliz Natal e
bom Ano Novo do IPCO

O que nos diz a singela, ordenada, pura e virginal cena de uma mãe que contempla seu filho que é ao mesmo tempo Deus e homem?

Que olhar, que esplendor, no qual se reflete um interesse pelas mais sublimes virtudes de um brilho fulgurante!

Aquele Menino recém-nascido constitui-se o herdeiro universal de todas as coisas. Ao mesmo tempo em que é Filho do Eterno Pai, torna-se Filho da Virgem Maria.

Aquele que é o esplendor, o reflexo, a imagem do Padre Eterno, recebe a carne e o sangue, ou melhor, a vida aqui na Terra, servindo-se da mais santa de todas as criaturas. Leia mais…

Tristezas e esperanças neste Natal

18, dezembro, 2012 3 comentários

“Um Menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz” (Is 9,5)


Chegamos ao Natal. Talvez o mais triste desde que o Menino Jesus nasceu em Belém e foi amorosamente embalado nos braços virginais de Maria, sob o olhar transportado de admiração de São José. O mais triste, sim, mas também carregado de esperanças.

Cid Alencastro

Comecemos pelo aspecto triste.

Desde aquele bendito dia em que “um Menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz” (Is 9,5), o culto ao Divino Infante foi crescendo nos corações e na sociedade, venceu o paganismo, tornou-se público, encheu o mundo de uma serena alegria.

Vieram, porém, as épocas de decadência da humanidade, a fé foi se extinguindo nas almas. Como a chama da lamparina da qual se esvaiu o azeite, hoje a fé bruxuleia apenas, mesmo em grandíssima parte dos que ainda se dizem cristãos. Se assim é o presente, o que esperar para o futuro, uma vez que a juventude está sendo tão malformada (deformada!?) Leia mais…

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Islã verte sangue cristão novamente na Noite de Natal

30, dezembro, 2011 13 comentários

Nilo Fujimoto

A Boko Haram – que na língua Hausa falada no norte da Nigéria significa “educação ocidental é pecaminosa”, seita mulçulmana baseada no Taleban do Afeganistão visa implantar a sharia em toda Nigéria, assumiu a autoria dos atentados sangrentos contra as 3 igrejas católicas e uma evangélica, pela segunda vez consecutiva numa noite de Natal.

Somam mais de 40 vítimas em sua maioria católicos que prestavam homenagens ao Divino Infante reunidos para assistir às missas. um em Jos (epicentro dos enfrentamentos intercomunitários, no centro do país), dois em Damaturu, na noite de sábado, e um terceiro em Gadaka, segundo várias testemunhas. Na capital do estado de Plateau, Jos, foi assassinado 1 policial que defendia um templo protestante vítima de tiros. Leia mais…

O encanto medieval das feiras de Natal

25, dezembro, 2011 5 comentários
Feira de Natal, Frankfurt

Luis Dufaur

Longe da banalidade comercial de hoje, o sorriso sobrenatural do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo enchia de alegria suave e de aconchego as praças de cidades e aldeias, de palácios e choupanas da Idade Média.

A tradição, embora deformada, pervive até hoje.

Trata-se das feiras de Natal que ainda dominam em cidades alemãs, austríacas, alsacianas, etc., na Europa.

Elas constituem um eco saudoso, requintado em épocas posteriores, do Natal medieval. Leia mais…

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Lux fulgebit hodie super nos

23, dezembro, 2011 3 comentários

Plinio Corrêa de Oliveira
“Catolicismo” Nº 36 – Dezembro de 1953

“Lux in tenebris lucet”: foi com estas palavras ( Jo. 1, 5 ), que o Discípulo amado anunciou para seu tempo e para os séculos vindouros, o grande acontecimento que celebramos neste mês. Fórmula sintética, sem dúvida, mas que exprime o conteúdo inexaurivelmente rico, do grande fato: havia trevas por toda a parte, e na obscuridade dessas trevas se acendeu a Luz. Por isto é que a Santa Igreja afirma com estas palavras proféticas de Isaías o seu júbilo na noite do Natal: “A Luz brilhará hoje sobre nós, porque nos nasceu o Senhor. Seu Nome é Admirável, Deus, Príncipe da Paz, Pai do século futuro, e Seu reino não terá fim” ( Is. 9, 2 e 6, intróito da 2a. Missa do Natal ).

Qual a razão destas metáforas? Por que luz? Por que trevas?

Os comentadores são unânimes em afirmar que as trevas que cobriam a terra quando o Salvador nasceu eram a idolatria dos gentios, o ceticismo dos filósofos, a cegueira dos judeus, a dureza dos ricos, a rebeldia e o ócio dos pobres, a crueldade dos soberanos, a ganância dos homens de negócio, a injustiça das leis, a conformação defeituosa do Estado e da sociedade, a sujeição do mundo inteiro à prepotência de Roma. Foi na mais profunda escuridão dessas trevas que Jesus Cristo apareceu como uma luz. Leia mais…

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