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Textos com Etiquetas ‘Nelson Ramos Barretto’

Participe da Campanha Paz no Campo

7, dezembro, 2010 Sem comentários

Eles pretendem abolir a propriedade não só no campo! Já estão de olho nas casas e apartamentos das Cidades. E depois?

Nelson Ramos Barretto

Prezado(a) Senhor(a):

Há 50 anos com o livro Reforma Agrária – Questão de Consciência foi dado no Brasil o primeiro grito de alerta contra o agro-reformismo socialista e confiscatório.

Colaboraram com Plinio Corrêa de Oliveira na confecção do livro de 530 pp., que
se tornou best seller, dois Bispos e um economista.

Seu efeito foi de uma “bomba” sobre os promotores da Reforma Agrária no Brasil.
Os comunistas tentavam – através da esquerda “católica” – convencer os brasileiros de que a doutrina católica era contrária a propriedade privada da terra.
Era preciso demonstrar o contrário: a propriedade não era roubo, mas aceitar terras confiscadas, isto sim, era roubo!

Daí, a questão de consciência, pois a Reforma Agrária violaria o sétimo e o décimo Mandamentos da lei de Deus.

Você precisa ler este livro. Você entenderá a ideologia que move o MST: “invadir terra não
é pecado, não é roubo, antes, é um direito, afinal, a terra é de todos”.

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Produtores de alimentos X Ambientalistas radicais

7, junho, 2010 1 comentário

Nelson Ramos Barretto

Paulo Henrique Chaves

Em sã consciência — e até mesmo por educação — ninguém pode ser contrário à preservação do meio ambiente. Discordar dos exageros na sua defesa, isso sim, pode e deve ser feito, e até com veemência.

Para se aplicar dispositivos legais justos nessa questão, faz-se necessário, além de muito bom senso, uma abrangente análise de todos os setores envolvidos pelas normas reguladoras. Mas não é essa a política que vimos assistindo no Brasil, onde pululam os radicalismos com aplicações de pesadas penalidades para uma única infração, muitas vezes sem julgamento. Criam-se leis com prazos impossíveis de serem cumpridos, como a Instrução Normativa nº 001, de 29 de fevereiro de 2008, que deu origem a tantas punições.

O mesmo se pode dizer do Decreto 6.514/08, que impôs a todos os agricultores brasileiros multas diárias com valores confiscatórios, por falta de averbação de reserva legal. Ademais, com exigências impraticáveis sobre as APPs (Áreas de Preservação Permanente), o que ipso facto colocou 90% dos produtores rurais na ilegalidade.

A prorrogação do prazo para os agricultores se adequarem ao Código Florestal, feita pelo Decreto 7.029, de 10/12/2009, não passou de expediente político na tentativa de ganhar tempo e mitigar as pressões contrárias e coerentes, mas deixando reféns da lei os atingidos.

Princípio de sustentabilidade

Tais medidas parecem radicadas em uma política ideológica e preconceituosa, pois é inconcebível que elas não levem em consideração o princípio de sustentabilidade, formado pela combinação de três fatores: Leia mais…

Assassinatos com direito a propaganda na TV

27, maio, 2010 13 comentários

Nelson Ramos Barretto

Através da BBC BRASIL.com, acabamos de tomar conhecimento de mais um passo que o mundo moderno dá em rumo ao abismo. Ontem, a Inglaterra passou a veicular pela TV um comercial de suas clínicas de aborto.

Marie [sic] Stopes – organização que reúne as clínicas abortistas [na verdade, clínicas da morte] se responsabilizou pelo primeiro comercial de extermínio de crianças indefesas e inocentes na Grã-Bretanha.

O comercial deverá ser repetido até fins de junho, o que vem causando justa indignação nos ativistas anti-aborto, pois julgam tratar-se de vil banalização da vida humana, prometendo mesmo entrar na justiça contra a transmissão da propaganda. Leia mais…

Um dos tentáculos do PNDH-3: furacão agro-reformista socialista e confiscatório

17, maio, 2010 Sem comentários

José Luiz Fábio

Manifestação diante do Congresso Nacional, em Brasília, contra o trabalho escravo e pela aprovação da Proposta de Emenda Constitucional nº 243, que prevê a expropriação de terras e o confisco de bens, sem indenização, daqueles que exploram o trabalho escravo na atualidade Foto de Iberê Thenório, da Repórter Brasil

A reforma agrária de caráter confiscatório tem sido utilizada pelos governos socialistas – declarados ou disfarçados! – como instrumento para desestruturar a organicidade existente no campo, demolir as classes que exercem uma influência dinâmica no sentido do crescimento, modernização  e enriquecimento das atividades rurais, responsáveis pela rápida ascensão do Brasil rumo à condição de primeira potência agrícola do mundo.

O campo brasileiro é formado por miríades de propriedades diferenciadas em extensão e em valor patrimonial, mas que formam um impressionante conjunto dentro de desigualdades harmônicas e proporcionais.

Paranóia coletivista, quer repetir as catástrofes que levaram nações inteiras à mais negra miséria. O Estado torna-se o único patrão, tiranizando uma massa coletivizada de simples agricultores assentados em favelas rurais. Leia mais…