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Textos com Etiquetas ‘Plinio Corrêa de Oliveira’

URGENTE: Relatório da Embrapa desmente laudos da Funai

11, maio, 2013 1 comentário
Produtor rural Raul das Neves, dono de uma fazenda no Mato Grosso do Sul, mostra o documento de sua terra. Demarcação pela Funai anula o título. A foto é de Marcello Casal Jr., da Agência Brasil.

Produtor rural Raul das Neves, dono de uma fazenda no Mato Grosso do Sul, mostra o documento de sua terra. Demarcação pela Funai anula o título. A foto é de Marcello Casal Jr., da Agência Brasil.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) produziu relatório entregue à Casa Civil no qual demonstra que a maioria das ocupações de índios no Mato Grosso do Sul é recente. A Funai vem exigindo a criação várias terras indígenas na região baseados em laudos que atestam a ocupação antiga do território.

O problema tomou proporções graves quando a presidente Dilma Rousseff, em visita ao Show Rural realizado em Cascavel, no Paraná, emfevereiro passado, recebeu as primeiras reclamações de produtores rurais denunciado os processos fraudulentos da Funai. Os presidentes das Federações da Agricultura dos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul, além da Presidente da CNA, Senadora Katia Abreu, entregaram à Presidente um relatório com as denuncias. Dilma mandou Gleisi investigar o assunto. Leia mais…

A calma continua sendo uma qualidade?

17, abril, 2013 4 comentários

Leo Daniele

"Vem a noite, e com ela aquela segurança dentro da casa, enquanto a intranquilidade da escuridão domina em volta dela. É a alegria, a felicidade das situações" (Plinio Corrêa de Oliveira)

Ser calmo ainda é uma qualidade? Dir-se-ia que, para muitas pessoas, não é mais. Elas julgam que ela difunde um odor de monotonia onde se instala, e para fugir da sonolência é preciso fugir da calma. Calma é “bobeira”. E assim, a agitação, a confusão e mesmo o nervosismo são vistos como algo que deve ser procurado, ou pelo menos tolerado neste ocaso da civilização cristã.

O curioso em muitos dos que assim pensam, é que frequentemente criticam a falta de calma… nos outros. Enquanto isso, os consultórios médicos e hospitais se enchem de pacientes queixando-se de nervosismo e enfermidades conexas.

Fatal  engano: a verdadeira calma não é monotonia. Muito pelo contrário, como diz Dr. Plinio: Leia mais…

As “quase favelas rurais” do Ministro Gilberto Carvalho

11, abril, 2013 4 comentários

Apesar de tardio, foi contundente o reconhecimento por Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República e elemento de ligação com os movimentos sociais, de que os assentamentos de trabalhadores sem-terra criados pelo Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) se transformaram em “quase favelas rurais”.

Criada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira há mais de 30 anos, a expressão “favela rural” (ver fac-simile da capa do livro ao lado publicado na década de 1980) tem sido amplamente utilizada para descrever a realidade da Reforma Agrária.

Só que o crescimento da referida “favela” foi tão desmesurado, que hoje ninguém pode escondê-lo. E o “quase” do ministro deixa transparecer sua vergonha pela constatação. (Cfr: “O Estado de São Paulo”, 18-2-13)

“E triunfará mesmo!”

1, abril, 2013 13 comentários

Leo Daniele

Um raio caiu na cúpula de São Pedro há poucos dias, quando da renúncia de Bento XVI ao Papado, com grande significado simbólico. Como interpretá-lo tendo em mente que Nossa Senhora em Fátima anunciou acontecimentos terríveis, mas que: Por fim meu Imaculado Coração triunfará?

Na homilia para a Sexta-Feira Santa de 2005, o cardeal Joseph Ratzinger, que um mês depois sucederia a João Paulo II como Bento XVI, lamentou: “Muitas vezes, Senhor, a tua Igreja parece-nos um barco pronto para afundar“.

Oito anos se passaram, e a situação não fez senão piorar. Não é preciso dar detalhes, pois eles nos entram olhos adentro. Fato expressivo foi um raio cair sobre a cúpula de São Pedro. Como dizia São Paulo, “dies mali sunt” (os dias estão ruins). Leia mais…

A Paixão de Cristo revive na Paixão da Igreja

28, março, 2013 13 comentários


Plinio Corrêa de Oliveira (*)

A evidência dos fatos deixa patente que a partir do Concílio Vaticano II [foto abaixo] penetrou na Igreja, em proporções impensáveis, a “fumaça de Satanás”de que falou Paulo VI, a qual se foi dilatando dia a dia mais, com a terrível força de expansão dos gases. Para escândalo de incontáveis almas, o Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo entrou no sinistro processo da como que autodemolição, a que aludiu aquele mesmo Pontífice, em Alocução de 7 de dezembro de 1968.

A História narra os inúmeros dramas que a Santa Igreja Católica Apostólica Romana sofreu nos vinte séculos de sua existência. Oposições que germinaram fora d’Ela, e de fora mesmo tentaram destruí-la. Tumores formados dentro d’Ela, extirpados, contudo, pela própria Esposa de Cristo, mas que, já então de fora para dentro, tentaram destruí-la com ferocidade.

Quando, porém, viu a História, antes de nossos dias, uma tentativa de demolição da Igreja, já não mais articulada por um adversário, mas qualificada de como que autodemolição em altíssimo pronunciamento de repercussão mundial?

A atitude normal de um católico vendo a Igreja, sua Mãe, passar por essa crise deve ser antes de tudo de profunda tristeza, porque é lamentável que isso seja assim. É um perigo para incontáveis almas que a Igreja seja afligida por tal crise. E, por essa razão, pode-se ter a certeza de que quando Nosso Senhor, do alto da cruz, viu todos os pecados que haveriam de ser cometidos contra a obra da Redenção que Ele consumava de modo tão profundamente doloroso, sofreu enormemente em vista de tal gênero de pecados, cometidos em nossos dias. Leia mais…

A concepção de Frei Beto sobre a Igreja é diametralmente oposta à Santa Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo

17, março, 2013 24 comentários

Paulo Roberto Campos

Acima à esquerda, uma igreja bem ao estilo "Teologia da Libertação", igualitária e tribalista, contrasta com o esplendor da Basílica de São Pedro em Roma

Começo prestando uma homenagem a Frei Beto. Por ser partidário da teoria do gênero, talvez ele não goste da palavra homenagem, derivada de homem. Seja como for, homenageio-o grafando seu pseudônimo com apenas um “t”, atendendo assim aos ditames de sua mentalidade miserabilista, contrária ao supérfluo…

Em seu recente artigo “Os desafios para o novo Papa” (“O Globo”, 6-3-13), logo de início o controvertido “teólogo” da libertação faz uma declaração muito apropriada para quem desejasse a destruição da Santa Igreja como Nosso Senhor Jesus Cristo A estabeleceu, ou seja, uma instituição sacral e hierárquica.

Escreve o irrequieto frade dominicano, tão simpático ao regime ditatorial cubano que há mais de 50 anos subjuga e escraviza — não por um “governo colegiado”, mas através de um “chefe de Estado supremo e absoluto”, Fidel ou Raúl Castro — todo um povo: Leia mais…

O anti-programa de Frei Betto (e de muitos outros) para o Papado

11, março, 2013 3 comentários

Leo Daniele

Em recente artigo,[1] Frei Betto enumera o que ele chama de desafios do novo Papa, a ser eleito pelo conclave com inicio na presente semana. É surpreendente como vai longe o autor! Antes de mais nada, vejamos o que é para ele Deus, o princípio e fundamento do tudo. Segundo o dominicano, Bento XVI teria   abolido “a teoria criacionista da doutrina católica e admitindo o evolucionismo”.

Entretanto, o Credo católico começa com as palavras: “Creio em Deus Padre todo poderoso, criador do Céu e da Terra”. É o  contrário das idéias adotadas por Frei Betto. Se esse ponto inicial está errado, o que será das consequências que dele tira? Quais são e que consequências trazem suas doutrinas sobre Deus e o universo?

Frei Betto afirma que, caso sejam verdadeiras,“isso significa mexer na estrutura piramidal da Igreja, flexibilizar o absolutismo papal, instaurar um governo colegiado”. Ou seja, desalienar a Igreja. “Desalienar”? Que vem a ser isso? Leia mais…

Tendo em vista o “Processo de Autodemolição” e a “Fumaça de Satanás”, os católicos desejam uma coisa: CLAREZA

3, março, 2013 14 comentários
Raio atinge a cúpula da Basílica de São Pedro, em Roma, poucas horas após a renúncia de Bento XVI. Foto: Alessandro di Meo/AFP

Raio atinge a cúpula da Basílica de São Pedro, em Roma, poucas horas após a renúncia de Bento XVI. Foto: Alessandro di Meo/AFP

A revista Catolicismo deste mês (edição nº 747), em cuja capa está estampada a foto acima, publica um luminoso artigo de Plinio Corrêa de Oliveira (1908-1995) que — como o leitor certamente perceberá — está impressionantemente vinculado aos acontecimentos da época atual de Sé Vacante[1]. Como se sabe, é o interregno iniciado no dia 28 último, com a renúncia de Bento XVI, e que se encerrará quando for escolhido seu sucessor.

Apesar de ser um artigo que veio a lume há 35 anos (publicado na “Folha de S. Paulo” em 16-8-78), o autor, como afirma a revista, às vésperas de um novo Conclave[2], “poderia levantar em linhas gerais as mesmas perguntas nele formuladas, para as quais todos os católicos desejariam respostas claras”.

A seguir transcrevemos tal matéria, que o eminente líder e pensador católico escreveu às vésperas do Conclave de agosto de 1978, que elegeu o Papa João Paulo I.
___________
[1] Sé Vacante — do latim “Trono Vazio”.
[2] Conclave — do latim cum clave, que significa com chave. É a reunião fechada dos Cardeais na Capela Sistina para a eleição do Romano Pontífice.

CLAREZA
Plinio Corrêa de Oliveira

Plinio Correa de Oliveira

Nesta época em que o público tem tanta influência até mesmo nos círculos mais reservados — nesta época em que tanta gente confunde público com publicidade, e imagina candidamente que a face da publicidade exprime sempre a do público — nesta época, enfim, em que tantas vezes um público átono, adormecido, deixa correr os acontecimentos sem entender o clamor publicitário, nem a conduta dos homens públicos, frequentemente hipersensíveis a tal clamor, pergunto: será real que as multidões veem e sentem as coisas como as apresentam tantos dos chamados meios de comunicação social?

No tocante ao Brasil, como à Igreja, sou levado a responder pela negativa. Deixo aqui de lado o Brasil, pois assim o manda o amor à brevidade. E passo a falar da Igreja. Da Igreja, sim, nestas vésperas de Conclave.

* * * Leia mais…

Credo in Unam, Sanctam, Catholicam et Apostolicam Ecclesiam

15, fevereiro, 2013 3 comentários

Julgamos oportuno difundir entre nossos leitores o aviso publicado no site dedicado à difusão da obra de Plinio Corrêa de Oliveira por meio digital (http://www.pliniocorreadeoliveira.info/novidades.asp).

***

Ante o transcendental e histórico anúncio da renúncia ao Papado por parte de Bento XVI, acolhemos oportuna sugestão que recebemos no sentido de ampliar a seção ESPECIAL dedicada à coletânea dos documentos públicos do Prof. Plinio relativos a diversos pontificados, sobretudo a partir de Pio IX até João Paulo II inclusive. Proporcionam eles importantes pontos de referência para análise – sob o prisma histórico e contra-revolucionário – da grave conjuntura em que se encontra a Santa Igreja nos presentes dias. Tal ampliação será feita na medida de nossas possibilidades, mas nossos estimados visitantes já dispõem de farto material à disposição.

É oportuno igualmente recordar o que escreveu Plinio Corrêa de Oliveira em sua obra-mestra “Revolução e Contra-Revolução”, em seu Posfácio de 1992:

“Em meio a esse caos, só algo não variará. É, em meu coração e em meus lábios, como no de todos os que vêem e pensam comigo, a oração transcrita ao final da Parte III: ‘Levanto meus olhos para ti, que habitas nos céus. Assim como os olhos dos servos estão fixos nas mãos dos seus senhores, e os olhos da escrava nas mãos de sua senhora, assim nossos olhos estão fixos na Senhora, Mãe nossa, até que Ela tenha misericórdia de nós’. É a afirmação da invariável confiança da alma católica, genuflexa, mas firme, em meio à convulsão geral. Firme com toda a firmeza dos que, em meio da borrasca, e com uma força de alma maior do que esta, continuarem a afirmar do mais fundo do coração: ‘Credo in Unam, Sanctam, Catholicam et Apostolicam Ecclesiam’, ou seja, Creio na Igreja Católica, Apostólica, Romana, contra a qual, segundo a promessa feita a Pedro, as portas do inferno não prevalecerão“.

A anticultura do Ministério da Cultura

27, novembro, 2012 6 comentários

Nilo Fujimoto

A publicação no diário oficial de uma portaria do Ministério da Cultura estabelecendo grupos de controle de orientação LGBT, cuja finalidade é fiscalizar as atividades do próprio Ministério no tocante à promoção de “cultura LGBT”, deu-me ensejo a uma reflexão sobre o que é cultura.

Antes de seguir a leitura tente responder: o que é cultura?

Difícil de responder? Também achei.

Ao meu alcance estava o site Leia mais…