José Carlos Sepúlveda
Os laços de inequívoca amizade e companheirismo entre Luiz Inácio Lula da Silva e Mahmoud Ahmadinejad, o líder do regime islamo-fascista do Irã, têm despertado em relação ao Presidente explicáveis desconfianças e fundadas críticas, no Brasil e no Exterior.
Jackson Diehl, jornalista do Washington Post, em artigo intitulado “Lula desprezado pelo Irã”, escreveu no seu blog:“O melhor amigo de tiranos no mundo democrático – o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva – foi mais uma vez humilhado por um de seus clientes. No caso o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, o financiador do terrorismo e negador do Holocausto, que Lula literalmente abraçou”.
Ex-guerrilheira e candidata
Diehl, após discorrer sobre a política externa do governo, encerra seu artigo apontando para a disputa eleitoral brasileira: “O mandato de Lula está chegando ao fim; ele faz uma dura campanha a favor de sua escolhida Dilma Rousseff, uma ex-guerrilheira marxista que com ele compartilha afeição por ditadores anti-americanos”.
O articulista coloca o dedo na ferida! Lula – “o melhor amigo de tiranos” – tenta eleger uma ex-guerrilheira marxista, cúmplice ideológica de ditadores.
O quadro é objetivo e grave. Entretanto, parece estar quase completamente ausente da disputa eleitoral, o que não deixa de causar estranheza.
Época rompe o silêncio
A revista Época prestou, nesse sentido, um bom serviço ao esclarecimento do quadro eleitoral, ao estampar em suas páginas uma reportagem dedicada ao passado que a candidata do PT e de Lula não gosta de mencionar: sua participação em organizações da luta armada. Leia mais…