Uma voz corajosa contra o lobby homossexual
Atilio Faoro

Para a ministra da Igualdade da Polônia, Elzbieta Radziszewska, as escolas católicas tem o direito de não aceitar e despedir professores homossexuais.
É possível resistir às pressões do lobby homossexual? Esta pergunta tem justificado propósito, pois quase não se ouve falar de oposição por parte das autoridades em relação às pretensões da agenda homossexual. O fato é preocupante.
As situações, às vezes, chegam ao limite do absurdo. Como se sabe, o dever dos juízes é de aplicar a lei.
Ora, quando as leis, por exemplo, não permitem a união entre pessoas do mesmo sexo, alguns magistrados complacentes ou adeptos da justiça alternativa (que julgam pela “realidade social” e não segundo a lei), arranjam formas de decidir ao arrepio da ordem jurídica. Em alguns casos, até a Carta Magna se transforma em letra morta.
Um triste exemplo nos chegou nestes dias pela imprensa do Mato Grosso. “A adoção homossexual é uma realidade, deveria estar prevista em lei”, afirmou recentemente o juiz da Infância e Juventude da comarca de Cáceres (230 km de Cuiabá), Luiz Otávio Oliveira Sabóia Ribeiro, palestrante do seminário “Adoção, Um Novo Nascimento”, que se realizou entre os dias 4 e 5 de outubro.
Uma voz corajosa e contra a corrente
Neste contexto de confusão, de subserviência e de compromisso, surge afinal uma voz corajosa. Ela vem da ministra da Igualdade da Polônia, Elzbieta Radziszewska, membro do Partido da Plataforma Cívica, grupo de centro-direita atualmente no governo. Leia mais…

