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Textos com Etiquetas ‘Televisão’

Enquete: “Beijo homossexual” incomoda a família brasileira, diz nota do SBT ao justificar censura em novela

5, julho, 2011 18 comentários

A cena de um beijo entre dois homossexuais, que seria exibida no dia 7 de julho na novela “Amor e Revolução”, foi vetada pela direção do canal de televisão SBT.

Em um comunicado oficial, o canal disse que “realizou uma pesquisa para avaliar o desempenho de ‘Amor e Revolução’”. E o resultado “apontou a insatisfação do público” em relação a essas cenas que “incomodaram a maioria das famílias brasileiras”.

Segundo o autor da novela, Tiago Santiago, que teve que acatar a decisão da direção, “há uma preocupação com a audiência mais conservadora”.

Se o leitor se preocupa com essa situação, clique aqui e seja informado por email de nossas campanhas e artigos em defesa da família.

O fato do SBT se ver na obrigação de dar marcha ré nessa investida demonstra a força do conservadorismo na opinião pública brasileira, que infelizmente muitas e muitas vezes não é levada em conta pelas mídias. Do outro lado, fica clara a artificialidade da pressão do movimento homossexual, que nada seria se não fosse o apoio aberto e declarado dessas mesmas mídias, para não mencionar os governos.

Para você, leitor, os programas de televisão, em geral, tem se preocupado com a família?

TV: os próprios atores reconhecem o veneno.

20, abril, 2011 11 comentários

Márcio Coutinho

Seremos responsáveis pela lama que nossos filhos recebem todo o dia da televisão. Se até os próprios atores reconhecem isso, por que fechamos os olhos?

Paris, 1968. O mundo parou para ver a revolta de um magote de estudantes da Universidade da Sorbonne que vociferavam: “É proibido proibir”.

Nesse slogan, os rebeldes apontavam para um novo “ideal de vida”, em que todas as sadias barreiras da moral, da disciplina e dos bons costumes estariam eliminadas. Maio de 1968, data da Revolução da Sorbonne foi um marco inicial a partir do qual tem-se proliferado a devassidão por todos os meios possíveis: pela moda, pela arte, por novas doutrinas, etc. E, durante anos, um instrumento foi muito útil para essa corrente ideológica : a televisão.

A TV tornou-se um dos maiores difusores desse “ideal de vida libertário”. E a maneira mais eficaz de forçar a Opinião Pública a seguir suas metas é fazê-la acreditar que “todo o mundo pensa assim”. Ái de quem discordar! Será logo tachado de “retrógrado”. Ir contra esse “ideal de vida” é inadmissível. Mais que proibido proibir, é proibido discordar!

Tal é o mau exemplo que a TV nos passa que até atores de programas televisivos reconhecem. Conforme notícia Leia mais…

As três grandes mentiras de Hollywood

5, setembro, 2010 8 comentários

Edson Carlos de Oliveira

Encontrei no site Ética na TV um interessante artigo, traduzido por Edda Frost, de um critico de cinema do New York Post, Michael Medved, intitulado “As três grandes mentiras de Hollywood”.

Ele nos conta algo que qualquer um que conhece um pouco os EUA é capaz de perceber: o divórcio do cinema americano com o estilo de vida da nação.

Os filmes dão uma idéia falsa do que são em profundidade os EUA e fazem com que seus espectadores do mundo todo confundam Nova Iorque com o resto do país ou mesmo em pensar que qualquer moça do Kansas se comporta como uma Britney Spears.

Esse fenômeno hollywoodiano é o que faz imaginar aqui no Brasil, mais especialmente nos ambientes de superficialidade intelectual dos centros acadêmicos, que o Partido Republicano seja representante de uma minoria nos EUA e que só ganha eleições comprando votos ou sabotando as urnas eleitorais (vide charge esquerdista ao lado). Leia mais…

Superficialidade, mau gosto e libertinagem

13, agosto, 2010 4 comentários

Edson Carlos de Oliveira

O homem de hoje vive depressivo, cansado e sem tempo. Nada lhe sacia. Para ele a felicidade é o prazer constante. Chega a imaginar que se uma pessoa pudesse sentir a cada momento uma sensação sensível, aprazível, este seria feliz.

Nesta perspectiva, a menor das dores é considerada, pelo homem de hoje, a desgraça suprema.

Dor. Palavra proibida. Excluída do vocabulário do dia-a-dia. Pronunciá-la traz má sorte. Falar em mortes, doenças ou desastres tornou-se politicamente incorreto. Todo mundo precisa sorrir para tudo e para todos.

Fugir do sofrimento é o ideal de nossos contemporâneos. E por não conseguirem escapar dessa pena imposta por Deus como castigo do Pecado Original, vivem sofrendo. E sofrem por não se livrar da dor. Preferem se deixar iludir pela promessa de um mundo utópico sem ela do que aceitá-la como meio de santificação. Leia mais…