Amoris laetitia: Pronunciamento do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – Apelo aos bispos, aos sacerdotes e movimentos de leigos silenciosos

Pronunciamento do IPCO demonstra as graves consequências do documento pós sinodal Amoris laetitia

amorislaetitia
Para ler o pronunciamento completo, clique no título abaixo.

A Amoris laetitia abre os braços da Igreja e da sociedade para a demolição programada do casamento e da família


 Apelo aos bispos, aos sacerdotes e aos movimentos de leigos silenciosos

Face às sérias reservas e objeções apresentadas por personalidades da Igreja e do laicato católico à Exortação Apostólica Amoris Laetitia (AL), e dada a crescente confusão que esse documento vem semeando nos espíritos em temas de moral familiar, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) julgou seu dever se pronunciar publicamente a respeito. No dia 16 de julho, festa de Nossa Senhora do Carmo, ele emitiu uma declaração pública sob o título acima.

Integrado por leigos católicos, o Instituto tem-se empenhado desde sua fundação na defesa da instituição da família, alvo central da ofensiva revolucionária no século XXI.

O documento lembra os quase novecentos mil católicos do mundo todo, incluindo Cardeais, Arcebispos e Bispos, que enviaram ao Papa Francisco uma Filial Súplica, na qual Lhe pediam respeitosamente que não permitisse “a relativização do próprio ensinamento de Jesus Cristo” no tocante à família. Após a publicação de Amoris laetitia esse escol da população católica mundial só experimentou o gosto amargo da decepção. O Papa Francisco, tão pródigo em receber e afagar acatólicos e até anticatólicos do mundo todo, não teve sequer uma palavra para essa porção de seu rebanho.

Leia o Documento completo aqui.

Grave ruptura com o ensinamento da Igreja – Relativização do Decálogo

Caberia esperar que um documento pontifício dedicado à família advertisse sobre essa gravíssima situação em que ela se encontra. Mas, pelo contrário, na AL se encontra uma indissimulada mudança fundamental na prática pastoral relativa aos chamados “casais irregulares”, e em particular os divorciados ditos “recasados”, permitindo que sejam absolvidos na confissão e recebam a Sagrada Comunhão, com a única ressalva de que seja “caso a caso”, conforme o “discernimento” do sacerdote.

Autorizadas figuras da Igreja e do laicato têm denunciado que tal mudança não é apenas disciplinar, mas implica grave ruptura com o ensinamento tradicional da Igreja. E pedem, portanto, a revogação da AL, pedido com o qual o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira se solidariza, fundamentadamente. Isso se dá enquanto eclesiásticos progressistas aplaudem calorosamente a AL. O cardeal Cristoph Schönborn, ao apresentar oficialmente o texto, regozijou-se porque este “supera” a divisão — que ele julga “artificial”— entre uniões ditas regulares e irregulares, ou seja, lícitas e pecaminosas.

De fato, conforme as circunstâncias, o concubinato e o adultério (a AL evita as palavras, mas o sentido é claro) poderiam até constituir para a AL uma “doação” a Deus!; e nessas situações de pecado haveria inclusive “sinais de amor” que “refletem de algum modo o amor de Deus”. Com essa linguagem insidiosa, não apenas perdem sua validade prática o 6° e o 9° Mandamentos (“Não cometerás adultério” e “Não desejarás a mulher do teu próximo”), mas é toda a ordem natural e divina sintetizada no Decálogo que fica relativizada, em nome de uma apreciação subjetiva das circunstâncias.

Um novo modelo familiar anti-hierárquico

Gravemente questionável é também o modelo “comunitário” de família proposto pela AL, que abunda em alusões negativistas e depreciativas à família tradicional baseada na autoridade paterna, enquanto apresenta a figura idílica de um modelo familiar igualitário, que despoja o marido de sua função de chefe de família e dilui o princípio de autoridade.

Inclusive desvaloriza o preceito de São Paulo, “as mulheres sejam submissas a seus maridos” (Ef. 5: 22), aduzindo ser uma mera “roupagem cultural” da época. E nisto se contrapõe à doutrina católica magistralmente exposta na Encíclica Casti Connubi de Pio XI, que ensina ser imutável a ordem hierárquica na família.

Leia o Documento na íntegra aqui.

Evolucionismo antropológico – inversão da ordem nas finalidades do casamento

Tanto a relativização do adultério quanto o novo paradigma familiar preconizado pela AL se justificariam por uma suposta “mudança antropológica” que estaria a requerer “soluções mais inculturadas”, conforme o grau evolutivo dessa mudança em cada lugar. O cardeal Kasper, principal inspirador da AL, traz exemplos dessa “inculturação”, nos quais o sentimentalismo e o subjetivismo erigem-se em critério para admitir divorciados “recasados” aos Sacramentos.

Afastando-se do modelo tradicional e institucional do matrimônio e aproximando-se do modelo individualista contemporâneo, no qual o vínculo matrimonial fica reduzido a um mero reconhecimento social e legal do afeto mútuo do casal, a AL consagra uma radical inversão na hierarquia dos fins do matrimônio, ao sustentar que este seria “em primeiro lugar”, uma “comunidade da vida e do amor conjugal”. Esta afirmação contradiz frontalmente o claro ensinamento da Igreja, magistralmente recapitulado por Pio XII no seu famoso discurso sobre o Apostolado das Parteiras, de 29 de outubro de 1951, de que o casamento “tem por fim primeiro e íntimo, não o aperfeiçoamento pessoal dos esposos, mas sim a procriação e a educação da nova vida. Os outros fins, embora sendo igualmente queridos pela natureza, … lhe são essencialmente subordinados”.

Nesse sentido, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira faz notar que, ao se rebaixar a finalidade procriativa do casamento a um segundo lugar e dar a primazia ao “compromisso público de amor”, até os indivíduos LGBT poderão alegar que eles também se “amam”, e reclamar assim um status matrimonial!

Legítima e respeitosa resistência – Apelo aos Prelados silenciosos

Em conclusão de sua pormenorizada e documentada análise, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira assinala que, ante um texto tão próprio a desorientar os fiéis e a diluir neles a adesão aos ensinamentos morais da Igreja, “por um dever de consciência e com todo o respeito que merecem a investidura e a pessoa do Sumo Pontífice, vemo-nos obrigados a externar publicamente os graves reparos que o documento suscita em nós”, e “dizer lealmente ao Papa Francisco que não podemos em consciência aceitar os enunciados, a disciplina sacramental e as propostas pastorais da Amoris laetitia que vimos questionando aqui”.

Ao dar este passo de “legítima e respeitosa resistência” aos pontos da AL conflitantes com a doutrina da Igreja, os membros do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira sentem-se amparados no ensinamento de São Pedro, de que é preciso “obedecer a Deus antes que aos homens” (At. 5, 29); bem como no exemplo de São Paulo, que “resistiu em face” ao mesmo São Pedro (Gal. 2, 11), precisamente a propósito de erros disciplinares que este propunha; e também pelo Direito Canônico, que no cânon 212 § 3 consagra o direito, e por vezes o até dever, de expor respeitosamente a discordância da Autoridade eclesiástica. E acrescenta: “Pela similitude de situações, adotamos aqui a afirmação do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira na conclusão de seu famoso manifesto de Resistência à política de distensão do Vaticano com os governos comunistas: ‘Esta explicação se impunha. Ela tem o caráter de uma legítima defesa de nossas consciências de católicos’”.

É fato que entre os católicos, particularmente entre aqueles votados à defesa da vida e da família, cresce o descontentamento com “as iniciativas e os escritos controvertidos do Papa Francisco” em geral, e com a AL em particular. Mas nas fileiras do Episcopado mundial e do Clero, das Ordens e das instituições religiosas observa-se um sugestivo silêncio; que não é apenas um ausentar-se da luta, mas pode indicar também “a retidão de consciência daquele que evita empenhadamente a colaboração ativa com o mal”, inclusive sacrificando eventuais vantagens. 

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira conclui instando aos Prelados e movimentos até aqui silenciosos a “dissipar a confusão doutrinária reinante”, e reafirmar “publicamente e por todos os meios ao seu alcance, os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Santa Igreja sobre a natureza divina e irreformável do matrimônio, seu caráter indissolúvel, à primazia da procriação sobre as demais finalidades do casamento, a estrutura hierárquica da família, e “a impossibilidade de se dar a absolvição sacramental e a Sagrada Comunhão aos que se obstinam em viver publicamente numa situação objetiva de pecado”.

Veja o pronunciamento inteiro em versão PDF:

BotãoBaixarPDF-701x207

 


 

Associações co-irmãs do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira que já aderiram ao presente apelo:

1) Österreichische Gesellschaft zum Schutz von Tradition, Familie und Privateigentum – TFP– Austria
2) Stichting Civitas Christiana — Países Baixos
3) The American Society for the Defense of Tradition, Family and Property — TFP
4) The Philippine Crusade for the Defense of Christian Civilization, Inc.
5) Tradition, Family, Property — Bureau for the United Kingdom
6) TFP-Deutschland — Alemanha
7) Société française pour la défense de la Tradition, Famille, Propriété – TFP
8) Fédération Pro Europa Christiana — França
9) Acción Familia — Chile
10) Krikšcioniškosios Kulturos Gynimo Asociacija – Lituânia
11) Fédération Pro Europa Christiana — Bélgica
12) Österreichische Jugend für eine Christlich-kulturelle Gemeinsamkeit innerhalb des Deutschsprachigen Raumes — Austria
13) Associazione Tradizione Famiglia Proprietà — Italia
14) Irish Society for Christian Civilisation
15) Centro Cultural Cruzada — Colombia
16) Avenir de la Culture — França
17) Tradición y Acción — Espanha
18) Australian TFP Inc.
19) Sociedad Colombiana Tradición y Acción
20) Canadian Society for the Defence of Christian Civilization
21) Asociación Tradición y Acción por un Perú mayor
22) Droit de Naître — França
23) Instytut Edukacji Społecznej i Religijnej im. Ks. Piotra Skargi — Polonia
24) Instituto Santo Condestavel — Portugal
25) Family Action South Africa NPC — Africa do Sul
26) Asociación Fátima la Gran Esperanza — Argentina

 

 


27 comentários em "Amoris laetitia: Pronunciamento do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – Apelo aos bispos, aos sacerdotes e movimentos de leigos silenciosos"

  1. Antº Carlos   20 de fevereiro de 2017 at 14:44

    A essência do cristianismo é a obediência aos mandamentos de Deus; a essência do satanismo é a revolta contra Deus. Nós os católicos verdadeiros, não somos satanistas, somos cristão, quer dizer, somos fiéis aos mandamentos de Deus, não importa a confusão que os satanistas espalhem mundo afora. Adultério sempre foi e sempre será pecado mortal, e nenhuma artimanha de Satanás poderá nos convencer do contrário. Simples assim!

     
    Responder
  2. Cláudia   4 de janeiro de 2017 at 23:09

    Adultério sempre foi pecado. E por falar em rigorismo, o próprio Cristo acrescentou mais um peso nesta culpa. Aquele que apenas olhar para uma mulher com malícia, já cometeu adultério com ela. Se até olhar se comete pecado, então, não deveria nem haver questionamentos sobre este assunto hoje.

     
    Responder
    • Sabedoria franciscana   13 de janeiro de 2017 at 11:35

      Cláudia ,você esqueceu de mencionar que Jesus disse que as prostitutas estavam precedendo os Fariseus no reino dos céus ,pois elas estavam crendo e eles não,e também disse quem não tiver pecado que atire a primeira pedra.Se você for tão santa quanto é rigorosa ,com certeza será canonizada pela igreja,mas Jesus veio chamar os pecadores que precisam de remédio pois estão doentes,entre os quais eu me encontro.Esses bispos estão cometendo um gravíssimo erro, o papa é dotado de infalibilidade e não pode ser questionado em problemas sobre moral ,pois este assunto esta diretamente ligado a salvação do cristão ao qual ele é o principal responsável como chefe da igreja de Jesus,que eles se ajoelhem diante do santo padre e lhes peçam perdão.

       
      Responder
      • ELIANA BRAGA   13 de março de 2017 at 22:30

        Você só se esqueceu de um detalhe que Jesus quando perdoou a prostituta ele perdoou porque ela estava ARREPENDIDA, Ele se encontrou com os pecadores mas queria arrancar deles o pecado, e sempre dizia, o que queres de mim? Pois Ele queria que a pessoa dissesse com a própria boca que estava arrependido, Ele dizia VAI E NÃO PEQUES MAIS! Aí está o ponto nessa questão, Jesus não se sentava com os pecadores e os perdoava sem que eles manifestassem o desejo de viver uma nova vida. O Papa pode errar sim, tanto que você pode procurar ler sobre o Papa Inocêncio III que ficou no purgatório sofrendo muito e apareceu a Santa Lutgarda pedindo orações pois ele havia cometido 3 erros graves no comando da Igreja. Devemos sim rezar pelo nosso querido Papa Francisco, para que reveja esses pontos e que satanás não tenha poder sobre seu Pontificado.

         
        Responder
  3. Sabedoria franciscana   23 de dezembro de 2016 at 12:49

    E quem disse que alguém tem o direito de interpelar o Santo Padre nos seus pronunciamentos.Atitude anticatólica que chega as raias da heresia.
    O rigorismo é tão herético quanto o liberalismo exacerbado.Tudo o que está na AMORIS LAETITIA ,se encontra no catecismo da igreja.Acho o papa muito brando, pois deveria aplicar algum tipo de punição aqueles que tiveram a ousadia de questionar seu Magistério Sagrado.O que você chama de “filial súplica”,é na verdade uma rebelião disfarçada,e o papa como não é bobo não respondeu e fez muito bem.

     
    Responder
  4. lenício alves da silva   20 de novembro de 2016 at 13:43

    Deus instituiu a união do homem com a mulher como uma só carne,unidos por lei natural,JESUS CRISTO,O elevou a condição de SACRAMENTO,o casamento é indissolúvel,o que Deus uniu o homem não separa,desde a gênese Deus disse,que só a morte O separa.Ninguém(nem o papa ) pode mudar os SANTOS EVANGELHOS ensinado pelo Divino Mestre.

     
    Responder
  5. Pingback: Amoria Laetitia is a “serious break with the traditional teaching of the Church” | Biblical False Prophet

  6. Luis Pereira   29 de setembro de 2016 at 11:23

    Pelo que li e vejo aqui, com exceção do comentário de 1 irmão, o que assistimos aqui é a muito farisaísmo! Muito legalismo!
    Parece que estamos a voltar ao tempo dos escribas, fariseus e dos doutores da lei, … pródigos em criticar, julgar e apontar o dedo … mas insensíveis e pobres em perdoar, em dar a mão ao irmão, em … amar!

    Deus caritas est, Deus é amor! Não julgueis para não serdes julgados! Quem não tiver pecados que ouse atirar a primeira pedra!…

    A Igreja deve sair das suas portas, tal como Cristo, para ir ao encontro dos pecadores, para os acolher e receber, para lhes dar o seu acolhimento e perdão. Para lhes oferecer a Cruz de Cristo, o Seu plano de salvação. E é isso que este nosso querido Papa nos tem procurado ensinar: que nos deixemos de farisaísmos, que nos deixemos de agarrar cegamente à letra da lei, lei esta que quando é executada sem amor é morta.

    A lei, a lei, a lei, … E onde fica o amor??? o amor filial do Pai?

    Até Cristo, quando fazia milagres aos sábados, foi julgado e criticado pelos fariseus, pois Ele não estava a “cumprir a lei”…
    Por isso, nada me espanta que os “novos” fariseus deste tempo julguem e critiquem o vigário de Cristo na terra…

    Ouvi, inclusive, aqui falar em “Alta teologia”… Que é isto meu Deus??? Onde está aqui o amor??? Porventura se lembram do Mandamento Novo “Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei”??? Ou será que essa “Alta teologia”, da cátedra, das faculdades e dos teóricos se sobrepõe ou é mais importante que os atos simples de amar, e de “Amar sem medida”???

    Que Igreja é esta??? Que Igreja temos sido nós??? Que Igreja alguns (fariseus) pretendem???

    Sou Católico, casado e pai! Defendo a família tradicional, com todas as minhas forças!
    Porém, e como filho de Deus, não me posso afastar do Mandamento Novo.

    Obrigado querido Papa Francisco, pelas tuas belas palavras, atitudes e ensinamentos! Que continues a “Ligar aqui na terra” o que Deus pretende “Ligar nos céus”.

    Oremos pelo nosso mui amado Papa Francisco e pelo seu ministério (afinal, é essa a nossa obrigação, como seus irmãos em Cristo e como seu rebanho).

     
    Responder
  7. Alcindo Silveira   15 de setembro de 2016 at 10:54

    Irmãos, como nas antigas comunidades, sofro hoje confuso sobre tudo o que está acontecendo dentro da nossa Santa Igreja.

     
    Responder
  8. Alvaro Orozco Carballo   14 de agosto de 2016 at 1:43

    NOTA DE ADHESION:
    Nos hemos adherido a este estudio de IPCO desde la hermeneutica tradicional del mismo.
    En consecuencia si la exhortacion implica que se admite como valido y licito un segundo matrimonio mientras vivan los consortes de una union conyugal sacramental no lo podemos admitir ya que contradice los dogmas de la Iglesia y de la Tradicion Catrolica Universal en su lectura de la Sagrada Escritura. Sostenemos, mientras no se nos demuestre lo contrario, que los terminos de la exhortacion aluden a los casos donde se dan las causales del 1095 y demas nulidades matrimoniales, aunque quiza sin los metodos de verificacion del Codigo de derecho canonico de 1917 y del vigente.Quiza menos “juridicamente” y mas “pastoralmente” sion contradecir la moral universal de la Tradicion Catolicas y los dogmas referentes a la indisolubilidad conyugal, lease Tomas de Aquino, Concilio de Trento.
    Familia y Vida

     
    Responder
  9. Alvaro Orozco Carballo   14 de agosto de 2016 at 1:31

    ADHESION ;
    Nos adherimos a este estudio y manifiesto de IPCO, con la siguiente reserva: Si lo refutado es el ideario de la exhortacion o, oponiendonos en cuanto nos sea posible a cualquier difusion del mismo.
    Consideramos que , mientras no se pruebe lo contrario, la exhortacion en cuanto magisterio eclesial ordinario no infalible ha de interpretarse, en cuanto sea posible, a la luz de las notas a pie de pagina del mismo como criterio hermeneutico: Magisterio Eclesial extraordinario infalible y ordinario no infalible de los sucesivos Romanos Pontifices y Concilios Ecumenicos, Tradicion eclesial universal: Padres de la Iglesia y Doctores de la misma sobre todo de Santo Tomas de Aquino.

    INSTITUTO JURIDICO PRO FAMILIA Y VIDA NAZARETH

     
    Responder
  10. Pingback: Pronunciamiento del IPCO demuestra las graves consecuencias del documento postsinodal Amoris laetitia | Familia Uruguaya Cristiana

  11. FILIPE   25 de julho de 2016 at 21:54

    Não sou dotado da mesma ciência sobre os textos da igreja, mas o que vejo no texto é quase um chamamento ao cisma, similar ao que Mons. Lefebvre fez anos atrás… Sendo um texto assinado pelo Papa Francisco não deveria ser considerada também o dom da infalibilidade do ministério petrino falando “ex catedra”, ou ele assinou a AL como Mário Bergoglio?! Pois pelo que li da exortação ele inicia e finaliza o texto como sucessor de Pedro, que ouviu de Cristo “o que ligares na terra será ligado no céu”… Ou Cristo e a igreja erraram nos seus escritos?! Porque olhar o tema como destruição da instituição ao invés de olhar com amor o pecador e sua real intenção de ser bom?! Cada vez que conheço mais os textos deste instituto mais acredito que cismas são tão modernos quanto nossos problemas de igreja. Realmente é estranho ler textos de católicos mais católicos que o Papá, talvez de cristãos mais cristãos que o próprio Cristo… Pena ver tamanha inteligência sendo usada para semear a divisão dentro da igreja… De fato a fumaça do inferno entra pelos vãos da instituição igreja católica, onde irmãos já não se amam mais como em Atos, fatos e textos assim são causa de escândalo e jogam contra a evangelização dos não cristãos… Pena que ao invés de juntarmos forças para uma evangelização que atenda a todos os carismas tenhamos esse tipo de desserviço que só separa, ao contrário do “que sejam um…”. Cada texto daqui me faz dar mais razão para as pessoas que não se aproximam de cristãos que se não são cristãos… O maior problema da igreja realmente somos nós que não só mantemos mas apoiamos e reforçamos atitudes que não entendo que sejam cristãs… Que Deus possa ser mais misericordioso conosco do que somos com nossos irmãos, entre eles o Papa, já que nem ele é respeitado, nem mesmo quando fala ex catedra…

     
    Responder
    • José Silveira Viana   26 de julho de 2016 at 17:31

      Prezado Filipe, sua humildade é digna de nota como se denota de sua afirmação que “Não sou dotado da mesma ciência sobre os textos da igreja”, entretanto, surpreende sua ousadia na sentença seguinte: “, mas o que vejo no texto é quase um chamamento ao cisma, similar ao que Mons. Lefebvre fez anos atrás…”.

      A Exortação Apostólica pós-Sinodal AL não está revestida do caráter de infalibilidade decorre daí que as sua construção conceitual pecar pela base.

      O IPCO de nenhum modo passou sequer a quilômetros longe de publicar um texto “quase um chamamento ao cisma”, mais longe ainda da ação praticada por Mons. Lefebvre (isso já é contorcionismo).

      A menos que prove que a invocação do cânon 212 § 3 citado não se aplique ao texto.

       
      Responder
      • FILIPE   27 de julho de 2016 at 8:41

        Gostaria de entender porque uma exortação apostólica, assinada pelo Papa não estaria revestida da infalibilidade própria do ministério petrino. No cânon 212 / 3 acredito que você tenha ido contra o trecho “a referência devida aos pastores, tendo em conta a utilidade comum…” já que eu na minha ignorância, de fato, frente a sua ciência não consiga entender porque agora a infalibilidade não caiba numa exortação apostólica assinada pelo pastor maior da igreja terrena…

        Mas ao meu ver o maior problema é sua defesa em prol da fé e formação mais cristã da igreja divida as pessoas entre as que estão em conformidade com seu pensamento vs os que estão olhando com os olhos da misericórdia situações que só jogam contra a igreja, que ao convocar o mais correto nas leis se pareça tanto aos mestres da lei que a colocavam acima da visão de amor que Jesus pregou em vida… Chego a pensar que parecido ao Mons. Lefebvre vocês sejam contrários ao Concílio Vaticano II, como os lefebvristas, por dar abertura demais a igreja para a nova evangelização proposta aí… Por isso ao invés de prestar um serviço a igreja acabam passando o limiar da utilidade e se tornam quase um desserviço fazendo com que pessoas sejam não contrárias ao movimento do papa mas sejam contrários a pessoa dele, que é o atual sucessor de Pedro… Só por isso… Até porque a igreja é rica em carismas para atingir a todos, se restringirmos o Espírito vamos dar a igreja ferramentas limitadas não chegando mais a permitir que Ele aja com todo poder possível, sendo restringido a nossa pequenez… Mas esse é só o pensamento de uma pessoa muito menos instruída que vocês. Ainda assim obrigado pela atenção…

         
        Responder
        • Henrique   27 de julho de 2016 at 16:57

          Felipe, permita-me entrar na conversa. Você está caminhando sobre um terreno muito espinhoso. Há discussões de alto padrão feitas por teólogos, inclusive santos, dos mais eminentes a respeito de alguns pontos levantados na sua mensagem.

          Você reconhece não ser “pessoa instruída”, mas mesmo assim lança acusações de cisma e divisão. Se você não tem preparo e informações suficientes sobre o assunto, por que acusa o IPCO com fundamento nos mesmos assuntos ignorados por você?

          Segundo a sua rotina de acusações, estaria também fomentando cisma “o grupo de estudiosos católicos, prelados e clérigos que enviou um apelo ao Colégio dos Cardeais pedindo que eles solicitem do Papa Francisco um “repúdio” ao que eles vêem como “proposições errôneas” contidas na Amoris Laetitia”, (Edward Pentin – National Catholic Register, 11 de julho de 2016).

          Atenção. No caso, sua acusação de cisma vai contra bispos e padres, não só contra leigos, como os membros do IPCO.

          Para entender “porque uma exortação apostólica, assinada pelo Papa não estaria revestida da infalibilidade” você teria que saber, só para começar, a distinção entre Magistério Ordinário e Magistério Extraordinário.

          Sobre este último, os conceitos: definição papal ex-cátedra, sobre fé e moral, como doutor e teólogo, para toda a Igreja, entre outros.

          Mais: as diferenças entre os diversos objetos próximos e remotos para as definições dogmáticas, fatos dogmáticos, documentos conciliares, documentos litúrgicos, etc.

          Consulte, se estiver interessado em basear suas acusações a partir de alta teologia, o famoso estudo de Arnaldo Xavier da Silveira sobre a autoridade dos documentos pontifícios e magisteriais.

          Você fez sua apologia dos “carismas da igreja”. São Paulo Apóstolo teve o “carisma” de contradizer, respeitosamente, a São Pedro, o próprio papa. Você acha, Felipe, que São Paulo estava fomentando o “cisma” e a “divisão” ao “resistir em face” ao primeiro papa?

          Você acha que os inúmeros santos que admoestaram papas na história da Igreja estavam fomentando cismas e divisões?

          Cuidado, Felipe. As consequências de suas precipitações podem ser terríveis.

          Eis aquilo que não é precipitação: a sã doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo ensinada através de 2 mil anos de história da Igreja, sem alterações ou tergiversações, sempre límpida e fulgurante como a própria verdade!

          Nisso, podemos nos fiar.

           
          Responder
          • Sabedoria franciscana   23 de dezembro de 2016 at 13:40

            Henrique,Os bispos quando o papa não respondeu a suas indagações,o que por si só e repugnante, eles a tornaram pública numa nítida afronta a autoridade papal ,o que deveria provocar uma dura punição por parte do sumo pontífice.
            Acho interessante você considerar tais membros do clero “santos” quando o preceito de santidade está revestido principalmente pela obediência , o que a meu ver eles não praticaram. Ao falar do “ensinamento autêntico”, o Vaticano II declarou:

            “Quando ensinam em comunhão com o Romano Pontífice, os bispos devem ser considerados por todos como testemunhas da verdade divina e católica; e cada fiel deve aceitar o juízo que o seu bispo dá em nome de Cristo, nas coisas de fé e moral, e aderir a ele com religioso respeito.

            Este assentimento religioso da vontade e da inteligência deve, de modo particular, prestar-se ao magistério autêntico do Romano Pontífice, ainda mesmo quando não fala ‘ex-catedra’, de maneira que se reconheça com reverência o seu magistério supremo e se adira sinceramente à doutrina que o Papa apresenta, quais transparecem principalmente quer da índole dos documentos, quer da freqüência em propor a mesma doutrina, quer da própria maneira de falar” (Lumen Gentium 25).

             
          • Henrique   2 de março de 2017 at 17:00

            Esta resposta é feita à postagem do Sr. “Sabedoria franciscana” logo abaixo.
            Não é possível responder diretamente ao comentário, porque parece haver um limite de respostas por postagem.
            Assim, reproduzo aqui a postagem do Sr. “Sabedoria franciscana” e em seguida nossa resposta.

            ***

            Henrique,Os bispos quando o papa não respondeu a suas indagações,o que por si só e repugnante, eles a tornaram pública numa nítida afronta a autoridade papal ,o que deveria provocar uma dura punição por parte do sumo pontífice.
            Acho interessante você considerar tais membros do clero “santos” quando o preceito de santidade está revestido principalmente pela obediência , o que a meu ver eles não praticaram. Ao falar do “ensinamento autêntico”, o Vaticano II declarou:
            “Quando ensinam em comunhão com o Romano Pontífice, os bispos devem ser considerados por todos como testemunhas da verdade divina e católica; e cada fiel deve aceitar o juízo que o seu bispo dá em nome de Cristo, nas coisas de fé e moral, e aderir a ele com religioso respeito.
            Este assentimento religioso da vontade e da inteligência deve, de modo particular, prestar-se ao magistério autêntico do Romano Pontífice, ainda mesmo quando não fala ‘ex-catedra’, de maneira que se reconheça com reverência o seu magistério supremo e se adira sinceramente à doutrina que o Papa apresenta, quais transparecem principalmente quer da índole dos documentos, quer da freqüência em propor a mesma doutrina, quer da própria maneira de falar” (Lumen Gentium 25).

            ***

            Sr. “Sabedoria franciscana”, seus comentários são realmente reveladores. Reveladores no sentido ainda mais evidente do que os do Felipe, acima expostos. Eles denotam ainda mais a quase completa falta de conhecimento em pontos teológicos e históricos fulcrais. Além se serem de uma precipitação pueril.

            Vejamos. Primeiro você diz que os “bispos tornaram pública uma nítida afronta a autoridade papal”. Sr. “Sabedoria”, por favor, tais bispos estão apenas usando recursos legitimados pelas próprias leis da Igreja. Procure os cânones que tratam do assunto.

            Depois que o senhor estuda-los um pouco, aí veremos se convém ao papa Francisco lançar “uma dura punição” a essas, conforme o senhor diz, “repugnantes indagações” dos bispos em tela, numa atitude que seria, no mínimo, surpreendente no chamado pontificado da “misericórdia”.

            E quanto ao ataque leviano traduzido na expressão “tornaram pública”? Oh! Sr. Sabedoria, quando há uma admoestação fraterna a uma autoridade é justamente assim que se faz… publicamente! Veja o que diz o Doutor Angélico, Sto. Tomás de Aquino:

            “Havendo perigo próximo para a fé, os prelados devem ser arguidos, até mesmo publicamente, pelos súditos. Assim, São Paulo, que era súdito de São Pedro, arguiu-o publicamente, em razão de um perigo iminente de escândalo em matéria de Fé. E, como diz a Glosa de Santo Agostinho, ‘o próprio São Pedro deu o exemplo aos que governam, a fim de que estes afastando-se alguma vez do bom caminho, não recusassem como indigna uma correção vinda mesmo de seus súditos’” (Summa, II-II, 33, 4, 2).

            “A repreensão foi justa e útil, e o seu motivo não foi leve: tratava-se de um perigo para a preservação da verdade evangélica. (…) O modo como se deu a repreensão foi conveniente, pois foi público e manifesto. Por isso, São Paulo escreve: ‘Falei a Cefas’, isto é, a Pedro, ‘diante de todos’, pois a simulação praticada por São Pedro acarretava perigo para todos” (ad Gal., 2, 11-14, lect. III. nn.)

            Poderíamos discutir se, por exemplo, os “dubia” dos cardeais foram uma afronta ou não. O senhor chama-as, ao que parece levianamente, de afronta. O fato é que, mais uma vez, tais arguições são sustentadas pelas próprias leis da Igreja.

            Se elas são afrontas, cabe a autoridade da Igreja apontar a afronta e desmontar suas acusações. Isso ainda não aconteceu!

            Outra. Não entendi sua contestação ao uso da expressão “santos” na última postagem.

            Antes de mais, não atribuí o “preceito de santidade”, ao clero atual como transparece de suas palavras.

            O que eu disse foi que houve santos na história da Igreja que admoestaram a autoridade pontifícia. O caso de São Paulo, na citação de Sto. Tomás, é emblemático. Os santos são exemplos para nós, inclusive para o clero. Assim, se o clero de hoje, ou parte dele, segue o exemplo de um santo, age bem.

            Entendeu agora o que eu quis dizer? Ou talvez o senhor pense que São Paulo não é santo!!! Ou o senhor ache que apesar de ser santo ele foi desobediente?!

            Não! Recuso-me a considerar tal absurdo vindo do senhor!

            O fato de ser santo e “obediente” é que fez São Paulo advertir o papa, no caso, o próprio São Pedro!

            Não sei se os membros do clero atual são santos, obedientes ou não. Mas, no caso específico, estão seguindo o exemplo de um santo.

            Última. A citação da Lumen Gentium é correta e se aplica quando o papa e os bispos seguem o que foi sempre ensinado pela tradição da Igreja!

            Mas o que, Sr. Sabedoria, dizer do caso do papa Libério que incentivou o semi-arianismo e dos inúmeros bispos que durante anos seguiram a mesma orientação?

            O que dizer de São Pedro que favoreceu os judaizantes? E supostamente o que dizer dos outros apóstolos, os bispos da época que seguiriam a direção do primeiro papa?

            Deveríamos segui-los na sua orientação errônea? Será que eles tinham, nesses episódios, o “ensinamento autêntico”?

            Ou deveríamos agir como São Paulo? Resistindo e alertando a autoridade pública e respeitosamente?

            Deixo o senhor com essas perguntas para resolver, depois de ponderar melhor suas objeções.

             
        • José Silveira Viana   4 de agosto de 2016 at 8:37

          Filipe, uma vez demonstrado que tem interesse em conhecer as razões mais profundas, dou como certo que será muito útil conhecer as razões de teólogos de segura formação.
          Deixe-me assinalar que São Paulo resistiu em face a São Pedro, foi irreverência, falta de respeito?
          Eu no documento todo não li uma palavra de irreverência, não estaria confundindo irreverência com o ato de apontar o erro com coragem? Peço que indique qual a palavra utilizada que feriu a dignidade do Papa?
          Eis aqui o link da publicação de 45 teólogos a respeito da Exortação Amoris Laetitia:

          http://www.apologistascatolicos.com.br/index.php/catequese/diversos/900-critica-exortacaoapostolica

          Uma boa leitura.

           
          Responder
      • Sabedoria franciscana   23 de dezembro de 2016 at 13:19

        Felipe, a exortação apostólica pós-sinodal está revestida da infalibilidade papal sim;pois trata de assuntos relacionados a moral e conduta dos cristãos e que tem implicações em sua salvação eterna.Querer questionar o papa nesses assuntos é a mesma coisa que chamá-lo de irresponsá-
        vel. Não existe nenhuma “filial súplica” nesses questionamentos o que existe é uma perigosa desobediência que pode sim levar a um cisma.

         
        Responder
    • Simone   28 de julho de 2016 at 14:00

      Não é preciso ser dotado sobre os textos da Igreja, mas conhecer um pouco sobre os mandamentos e os sacramentos para perceber que não só no texto escrito, mas também nas falas controversas do papa que algo não está de acordo com o que presenciamos dos Papas antecessores.

       
      Responder
  12. Simone   18 de julho de 2016 at 16:44

    Parabéns a IPCO por este valioso trabalho em favor da Igreja de Cristo e da família cristã. Mais do que nunca se faz necessário desmascarar e trazer a público toda armação arquitetada pelos progressistas para socavar a verdadeira doutrina.

     
    Responder
  13. Luiz Maria Antonius   18 de julho de 2016 at 5:44

    Há algum tempo estou preocupado com os pronunciamentos sobre a “Família” do Papa Francisco, tenho acompanhado com atenção e sempre me causa perplexidade.
    Li todo o manifesto e agora percebo bem que as forças antí-família estão aproveitando nosso respeito e veneração pelo Papa, e usando o Papado para demolição da Cristandade e da Moral.
    Ora o Papa deveria ser o guardião da Moral, deveria ser aquele que nos governa e santifica, e pelo contrario ele tem usado a linguagem dos destruidores da família, os jargões dos promotores do feminismo e da homossexualidade!
    A situação é realmente muito triste, mas nossa fidelidade à Igreja nos deve levar a ver o problema e não nos calar. Obrigado pela coragem de esclarecer e de falar.

     
    Responder
  14. Pingback: A Amoris laetitia abre os braços da Igreja e da sociedade para a demolição programada do casamento e da família | Agência Boa Imprensa – ABIM

  15. Ralph Rosário Solime   17 de julho de 2016 at 18:28

    Se “um abismo atrai outro”, a permissão para que casais “recasados” sejam equiparados aos casados, abre uma avenida na Igreja para o divórcio ilimitado, pois os que partam para o terceiro, quarto ou quinto” casamentos”, desde se “amem”, estarão dando “sinais de amor a Deus” e perfeitamente aptos à comunhão. O Papa Francisco, anteriormente, afirmado, de modo ambíguo, que não existe mãe solteira, mas, somente, mãe., com isto possibilitando o entendimento de que o casamento não é necessário para ser mãe, logo, para se relacionar sexualmente.

     
    Responder
  16. Alvaro   17 de julho de 2016 at 15:48

    DIVORCIO O MATRIMONIO?
    Al menos la Conferencia Episcopal de Costa Rica se opone a la comunion a los divorciados. Leida la exhortacion Amoris Laetitiae a la luz de sus notas la conclusion es: Aunque en ciertas extremas circunstancias y condiciones podria admitirse en teologia moral un segundo matrimonio y la comunion a una pareja de divorciados, las circunstancias y condiciones de hoy es contrario a toda pastoral genuina, seria clavar un puñal a la sana vida familiar, a los principios de ley natural y revelacion de la misma.

     
    Responder
  17. Jácomo Agostinho Fenólio   17 de julho de 2016 at 14:19

    Parabéns ao IPCO por tão necessário Pronunciamento em defesa da Família, do Matrimônio, da Santa Igreja! Como aludido por um prelado: “Não se muda a Doutrina da Igreja com uma nota de rodapé”, é nosso dever defender a Sã doutrina (conforme definida por Nosso Senhor). Nem nota de rodapé, nem papa, nem ninguém pode modificar o que foi estabelecido por Jesus. Amoris Laetitia é uma afronta à Santa Igreja, ao Matrimônio, à Família.Tem que ser REVOGADA! Católico verdadeiro não segue “isso”! Diante de “tão pavoroso documento magisterial” e de tantos absurdos que nos deixam perplexos, cabe a interrogação: Será legítimo um pontificado tão discrepante do que sempre foi ensinado? Benedito seja Deus que garantiu que as portas do inferno não prevalecerão contra a Santa Igreja. Confiemos nEle! Sigamos defendendo a Santa Madre! Rechacemos pois, tudo que Lhe é contrário!

     
    Responder

Deixe um comentário

Seu e-mail não será publicado