Demagogia e distinção na vida política do Ocidente

A causa da vulgarização de tantos ambientes, tantos costumes, e gradualmente da própria civilização, está em boa parte na adoração do número, expressa no sufrágio universal meramente quantitativo contra o qual tão bem falou o Santo Padre Pio XII.

Demagogia e distinção na vida  política do Ocidente

A causa da vulgarização de tantos ambientes, tantos costumes, e gradualmente da própria civilização, está em boa parte na adoração do número, expressa no sufrágio universal meramente quantitativo contra o qual tão bem falou o Santo Padre Pio XII.


 

Os Servitas de Maria e o senso da Contra-Revolução

Hoje é festa dos Servitas de Maria - são sete Santos Fundadores - “Confessores. Membros da aristocracia florentina, deram à sua Ordem a missão de propagar o culto das Dores da Bem-Aventurada Virgem Maria. Suas relíquias se veneram em nossa capela. Século XIII”.

Os Servitas de Maria e  o senso da Contra-Revolução

Hoje é festa dos Servitas de Maria [No atual calendário, 17 de fevereiro] – são sete Santos Fundadores – “Confessores. Membros da aristocracia florentina, deram à sua Ordem a missão de propagar o culto das Dores da Bem-Aventurada Virgem Maria. Suas relíquias se veneram em nossa capela. Século XIII”.


 

Indumentária, hierarquia e igualitarismo

A Revolução, como todas as formas de deterioração e decadência, está sujeita a uma lei de algum modo parecida à aceleração inerente à queda dos corpos. Nos últimos 20 anos, ela progrediu mais do que nos 50 ou 75 anos anteriores. Enquanto, no afã de nivelar, se manifesta sempre mais em certas pessoas uma tendência para suprimir o fardão dos diplomatas, o uniforme militar, a beca do professor, a toga do magistrado, e até a batina, o traje civil se vai "play-boyzando" e se degradando a um nível e a um estilo que não têm mais qualificativo em linguagem civilizada. Qual será, dentro de 20 anos, o contraste entre um "play-boy" de hoje e um burguês de então? Sob alguns pontos de vista, maior que o contraste entre um burguês atual e um monarca de há 400 anos atrás!

Indumentária, hierarquia e igualitarismo

A Revolução, como todas as formas de deterioração e decadência, está sujeita a uma lei de algum modo parecida à aceleração inerente à queda dos corpos. Nos últimos 20 anos, ela progrediu mais do que nos 50 ou 75 anos anteriores. Enquanto, no afã de nivelar, se manifesta sempre mais em certas pessoas uma tendência para suprimir o fardão dos diplomatas, o uniforme militar, a beca do professor, a toga do magistrado, e até a batina, o traje civil se vai “play-boyzando” e se degradando a um nível e a um estilo que não têm mais qualificativo em linguagem civilizada. Qual será, dentro de 20 anos, o contraste entre um “play-boy” de hoje e um burguês de então? Sob alguns pontos de vista, maior que o contraste entre um burguês atual e um monarca de há 400 anos atrás!


 

As aparições de Lourdes e a Mediação Universal de Nossa Senhora

Estamos na Novena de Nossa Senhora de Lourdes, de maneira que poderíamos acrescentar mais uma palavra a respeito dessa devoção. Acho que dos muitos aspectos que essa devoção tem, um me parece que tem sido insuficientemente acentuado e é o seguinte: os senhores sabem que para o Reinado de Maria, uma verdade fundamental é a Mediação Universal de Nossa Senhora.

As aparições de Lourdes  e a Mediação Universal de  Nossa Senhora

O presente texto é adaptação de transcrição de gravação de conferência do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira a sócios e cooperadores da TFP, mantendo portanto o estilo verbal, e não foi revisto pelo autor. Se o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira estivesse entre nós, certamente pediria que se colocasse explícita menção a sua filial disposição […]


 

Regionalismo, Tradição e bom gosto

Regionalismo, Tradição e bom gosto

Em matéria de arte, deve-se evitar dois extremos igualmente errados. Um é o cosmopolitismo, que visa constituir para o mundo inteiro uma só arte, sem considerar as características próprias a cada povo e a cada região. O outro é o jacobinismo, que rejeita qualquer influência alienígena, mesmo nos casos em que esta é legitima e necessária, para se encerrar no âmbito puramente nacional.


 

Esplendor régio e conforto popular

Esplendor régio e conforto popular

Realidade ou conto de fadas? Ter-se-ia o direito de hesitar, considerando a harmonia, a leveza, a suprema distinção deste castelo, construído sobre águas de uma serenidade e de uma profundidade dignas de lhe servirem de espelho. Dir-se-ia até que esta inimaginável fachada foi feita para ser vista principalmente em seu reflexo nas águas límpidas sobre que paira.


 

Quatro Dedos Sujos e Feios

Este artigo do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, escrito em estilo de crônica no dia 16 de novembro de 1983, na "Folha de São Paulo", sintetiza de uma maneira brilhante - como ele sempre fez - a história do Brasil, recente para nós, mas futura para a época dele. Vemos isto mais especialmente quando ele fala da criminalidade como a revolução social que marcha. A crise nas penitenciárias brasileiras bem o demonstra. O personagem revolucionário criado por ele no artigo, em tom de insulto e provocação, diz: "À vista de tudo quanto eu disse, um governo consciente de suas obrigações tem por dever desmantelar a repressão e deixar avançar a criminalidade. Pois esta não é senão a revolução social em marcha. Todo assassino, todo ladrão, todo estuprador não é senão um arauto do furor popular. E por isto farei constar ao mundo inteiro que a explosão criminal no Brasil está sendo caluniada por reacionários ignóbeis. A criminalidade é a expressão deste furor justamente vindicativo das massas, que os sindicatos e a esquerda católica não souberam galvanizar."

Quatro Dedos Sujos e Feios

A perplexidade se dá bem com macias cadeiras de couro, nas quais o homem sente afundar-se gostosamente. É que há certa analogia entre estar atolado em questões perplexitantes, e em poltronas de molas macias. O homem perplexo, afundado em couros, fica atolado tanto de corpo como de alma, o que confere à situação dele essa […]


 

Altivez popular e pretensão revolucionária

Altivez popular e  pretensão revolucionária

O estado de plebeu pode e deve pois estadear-se tranqüila e dignamente à luz do sol, e o plebeu pode e deve viver com fartura, com despreocupação, com nobreza diríamos em seu estado, no estilo de vida que lhe é próprio, sem sentir a necessidade de se camuflar como burguês, mas mostrando pelo contrário, a todos; de quanta beleza tangível e quanto esplendor moral é capaz a vida de um plebeu resgatado pelo Sangue de Cristo.


 
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