O festival do ódio facilita a operação simpatia

O festival do ódio facilita a operação simpatia

Para não virar barata tonta, ao analisar o presente sempre é bom voltar os olhos para a História. Manifestações carregadas de ódio e de vingança a respeito do falecimento de dona Marisa lembraram-me a Revolução Francesa. Fui reler a justificação do Terror, exposta por Robespierre [gravura abaixo] em discurso à Convenção no dia 5 de […]


 

Quatro Dedos Sujos e Feios

Este artigo do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, escrito em estilo de crônica no dia 16 de novembro de 1983, na "Folha de São Paulo", sintetiza de uma maneira brilhante - como ele sempre fez - a história do Brasil, recente para nós, mas futura para a época dele. Vemos isto mais especialmente quando ele fala da criminalidade como a revolução social que marcha. A crise nas penitenciárias brasileiras bem o demonstra. O personagem revolucionário criado por ele no artigo, em tom de insulto e provocação, diz: "À vista de tudo quanto eu disse, um governo consciente de suas obrigações tem por dever desmantelar a repressão e deixar avançar a criminalidade. Pois esta não é senão a revolução social em marcha. Todo assassino, todo ladrão, todo estuprador não é senão um arauto do furor popular. E por isto farei constar ao mundo inteiro que a explosão criminal no Brasil está sendo caluniada por reacionários ignóbeis. A criminalidade é a expressão deste furor justamente vindicativo das massas, que os sindicatos e a esquerda católica não souberam galvanizar."

Quatro Dedos Sujos e Feios

A perplexidade se dá bem com macias cadeiras de couro, nas quais o homem sente afundar-se gostosamente. É que há certa analogia entre estar atolado em questões perplexitantes, e em poltronas de molas macias. O homem perplexo, afundado em couros, fica atolado tanto de corpo como de alma, o que confere à situação dele essa […]


 

Estilhaçando uma cláusula pétrea

Estilhaçando uma cláusula pétrea

“Não serão objetos de deliberação — diz a atual Constituição brasileira, artigo 60, § 4º —, a forma federativa de Estado, o voto secreto, direto, universal e periódico; a separação dos Poderes; os direitos e garantias individuais”. Interdições estas que são chamadas cláusulas pétreas. Existem cláusulas pétreas fora da Constituição, nos mais variados âmbitos, social, […]


 

Escalada do caos nos presídio nacionais

Está na ordem do dia notícias de rebeliões e morticínios em presídios do Brasil — como os recentes casos macabros ocorridos em Manaus (AM), em 2 de janeiro, e em Boa Vista (RR) no dia 6. A respeito de ocorrências semelhantes, já em 2001 para o grave perigo alertava o Cel. Paes de Lira, então Comandante da Academia de Polícia Militar do Barro Branco (SP). Com grande conhecimento desse problema, ele concedeu uma entrevista à revista Catolicismo (abril/2001). Uma vez que o mesmo problema vem à tona novamente, pareceu-nos oportuno aqui reproduzir a entrevista na qual o Cel. Paes de Lira responde com muita coragem e penetração as questões sobre as causas da falência do sistema carcerário e aponta as medidas para se resolver o crônico problema.

Escalada do caos nos presídio nacionais

Está na ordem do dia notícias de rebeliões e morticínios em presídios do Brasil — como os recentes casos macabros ocorridos em Manaus (AM), em 2 de janeiro, e em Boa Vista (RR) no dia 6. A respeito de ocorrências semelhantes, já em 2001 para o grave perigo alertava o Cel. Paes de Lira, então Comandante da Academia de Polícia Militar do Barro Branco (SP). Com grande conhecimento desse problema, ele concedeu uma entrevista à revista Catolicismo (abril/2001).


 

“STF, condene os corruptos e não os bebês!”

“STF, condene os corruptos e não os bebês!”

Das incontáveis frases “bem sacadas” que observei na manifestação de domingo (04/12) na Av. Paulista, destaco esta: “STF CONDENE OS CORRUPTOS E NÃO OS BEBÊS!”. Creio que este slogan resume bem os recentes acontecimentos nacionais: a tentativa, na calada da noite de 29 de novembro, de se absolver os crimes de políticos corruptos e a condenação […]


 

Um imprevisível desfecho para o Estado brasileiro

"Convém insistir em que o divórcio entre o País legal e o País real será inevitável. Criar-se-á então uma daquelas situações históricas dramáticas, nas quais a massa da Nação sai de dentro do Estado, e o Estado vive (se é que para ele isto é viver) vazio de conteúdo autenticamente nacional."

Um imprevisível desfecho para o Estado brasileiro

Os eventos desta 3ª feira, 29 de novembro, com tudo o que anunciam, evocam esta análise que passo a transcrever


 

A forca verde está balançando e o acordo de Paris quer enforcar o produtor rural brasileiro!

A forca verde está balançando e o acordo de Paris quer enforcar o produtor rural brasileiro!

Concluiu em Marrakesh, Marrocos, a Cúpula do Clima COP22 (Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática 2016) que visou transformar em normas práticas as decisões utópicas do acordo de Paris. Os resultados estão ai! Pela generosa proposta da então presidente do Brasil Dilma Rousseff, ficou erigido um cadafalso para o País!!! As cordas com […]


 
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