Ideologia de Gênero: Revolução Semântica e a experiência, estilo Auschwitz, de John Money

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Dr. John Money, psicólogo e adepto da "Ideologia de Gênero" que fez uma das experiências médicas mais monstruosas da História do século XX
Dr. John Money, psicólogo e adepto da “Ideologia de Gênero” que fez uma das experiências médicas mais monstruosas da História do século XX.

Segundo os defensores da Ideologia de Gênero, nós não nascemos homem ou mulher e a diferenciação sexual seria apenas um acidente anatômico que “convencionalmente” é tido como masculino ou feminino. ou seja, nossa “suposta” identidade sexual é, para eles, uma mera imposição do ambiente em que fomos educados.

Ideologia de Gênero, se já não for, certamente será a principal bandeira revolucionária da cultura da morte. Diversos países já estão aprovando leis ou adotando políticas inspiradas nessa corrente ideológica.

Exemplos não faltam. Veja:

– A difusão no mundo inteiro dessa ideologia começou na IV Conferência Mundial da ONU sobre a Mulher em Pequim -1995.

– Em 2011, na França, o Ministério da Educação introduziu nas aulas de ciências naturais o tema.

– No Canadá os termos pai e mãe foram substituídos por “fornecedores de energias genéticas”;

– Na Espanha por “progenitor A” e “progenitor B”.

– Uma escola na Suécia proibiu que seus funcionários tratassem as crianças como meninos ou meninas.

– Na 55ª sessão da Comissão sobre o Status da Mulher, do Conselho Econômico e Social da ONU, acrescentou-se um novo parágrafo preambular no relatório definindo gênero conforme essa ideologia.

– Enfim, entre muitos outros exemplos, no Brasil, com o PNDH-3, o governo visa “desconstruir a heteronormatividade”.

Revolução Semântica

Nas aulas básicas de português, aprendemos que gênero é a classificação de masculino ou feminino a uma classe gramatical. Mas para os defensores da Ideologia de Gênero o termo é esvaziado de seu conteúdo  conhecido e adquire outro de cunho ideológico. Para eles, gênero indica que o ser humano nasce sem sexualidade biológica e psicológica definida.

Essa instrumentalização das palavras, em que seus conceitos são redesenhados para atingir metas ideológicas ou políticas, sem que o leitor incauto seja avisado, trata-se de uma verdadeira “Revolução Semântica”.

A engenharia lexical revolucionária tem trabalhado muito nestes últimos tempos, não só modificando o sentido das palavras (ex.: paz, democracia, justiça, elite, povo), como cunhando outras (homofobia, heteronormatividade, gay, homoafetividade) que são usadas como poderosas armas psicológicas para tentar mudar a mentalidade da opinião pública.

História de uma monstruosa experiência médica

Brian e Bruce no colo de sua mãe Janet Reimer
Brian e Bruce no colo de sua mãe Janet Reimer

Na década de 1960, na Universidade de Johns Hopkins (Baltimore, EUA), o neozelandês Dr. John Money – ardoroso defensor dos casamentos “abertos”, da prática do sexo grupal e bissexual, do incesto e da pedofilia – defendia exatamente essa tese de gênero.

Em 1965, na cidade de Winnipeg, EUA, o jovem casal Janet e John Reimer tiveram dois filhos, gêmeos univitelinos, Brian e Bruce. Aos oito meses de idade, os meninos foram submetidos a uma má cirurgia de circuncisão, em que foi usado, por razões não explicadas, não um bisturi, mas uma agulha de eletrocauterização, que ocasionou a perda completa do órgão genital de Brian.

Os pais procuraram, então, o psicólogo Dr. John Money, que haviam visto em uma entrevista afirmando que os bebês nasciam sexualmente neutros e que a identidade masculina ou feminina era definida exclusivamente pelo modo com que fossem educados. Essa estranha tese pareceu aos ouvidos do casal como uma solução para o problema de Brian.

John Money viu no caso de gêmeos univitelinos a oportunidade perfeita para sua sinistra experiência. Brian seria transformado em uma menina, enquanto que Bruce permaneceria homem e serviria como elemento de comparação. Indicou, então, ao jovem casal a cirurgia para a mudança de sexo de Brian, a quem os pais passaram a chamar de “Brenda”.

Dr. Money também recomendou aos pais que tratassem sempre Brian como uma menina e nunca contassem nada aos dois filhos, enquanto que John Money acompanharia o desenvolvimento das duas crianças.

Segundo diversas publicações de Money, como em seu conhecido livroMan & Woman, Boy & Girl, a experiência tinha sido um sucesso: Bruce “era um menino forte e levado”; “Brenda”, sua “irmã”, “era uma doce menininha”. Money ganhou fama com esse êxito e a revista TIME publicou uma longa matéria sobre isso.

Mas depois de algum tempo o próprio Money não tocou mais no assunto e isso chamou a atenção de Dr. Milton Diamond, da Universidade do Havaí, que escreveu um artigo, em coautoria com Keith Sigmundson, mostrando uma realidade bem diferente da versão de Money.

Depois que voltou a ser menino, Brian adotou o nome de Dadiv Reimer. Acima, "Brenda"
Depois que voltou a ser menino,
Brian adotou o nome de Dadiv Reimer. Acima, “Brenda”

Dr. Milton descobriu que “Brenda” se rebelava contra as vestes femininas desde os dois anos de idade, não gostava de brincar com bonecas preferindo os brinquedos do irmão, tinha um comportamento visivelmente masculino no ambiente escolar e dizia constantemente aos pais que não se sentia uma menina. Mas estes tentavam convencer a pobre criança de que se tratava apenas de uma “fase” difícil na vida dela que logo passaria. A mãe certa vez tentara suicidar-se pela situação causada e acabou ficando depressiva.

Ao final, John Money desapareceu da vida dessas pessoas e o pai acabou revelando toda a verdade a Brian, que então contava com 14 anos de idade. Buscaram apoio médico, fizeram inúmeras cirurgias para reverter a situação e então o menino passou a ter uma vida masculina normal, trocou o nome para Dadiv e casou-se com uma bondosa moça.

Mas, apesar disso, era difícil normalizar a vida. Brian tentou suicidar-se, a primeira vez aos 20 anos, o pai dele virou alcoólatra e o irmão começou a usar drogas. Sua esposa o abandonou depois de 14 anos por não suportar mais o estado depressivo constante de Brian. Seu irmão, em 2001, se suicidou com medicamentos.

Brian, ruído por um sentimento de culpa que ele não teria que ter, atribuiu a morte do irmão como consequência do que se passou em sua vida.

Em 2003, aos 38 anos, Brian matou-se com um tiro poucos dias depois do abandono da esposa.

Até então, Dr. John Money continuava na Universidade Johns Hopkin e, pelo “sucesso” de sua experiência divulgada na grande mídia, procedimentos cirúrgicos análogos foram feitos em outros bebês.

Esse é o resultado da Ideologia de Gênero.
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Referência:

TELLES, Sérgio, “O caso de David Reimer e a questão da identidade de gênero”, IN International Journal of Phychiatry, Julho de 2004. Disponível em:  http://www.polbr.med.br/ano04/psi0604.php – acessado em 21/10/2011.

LODI, Pe. Luiz Carlos, “Gênero: que é isso?”,Disponível em: http://www.providaanapolis.org.br/ – Acessado em 21/10/2011.

 

8 COMENTÁRIOS

  1. Meu pai “maçon e rosacruz”, só me levava em pediatras com estas tendências. Escapei deste mesmo destino nos anos setenta do século passado. Esses “profissionais” atuavam na penumbra e agora se revelam, com o apoio aberto do Governo e partidos políticos. Eles já não conseguem eunucos de nascença então querem fabricá-los em escala comercial.

     
  2. ALGUÉM PODE EXPLICAR POR QUE ENTÃO OS MENINOS TEM ÓRGÃOS MASCULINOS E AS
    MENINAS ÓRGÃO FEMININO ???

    SEMPRE LEMBRANDO QUE COMUNISMO E MISÉRIA ANDAM DE MÃOS DADAS COM
    A ENGANAÇÃO E A LIBERTINAGEM, E MAIS, QUE AINDA HÁ AVE RARA QUE NÃO VOA
    PAZ E BEM À TODOS

     
  3. O que sempre me deixa indignado neste e em outros casos semelhantes não é o barulho dos fundamentalistas de tais ideologias, mas sim o silêncio dos cristãos que aparentam muitas vezes estarem numa dormência. Grande parte dos que dizem crer na doutrina cristã, batizados e que muitas vezes enchem as naves dos templos do cristianismo calam-se diante do radicalismo fundamentalista dos ditadores da ideologia de gênero ou até mesmo por um falso respeito humano o que no fundo não passa de uma grande hipocrisia social. Pois como silenciar frente tamanhas atrocidades feitas as pessoas que fragilizadas em momentos de grande tormentos acabam sucumbindo ante estes promotores infernais, verdadeiros discípulos do demônio e de suas hostes diabôlicas. Acordem pois o dia da volta do Senhor Jesus abrevia-se e faz-se cada dia mais eminente seu retorno. Quer seja pela nossa partida ou sua vinda gloriosa, a verdade é que um dia teremos que prestar contas de nossa ações e até mesmo pela nossa omissão diante desta e de outras situações e principalmente pelo amor que dedicamos a Jesus na pessoa do próximo. A Paz de Jesus esteja com todos e que a Virgem Mãe do Bom Conselho interceda sempre por nós!

     
  4. Certamente trata-se de uma monstruosidade aterradora para a humanidade semelhante “Ideologia de Gênero”. Oremos, para que o Senhor Jesus tenha misericórdia e nos socorra nessa hora de tamanha aflição.

     
  5. Afortunadamente escapei dessas lucubrações “geniais” dos “fornecedores de energia” ou do “fornecedor A ou B” é evidente que não bastou a eugenia e outros delírios desde o inicio da raça humana ,mas considerando que estamos no século 21 pensei que já tinham conseguido evoluir alguns seres sensatos com sabedoria para ponderar nossas origens e não criar ainda mais deturpações na mente das pessoas os velhos métodos psicóticos continuam e prevalecem agora mas “elaborados” para atingir a determinado “público” assim sendo eu continuo na velha época onde para meu conceito :Pai,Mãe,Avos,Filhos = FAMILIA = Nação = Patria.

     
  6. O site IPCO é de extrema importância, pois sou professor de Filosofia na rede estadual de SP e sempre utilizo as informações do site em sala de aula…. Parabéns…. Salve Maria…

     
  7. Estamos sendo submetidos a uma espécie de ditadura do gênero. Querem a custa de medidas de pressão psicológica semelhante ao que Brain sofreu para mudar nossa mentalidade. A grande mídia e os meios artísticos são alguns dos agentes.

     

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