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Dilma, passe de mágica e “esquerda obsoleta”

O Senado brasileiro, fundamentado nas devidas disposições constitucionais, aprovou no dia 31 de agosto o impeachment da petista Dilma Rousseff, que (des)governou o País durante mais de uma década. A maioria dos brasileiros havia manifestado apoio à destituição da agora ex-presidente, recorrendo previamente a várias e multitudinárias manifestações de rua. Sem dúvida, tal destituição representa uma péssima notícia para a esquerda brasileira e latino-americana.

Depois do Impeachment

Convém recordar que a enorme impopularidade da administração petista decorreu da queda do padrão de vida, da carestia, do desemprego crescente. Veio ainda da sensação de roubalheira generalizada. Os senadores favoráveis ao impeachment, provavelmente mais de 54, ao votar NÃO terão em vista apenas os crimes de responsabilidade. Seu olhar se fixará também no destruidor conjunto da obra petista.

Meias verdades e falsidades em local inesperado

Para o êxito do diálogo, na posição da CNBB, o mínimo a exigir é a isenção. A entidade, porém, brada aos céus, tem lado. Desde décadas age como solícita companheira de viagem das forças de esquerda no Brasil. E por isso, queira ela ou não, são os fatos, é corresponsável moral pelos desastres medonhos dos 13 anos do PT no governo. E aí a piora da situação dos pobres, na qual, ponto negro, 11 milhões de desempregados.

O impeachment e os dois Brasis

Na votação havida na Câmara dos Deputados em 17 de abril último, que resultou na aprovação, naquela Casa Legislativa, do parecer favorável ao impeachment da presidente Dilma, grande número dos deputados justificou sua escolha pelo “sim” com base em Deus, na família, nos filhos, netos etc.

Confissões petistas

Em 17 de maio último o Diretório Nacional do PT divulgou “Resolução sobre conjuntura”, documento roteiro para encontro extraordinário do partido marcado para novembro próximo, antecedido de reunião ampliada do Diretório Nacional, já agora em julho.

Não à desmobilização

Em ambiente de esperança, começou o governo Michel Temer. O novo Chefe de Estado governa o Brasil até dezembro de 2018. No Senado, para o afastamento, sua equipe ganhou com 55 votos, bem acima dos, naquele momento, necessários 39. Mas só com um voto além do número indispensável para o impeachment no julgamento final. Com 53 votos favoráveis à cassação, Dilma volta ao Planalto.

Brasil, América Hispânica e o “Livro Negro” do populismo

Ampla maioria de senadores aprovou o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, com seu consequente afastamento do cargo por um período de até 180 dias, enquanto durarem as investigações. Esse fato, de alto conteúdo simbólico, foi a justo título interpretado por muitos como um dos maiores revezes políticos sofridos pelo populismo esquerdista brasileiro em particular, e latino-americano em geral.

Evo cocaleiro, Francisco, impeachment de Dilma e crise continental das...

Na rabeira de Raúl Castro e de Nicolás Maduro, o presidente da Bolívia, Evo Morales, fez ouvir sua voz em defesa de Dilma Rousseff, enquanto o impeachment não a tirar do Planalto.

Oceanos de tinta numa bacia de papel

Na reunião da ONU de 22 de abril (Dia da Terra, como quase ninguém sabe e talvez não queira saber) em Nova York, os representantes de mais de 170 países assinaram o acordo de Paris que pretende regulamentar as mudanças do clima.

Palestra: Impeachment – Dep. Paulo Eduardo Martins e Dr. Leonel Coimbra...

O PT insiste em dizer que impeachment sem crime é golpe. Os senadores que são favoráveis ao impeachment estão afirmando que houve “pedaladas fiscais” e isso é crime de responsabilidade.
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