Vídeo: Vitória das Famílias Paranaenses contra a Ideologia de Gênero!

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Durante as votações dos Planos de Educação, muitas vezes ouvi a palavra “sorrateiro”. Já entendia o significado dessa palavra, mas querendo entende-la melhor e conhecer sinônimos, procurei no dicionário. Reproduzo aqui aos leitores, imagino que também lhes será do interesse, a definição que vinha:

Sorrateiro¹: adj 1 Ardiloso, manhoso, velhaco, matreiro. 2 Dissimulado, encoberto, disfarçado. sm 1 Indivíduo ardiloso. 2 Indivíduo dissimulado.

Deputados, vereadores, famílias e muitos outros ecoavam repetidamente essa palavra. Evidentemente, referindo-se ao modo como se queria fazer passar a Ideologia de Gênero dentro dos Planos de Educação por todo o Brasil. Depois da grandiosa vitória da Instituição da Família, em que Senadores e Deputados Federais recusaram a introdução dessa famigerada Ideologia dentro do Plano Nacional de Educação, os fautores da anti-família tentaram mais uma vez através de uma iniciativa esdruxula, encaminhando para votação também nos 5.570 Municípios do Brasil.

Somente os municípios que aprovassem seu Plano de Educação, teriam verbas especiais do governo. O prazo para o estudo desse projeto era extremamente curto, e era preciso aprovar até o dia 24 de junho. O que para algumas Câmaras Municipais, sobrecarregadas da burocracia e tão necessitadas de verbas para seus projetos, tornava-se necessário aprovar sem muita reflexão. Ainda mais grave considerando que deveriam traçar diretrizes para os próximos 10 anos.

A Ideologia de Gênero insiste que o sexo de uma pessoa não é determinado pelo seu componente biológico e genético, mas sim pelo modo como cada um se considera a si mesmo. Assim, não teremos mais meninos ou meninas, e pelo rigor da lógica se uma pessoa se considerar cachorro, como é o caso de Gary Matthews² da Pensilvânia-EUA, também poderá sê-lo. Gary, entusiasta da comida canina, há anos atua pelo reconhecimento do Estado pelo novo nome que ele criou para si mesmo, Boomer The Dog (Boomer O Cão). É a imoralidade sem limites e o ódio à criação de Deus.

Em todo o Brasil houve muita indignação, mas tudo se passou muito rápido.

Em Curitiba os membros do Instituto Plinio Correa de Oliveira estiveram acompanhando os Planos de Educação, tanto a nível Estadual quanto Municipal. Os voluntários do IPCO estiveram nos gabinetes da Assembleia Legislativa e da Câmara Municipal conversando com deputados e vereadores. Bem como promoveram o envio de mensagens via internet para os mesmos.

Para os legisladores, tanto da Câmara, quanto da Assembleia, foi entregue antecipadamente às votações, o livro do Pe. David Francisquini “Homem e mulher Deus os Criou”. Acompanhando o livro, também foi deixada aos Deputados uma carta dando razões pela rejeição da introdução da ideologia de Gênero no Plano Estadual de Educação.

Os membros do IPCO estiveram em uma audiência pública da Assembleia Legislativa. Na audiência era notória a articulação da esquerda para favorecer somente um lado da discussão. Mas as famílias ali presentes não se deixaram levar pelas manobras e defenderam seus valores com todo afinco.

Durante as votações, foram distribuídos ao público que participava dos protestos, o manifesto do IPCO contendo as razões pelas quais a Ideologia de Gênero deve ser rejeitada e “cartões vermelhos” para serem levantados aos defensores dela.

Na Câmara Municipal, perante a Comissão de Legislação, um representante do IPCO fez uso da palavra e ressaltou que “a criação de um “homem novo” foi almejada pelas ideologias marxista e nazista, no século passado. Uma nova tentativa da Revolução Cultural renasce agora sob a nefasta Ideologia de Gênero, que visa modificar nossa concepção sobre homem e mulher, não pela violência das armas, mas através de uma guerra cultural, cujos tanques visam esmagar a instituição familiar”. Como está no manifesto distribuído.

Na manhã do dia 22 de junho, chegando à Câmara dos vereadores uma hora antes da votação do PME, já estavam aguardando para entrar centenas de pessoas pró-família e alguns ativistas homossexuais. Destacava-se entre os anti-família um pastor anglicano e alguns fiéis seus. Nessa ocasião, foram distribuídos mais manifestos e “cartões vermelhos”. Não cabendo todos os manifestantes no plenário da câmara, só alguns puderam entrar. Mas tanto os que entraram, quanto os que ficaram de fora, empreendiam com vigor uma batalha de slogans contra os ativistas homossexuais que lá estavam a provocar. Como do lado dos pró-ideologia não havia muitas pessoas, e seus brados pouco repercutiam entre os defensores da família, eles recorreram sordidamente a um trio-elétrico. Mas mesmo contra essas potentes caixas de som, as famílias não desanimaram na defesa de seus cristãos e nobres ideais.

Do alto do trio-elétrico uma ativista, que se dizia professora, tentava convencer as pessoas que no plano de educação não havia ideologia de Gênero. Mas como as famílias retrucavam bradando que era mentira, num momento de raiva, ela gritou confessando, que com lei ou sem lei, eles vão ensinar a Ideologia de Gênero nas escolas, Sim!.

Outro ativista, tomando o microfone bramiu referindo-se aos membros do IPCO: “vejam ali aquele estandarte, ele é um resumo de tudo que se passou aqui nesta manhã. Ele lembra a Idade Média, lembra as Cruzadas”.

Também na Assembleia Legislativa, centenas de pessoas acompanharam a votação. Não cabendo o público nas galerias, se manifestavam até do lado de fora.

Ao final do dia 22 estavam aprovados os Planos de Educação, mas ambos com emendas que retiravam toda a alusão à Ideologia de Gênero. As votações foram esmagadoras. Na Câmara Municipal de Curitiba o resultado foi de 30 a 2 a favor das emendas e na Assembleia Legislativa do Paraná foram 43 votos a favor e apenas 3 votos contrários.

Se “sorrateiro” é aquele que faz as coisas às escondidas. Para enfrentar uma investida como essa, é preciso focar luz justamente aonde os adversários querem manter escondido. Foi o que o Instituto fez com seu manifesto e com a distribuição do livro do Pe. David, denunciando inclusive as palavras ambíguas que visavam esconder suas verdadeiras intenções.

Graças a Nossa Senhora do Rocio padroeira do Paraná e a atuação de vários grupos pró-família mais essa investida foi vencida. Não deixemos de vigiar, pois já dizia o ditado “o ladrão sempre volta ao lugar do crime”.

CMCuritiba_PME

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¹ – Dicionário Michaelis online: http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=sorrateiro

² – https://gma.yahoo.com/pittsburgh-man-thinks-hes-dog-goes-name-boomer-141227189–abc-news-health.html

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2 COMENTÁRIOS

  1. Por trás dessa imposição implacável da ideologia de gênero nas escolas públicas, há uma outra demanda que carece de ser debatida: é a inoculação sutil e dissimulada de uma cultura heterofóbica nefanda nas cabeças de educandos/as em início de escolarização. É muito grave isso! Ora, na medida em que o sexo dos indivíduos passar a ser imposto como “acidente anatômico”, e as legislações contra a homofobia passarem a avançar, o homem que for assediado por um pederasta e se recusar a prostituir-se com ele poderá ser processado por crime de homofobia. Isto é, recusar-se a ter relações com homossexuais. A Lei contra a homofobia deve ser promulgada com um artigo nesses termos. Logo, a única saída plausível é a instituição de uma PEC CONTRA A HETEROFOBIA. Instituição legal por excelência para a definição de uma cultura da não-violência que tanto atenderá as expectativas dos homossexuais, quanto dos heterossexuais. Essa iniciativa pacífica de instituição de uma Lei específica CONTRA A HETEROFOBIA, bem que deve partir do Paraná que tem uma população muito civilizada e ainda mais politizada.

    JOSÉ PLÍNIO DE OLIVEIRA
    (Serrinha – Bahia).

     

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