Estes dois mártires foram queimados vivos pelo ano de 257, durante a perseguição de Valeriano. Eram escravos, e consta que foi devido ao apostolado deles que Eugênia, adolescente da nobreza, abraçou a fé, sendo martirizada sob o mesmo Imperador. Os poucos ossos dos dois mártires de Jesus Cristo que escaparam às chamas, foram envoltos pelos cristãos em fino tecido, e colocados no cemitério de Santo Hermes, na antiga Via Salária, em Roma. Como a câmara funerária em que estavam sepultados se tinha tornado inacessível, o Papa São Damaso (304-384) mandou desobstruí-la, colocou nela um lampadário, e construiu-lhe uma escada de acesso. Em 1845, decorridos quatro ou cinco séculos, depois de muitas pesquisas nas catacumbas, foi possível recuperar os corpos de numerosos confessores da fé, entre eles os de São Proto. O nicho onde estava São Jacinto foi encontrado intacto, com uma placa de mármore, em latim, que dizia: Sepultado no terceiro dos idos de setembro, Jacinto, mártir. Em 1934 as relíquias dos dois mártires foram transportadas para a nova capela do colégio da Propaganda, sobre o Janículo.

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