Quando a Coreia – nação que se evangelizou a si mesma –, estava outra vez acéfala após o martírio dos missionários franceses que a atendiam, nova esperança se abriu com a ordenação sacerdotal de um dos seminarista que estudavam na China, André Kim, filho e neto de mártires, o primeiro coreano a receber tal graça. André conseguiu entrar oculto no país, e lá trabalhou algum tempo com o risco da própria vida. Chamado pelo bispo à China para preparar terreno para a ida de mais dois missionários franceses, um deles designado como Vigário Apostólico. Quando ele estava num junco à caminho do Celeste Império, seu barco foi apreendido. Traído por dois de seus marinheiros cristãos, teve sua identidade e atividades reveladas. Foi então martirizado no dia 16 de setembro de 1846, aos 25 anos de idade, com mais oito cristãos, que receberam também a honra dos altares.

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