Tirando o véu do aquecimento global – Vídeo II
Continuação do vídeo esfriando o aquecimento global (Parte I aqui) Parte 2 ‒ Climatologista Luiz Carlos Molion, Band, 28/11/2010 Veja a Parte I clicando aqui. Veja o próximo vídeo em breve neste site.
Continuação do vídeo esfriando o aquecimento global (Parte I aqui) Parte 2 ‒ Climatologista Luiz Carlos Molion, Band, 28/11/2010 Veja a Parte I clicando aqui. Veja o próximo vídeo em breve neste site.
Luis Dufaur
O climatologista Luiz Carlos Molion desfaz no vídeo abaixo os mitos do aquecimento global:
Parte 1 ‒ Climatologista Luiz Carlos Molion, Band, 28/11/2010
Ele foi entrevistado mais uma vez pelo “Canal Livre” da Band TV, no domingo 28 de novembro de 2010.
Veja os próximos vídeos em breve neste site. O professor Luiz Carlos Baldicero Molion dispensa (mais…)

Luis Dufaur
A iminente Conferência do Clima (COP-16) em Cancún, México, sofre de esvaziamento absoluto. Nenhum chefe de Estado europeu vai comparecer.
Por sua parte, o presidente Obama está com as mãos amarradas após recente surra eleitoral. Seu projeto para o meio-ambiente também pesou, e não pouco, nessa derrota.
Após ter sido estrela no fracasso do encontro em Copenhague (COP-15), no ano passado, o presidente Lula ainda acreditava em conversas que se iniciaram naquela falida reunião. Porém, não foram adiante.
Na Dinamarca, o presidente brasileiro foi um dos principais negociadores do texto final intensamente repudiado e por ninguém obedecido.
Em Cancún, no fim da presidência Lula não encontraria ninguém com o seu nível de representação para negociar qualquer agenda ambiental.
Gianpiero Dalla Zuanna, professor de demografia na Universidade de Pádua, analisou e explicou por que a Igreja não parou a difusão da anticoncepção no século XX. A omissão desembocou na atual ofensiva antivida, segundo o vaticanista Sandro Magister. Dalla Zuanna…

Luis Dufaur
Dezenas de milhares de chineses como que obedecendo a um plano instalaram-se na cidade italiana de Prato e transformaram esse prestigioso pólo têxtil em uma capital das confecções baratas, segundo reportagem do “New York Times”.
No coração da histórica Toscana, os empregados-escravos chineses trabalham 24 horas em cerca de 3.200 empresas que fabricam roupas, sapatos e acessórios baratos para poder acrescentar neles o rótulo Made in Italy. Assim prejudicam o renome dos produtos de alta qualidade da Itália e arruinam as empresas locais que agem dentro da lei.
A cidade vai perdendo seu tom cultural clássico que é substituído por um ambiente de Chinatown. Segundo a prefeitura de Prato, há 11.500 imigrantes legais e outros 25 mil ilegais. A cidade tem 187.000 habitantes no total.
À ilegalidade soma-se o incessante “barulho, maus hábitos, prostituição”. A tensao social inspira temores. Neste ano, houve 154 batidas policiais e as irregularidades constatadas foram numerosas, mas também várias autoridades foram presas por aceitar porpinas para legalizar situações irregulares.
Luis Dufaur

O desencontro entre os grupos étnicos belgas ‒ flamengos, valões e germanofalantes ‒ não poderia estar pior. Cada vez mais se fala que a Bélgica, não sobrevirá à incapacidade de entrar em harmonia e articular um governo, escreveu a revista francesa “L’Express”.
Esses grupos mostram-se incapazes de se porem de acordo e formarem governo. O país há três anos é regido por um gabinete provisório.
Até o campeonato nacional de futebol amador foi dividido em duas ligas étnicas.
O Partido Socialista francófono prega explicitamente “o fim da Bélgica”. Os valões ‒ que falam holandês e são majoritários ‒ querem formar um país aparte. Os francófonos tendem para uma confederação como a Suíça e alguns até pregam a reunião à França.
A implosão parece ser a única saída e até foi criada a expressão “futura-ex-Belgislavie” em alusão ao desfazimento da ex-Iugoslávia.
A monarquia ‒ que até há pouco foi o pólo de união ‒ é desrespeitada pelos partidos políticos e a instituição da família ‒ que garante o tecido social ‒ é desgarrada pelos ataques da Revolução Cultural.
Menosprezar a vida, atentar contra a família, desrespeitar a suprema autoridade da Nação: é a fórmula sinistramente certa para desfazer um país e ameaçar sua supervivência histórica.