12 DE SETEMBRO

Batalha de Viena – 1683, Frans Geffels (1624-1694)

– 1683: Viena é liberada após heróica vitória de Jan Sobieski, rei da Polônia, contra os maometanos, depois de dois meses de cerco da cidade imperial pelo Império Otomano. Sob o comando do heróico Sobieski, estavam forças da união da Polônia e Lituânia e do Sacro Império Romano. Essa batalha é considerada decisiva pois, depois dela, os turcos deixaram de ser uma ameaça para o mundo cristão.

– 1873: a fábrica norte-americana Remington inicia a produção industrial da primeira máquina de escrever, com sucesso comercial.

– 1943: o nefasto ditador italiano Benito Mussolini, preso pelos seus ex-correligionários, é resgatado da prisão do Gran Sasso por paraquedistas alemães, comandados pelo austríaco Otto Skorzeny. Entretanto, em 1945, seria justiçado por guerrilheiros italianos quando tentava fugir para a Suíça. Ele fora líder do Partido Nacional Fascista, de orientação socialista, e quando subiu ao poder, instituiu um Estado policial, alimentado pelo culto à sua personalidade. Aliou-se com Hitler durante a Segunda Grande Guerra.

– 1953: Nikita Kruschev é eleito primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista da URSS

– 1968: tem lugar, no auditório da Casa de Portugal, em São Paulo, a grande sessão de encerramento da campanha da Reverente e Filial Mensagem, ao Papa Paulo VI, a respeito da ostpolitik vaticana. Em 58 dias são coletadas 1.600.368 assinaturas em 229 cidades brasileiras.

– 1974: dá-se o fim do império da Etiópia, com a desaparição do negus Haile Selassie I, último herdeiro do mítico Prestes João.

– 1990: os antigos aliados da II Guerra Mundial, Reino Unido, Estados Unidos e URSS, cedem os direitos de ocupação da Alemanha. A RFA e a RDA assinam o Tratado de Reunificação, a concretizar um mês depois, que restaura a soberania do território alemão.

– 2006: o Papa Bento XVI, numa palestra na Universi- dade de Ratisbona, cita um diálogo do século XIV entre um erudito, um persa e o imperador bizantino, que inclui acusações ao Islã. O que provoca forte reação da parte dos muçulmanos.