10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido

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Caravana TFP EUA

Uma caravana do setor estudantil da TFP Americana (TFP Student Action), está percorrendo o litoral leste dos EUA, numa campanha em defesa da família, ameaçada por projeto de lei que visa a instituir o chamado “casamento” homossexual.

Os jovens estão distribuindo um folheto intitulado 10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido. Sendo o tema de atualidade também para nosso país, pareceu-nos oportuno apresentar aqui a tradução de seu texto.

10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido

Por TFP Student Action  (Ação Estudantil TFP)

1. O “casamento” homossexual não é casamento

Chamar algo de casamento não faz disso um casamento. O casamento sempre foi uma aliança entre um homem e uma mulher, ordenada por sua natureza à procriação e educação dos filhos, assim como à unidade e bem-estar dos cônjuges.

Os promotores do “casamento” homossexual propõem algo completamente diferente. Eles propõem a união entre dois homens ou duas mulheres. Isso nega as evidentes diferenças biológicas, fisiológicas e psicológicas entre homens e mulheres, que encontram a sua complementaridade no casamento. Nega também a finalidade primária específica do casamento: a perpetuação da raça humana e a educação dos filhos.

Duas coisas completamente diferentes não podem ser consideradas a mesma coisa.

2. O “casamento” homossexual viola a Lei Natural

Casamento não é apenas qualquer relacionamento entre seres humanos. É uma relação enraizada na natureza humana e, portanto, regida pela lei natural.

O preceito mais elementar da lei natural é que “o bem deve ser feito e buscado e o mal deve ser evitado”. Pela razão natural, o homem pode perceber o que é moralmente bom ou mau. Assim, ele pode conhecer o objetivo ou finalidade de cada um de seus atos e como é moralmente errado transformar os meios que o ajudam a realizar um ato em finalidade do ato.

Qualquer situação que institucionalize a  defraudação da finalidade do ato sexual viola a lei natural e a norma objetiva da moralidade.

Estando enraizada na natureza humana, a lei natural é universal e imutável. Ela se aplica da mesma forma a toda a raça humana. Ela manda e proíbe de forma consistente, em todos os lugares e sempre. São Paulo, na Epístola aos Romanos, ensina que a lei natural está inscrita no coração de todo homem (Rom 2,14-15).

3. O “casamento” homossexual sempre nega à criança ou um pai ou uma mãe

O melhor para a criança é crescer sob a influência de seu pai natural e sua mãe natural. Esta regra é confirmada pelas evidentes dificuldades enfrentadas por muitas crianças órfãs ou criadas por só um dos genitores, um parente, ou pais adotivos.

A lamentável situação dessas crianças será a norma para todos os “filhos” de “casais” homossexuais. Esses “filhos” serão sempre privados ou de sua mãe natural ou de seu pai natural. Serão criados, necessariamente, por uma parte que não tem nenhuma relação de sangue com eles. Vão ser sempre privados de um modelo paterno ou materno.

O chamado “casamento” homossexual ignora os interesses da criança.

4. O “casamento” homossexual  valida e promove o estilo de vida homossexual

Em nome da “família”, o “casamento” homossexual serve para validar não só as referidas uniões, mas todo o estilo de vida homossexual em todas as suas variantes, bissexuais e transgêneros.

As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem na sociedade. Como tais, elas desempenham um papel muito importante, e por vezes decisivo, que influenciam os padrões de pensamento e comportamento. Elas configuram externamente a vida da sociedade, mas também modificam profundamente a percepção de todos e a avaliação de formas de comportamento.

O reconhecimento legal do “casamento” homossexual necessariamente obscurece certos valores morais básicos, desvaloriza o casamento tradicional e enfraquece a moralidade pública.

5. O “casamento” homossexual transforma um erro moral num Direito Civil

Os ativistas homossexuais afirmam que o “casamento” homossexual é uma questão de direitos civis, semelhante à luta pela igualdade racial nos anos 1960.

Isso é falso.

Primeiro de tudo, comportamento sexual e raça são  realidades essencialmente diferentes. Um homem e uma mulher querendo casar-se podem ser diferentes em suas características: um pode ser preto, o outro branco; um rico e o outro pobre; ou um alto e o outro baixo. Nenhuma dessas diferenças são obstáculos insuperáveis para o casamento. Os dois indivíduos são ainda um homem e uma mulher e, portanto, as exigências da natureza são respeitadas.

O “casamento” homossexual se opõe à natureza. Duas pessoas do mesmo sexo, independentemente da sua raça, riqueza, estatura, erudição ou fama, nunca serão capazes de se casar por causa de uma insuperável impossibilidade biológica.

Em segundo lugar, características raciais herdadas e imutáveis não podem ser comparadas com comportamentos não-genéticos e mutáveis. Simplesmente, não há analogia entre o casamento inter-racial de um homem e uma mulher e o “casamento” entre duas pessoas do mesmo sexo.

6. O “casamento” homossexual não cria uma família, mas uma união naturalmente estéril

O casamento tradicional é geralmente tão fecundo, que aqueles que querem frustrar o seu fim tem de fazer violência à natureza para impedir o nascimento de crianças, usando a contracepção. Ele tende, naturalmente, a criar famílias.

Pelo contrário, o “casamento” homossexual é intrinsecamente estéril. Se os “cônjuges” querem ter um “filho”, eles devem contornar a natureza por meios caros e artificiais ou empregar maternidade de substituição [“mães de aluguel”]. A tendência natural de tal união não é criar famílias.

Portanto, não podemos chamar de casamento a união de pessoas do mesmo sexo e dar-lhe os benefícios do casamento verdadeiro.

7. O “casamento” homossexual desvirtua a razão pela qual o Estado beneficia o casamento

Uma das principais razões pelas quais o Estado confere inúmeros benefícios ao casamento é que, por sua própria natureza e desígnio, o casamento proporciona as condições normais de uma atmosfera estável, afetuosa, e moral, que é benéfica para a educação dos filhos, frutos do mútuo afeto dos pais. Ele ajuda a perpetuar a nação e fortalecer a sociedade, o que é um evidente interesse do Estado.

O “casamento” homossexual não fornece essas condições. Seu desígnio principal, objetivamente falando, é a gratificação pessoal de duas pessoas, cuja união é estéril por natureza. Não tem direito, portanto, à proteção que o Estado concede ao casamento verdadeiro.

8. O “casamento” homossexual impõe a sua aceitação por toda a sociedade

Ao legalizar o “casamento” homossexual, o Estado se torna o seu promotor oficial e ativo. O Estado exige que os servidores públicos celebrem a nova cerimônia civil, ordena as escolas públicas a ensinarem sua aceitação pelas crianças, e pune qualquer funcionário que manifeste sua desaprovação.

Na esfera privada, pais contrariados vão ver seus filhos expostos mais do que nunca a esta nova “moralidade”; as empresas que oferecem serviços de casamento serão obrigadas a fornecê-los a uniões de pessoas do mesmo sexo; e proprietários de imóveis terão de concordar em aceitar “casais” homossexuais como inquilinos.

Em todas as situações em que o casamento afete a sociedade, o Estado vai esperar que os cristãos e todas as pessoas de boa vontade traiam suas consciências, coonestando, por silêncio ou ação, um ataque à ordem natural e à moral cristã.

9. O “casamento” homossexual é a vanguarda da revolução sexual

Na década de 1960, a sociedade foi pressionada para aceitar todos os tipos de relações sexuais imorais entre homens e mulheres. Hoje estamos presenciando uma nova revolução sexual, na qual a sociedade está sendo convidada a aceitar a sodomia e o “casamento” homossexual.

Se o “casamento” homossexual for universalmente aceito como a etapa presente da “liberdade” sexual, que argumentos lógicos podem ser usados para parar as próximas etapas, do incesto, pedofilia, bestialidade e outras formas de comportamento antinatural? Com efeito, os elementos radicais de certas subculturas de vanguarda já estão defendendo essas aberrações.

A insistência na imposição do “casamento” homossexual ao povo norte-americano torna cada vez mais claro que o ativista homossexual Paul Varnell escreveu no “Chicago Free Press”:

“O movimento gay, quer o admitamos ou não, não é um movimento de direitos civis, nem mesmo um movimento de libertação sexual, mas uma revolução moral destinada a mudar a visão das pessoas sobre a homossexualidade.”

10. O “casamento” homossexual ofende a Deus

Esta é a razão mais importante. Sempre que se viola a ordem moral natural estabelecida por Deus, comete-se um pecado e se ofende a Deus. O “casamento” homossexual faz exatamente isso. Assim, quem professa amar a Deus deve opor-se a ele.

O casamento não é criação de nenhum Estado. Pelo contrário, ele foi estabelecido por Deus no paraíso para os nossos primeiros pais, Adão e Eva. Como lemos no Livro do Gênesis: “Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher. Deus os abençoou: Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gen 1, 27-28).

O mesmo foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo: “No princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher” (Mc 10, 6-7).

O Gênesis também ensina como Deus puniu Sodoma e Gomorra, por causa do pecado da homossexualidade: “O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo, vinda do Senhor, do céu. E destruiu essas cidades e toda a planície, assim como todos os habitantes das cidades e a vegetação do solo” (Gen 19, 24-25).

Uma posição de princípios, não pessoal

Ao escrever esta declaração, não temos qualquer intenção de difamar ou menosprezar ninguém. Não somos movidos pelo ódio pessoal contra nenhum indivíduo. Ao nos opormos intelectualmente a indivíduos ou organizações que promovem a agenda homossexual, nosso único objetivo é  defender o casamento tradicional, a família, e os preciosos restos da civilização cristã.

Como católicos praticantes, estamos cheios de compaixão e rezamos por aqueles que lutam contra a tentação implacável e violenta do pecado homossexual. Rezamos por aqueles que caem no pecado homossexual por causa da fraqueza humana: que Deus os ajude com Sua graça.

Estamos conscientes da enorme diferença entre essas pessoas que lutam com suas fraquezas e se esforçam por superá-las, e outros que transformam seus pecados em motivo de orgulho e tentam impor seu estilo de vida à sociedade como um todo, em flagrante oposição à moralidade cristã tradicional e à lei natural. No entanto, rezamos por eles também.

Rezamos também pelos juízes, legisladores e funcionários do governo que, de uma forma ou de outra, tomam medidas que favorecem a homossexualidade e o “casamento” homossexual. Não julgamos suas intenções, disposições interiores, ou motivações pessoais.

Rejeitamos e condenamos qualquer forma de violência. Simplesmente exercitamos a nossa liberdade de filhos de Deus (Rom 8:21) e nossos direitos constitucionais à liberdade de expressão e à manifestação pública, de forma aberta, sem desculpas ou vergonha da nossa fé católica. Nos opomos a argumentos com argumentos. Aos argumentos a favor da homossexualidade e do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, respondemos com argumentos baseados na reta razão, na lei natural e na Divina Revelação.

Em uma declaração polêmica como esta, é possível que uma ou outra formulação possa parecer excessiva ou irônica. Essa não é a nossa intenção.

Original inglês:

10 Reasons Why Homosexual “Marriage” is Harmful and Must be Opposed

Disponível em

http://www.tfpstudentaction.org/

 

226 COMENTÁRIOS

  1. Foi falado pelo Odenil Czaro que temos de seguir a opiniao de Cristo e não da moralidade.

    “O homem deixará sua casa e se unirá a uma mulher…….e se tornarão uma só carne”……, Essa é a verdade de Cristo…………….Fiquem todos com Deus e que Nossa Senhora proteja a todos….

     
  2. Quando algum heterossexual critica o homossexualismo com base no dogma cristão, eu sempre penso se esse heterossexual tem moral para fazer isso. Por que eu digo isso? Porque uma relação heterossexual (um casal que vive e pratica os mesmos prazeres sexuais que os homossexuais praticam), ou seja, o sexo [contrários à natureza], eu considero muito mais grave que o próprio homossexualismo; muito mais nojento, muito mais imundo, um pecado que deve ser combatido primordialmente já que é o casal heterossexual quem forma todo e qualquer ser humano, e não o casal homossexual. É a família quem forma a sociedade, e se na família, o sexo entre a mãe e o pai é de livre e espontânea liberdade, fugindo do que a igreja ensina o que é e o que não é imoral, vai perturbar a mente de seus filhos que seguirão pelo mesmo caminho da libertinagem sexual. É bem possível que eles sigam o mesmo exemplo e ainda se tornem mais criativos e libertinos ao sexo. Experimentar o homossexualismo é só uma consequência (ou não). Depois ‘papai-mamãe’ não podem reclamar que seus filhos estão mais ‘criativos’, já que os mesmos filhos não tiveram exemplo moral de pureza e castidade de seus pais. PS. Sei que aqui serei criticada a pau e pedra por dizer a verdade, doa a quem doer, mas só irão me criticar aqueles que querem viver no pecado, pois tem facilidade de apontar somente o pecado dos outros.

     
  3. Deus criou o homem e a mulher e disse: multiplicai-vos e enchei os cantos da terra.
    Satanás criou o homossexualismo para contrariar a criação Deus.

     
  4. Não entendo esses homossexuais.
    Se orgulham tanto de serem gays e querem casar mas quando querem ter filhos, ou procuram uma criança fruto de uma relação hétero (no caso dos homens gays) ou Engravidam de um hétero, seja naturalmente ou por meio de fertilização artificial (no caso das lésbicas).
    Então pq odeiam tanto os héteros?
    Se não fossem os héteros os gays e lésbicas jamais existiriam!!

     
  5. Se você não é homossexual, não deveria se importar com o que os homossexuais fazem. Se casam ou se não casam, se não podem ter filhos ou violam à lei natural. Eles são, como cidadãos, livres para fazer suas próprias escolhas e que querem viver sua próprias vidas, essa insistência em sempre opinar em o que não lhe diz respeito faz mal.

     
    • Diga isso aos homossexuais que invadem toda área sensorial humana, politica etc, para expor sua intimidade que era pra ser privada. Estes ficam tagarelando pra ninguém se meter na vida deles, mas são os que vem a público chocar e importunar toda sociedade com seus desvios, exigindo a interferência do estado para ditar a realidade e torná-lo totalitário. Façam como os nudistas, zoófilos ou outras parafilias e movimentos subversivos que estão no limbo, deles não se tem notícia porque vivem suas práticas em privado ou em seus próprios guetos. Quem se expõe tem que aceitar a oposição de quem quer manter a sanidade.

       
  6. Oi boa tarde! Eu gostaria muito mesmo que alguém me tirasse uma dúvida. Falamos muito sobre o “casamento” homossexual não estar certo pela questão de ser união estéril, mas seguindo esse conceito, uma mulher ou homem que não pode ter filhos deveria casar? Qual a verdadeira diferença? Obrigada, fiquem com Deus, beijão.

     
    • Mari,

      Como vai?

      A imoralidade do “casamento” homossexual não decorre apenas do fato de ser uma relação estéril. Este é apenas 1 ponto, e ainda assim não é o principal, da série de razões.

      Quanto à pergunta feita, segue uma resposta que encontrei no livro do Pe. David Francisquini que trata do tema:

      84 – A Igreja aprova as relações sexuais dentro do casamento, mesmo quando a procriação não é provável. Por que condena as relações homossexuais, alegando que a procriação
      é impossível?

      Uma coisa é a impossibilidade acidental resultante de alguma patologia, mas respeitando a integridade geradora do ato sexual, como no caso de casais estéreis; e outra muito diferente é a impossibilidade absoluta, quando o ato é incapaz de geração. No primeiro caso, os fins secundários do matrimonio validam o ato, pois não há impossibilidade absoluta de os casais terem filhos. O ensinamento de Pio XI ressalta: “Tanto no próprio matrimônio como no uso do direito matrimonial há fins secundários — por exemplo, o auxílio mútuo, o fomento do amor recíproco e a sedação da concupiscência —, que não estão proibidos aos esposos, desde
      que fique ressalvada a natureza intrínseca do ato, e portanto sua subordinação ao fim primário” (Casti Connubii, n° 319).

      Ora, no ato homossexual a esterilidade não é acidental, mas decorre da sua própria fisiologia, que é infértil por natureza. Sobre o assunto, a Santa Sé definiu: “As uniões homossexuais
      não se encontram em condição de garantir de modo adequado a procriação e a sobrevivência da espécie humana. A eventual utilização dos meios postos à sua disposição pelas recentes descobertas no campo da fecundação artificial, 83 além de comportar graves faltas de respeito à dignidade humana, não alteraria minimamente essa sua inadequação” (Considerações, nº 7).

      Deve-se lembrar que, mesmo dentro do próprio casamento entre homem e mulher, o ato sexual é condenável quando é tornado estéril artificialmente.

       
    • pode casar, pois a relação natural não ofende a Deus, moça, porém se ocultar a condição de esterilidade pode inclusive ser o casamento anulado pois sua função primordial é ter filhos que possam ser educados na fé católica! Espero ter lhe ajudado! Salve Maria!

       
  7. Nada tenho a favor nem contra o homossexualismo, entretanto o direito que tem o homossexual de expressar sua sexualidade desta forma, tem o heterossexual de manter-se firme na sua heterossexualidade, de tal forma que ambos tem que respeitar o direito do outro, não pretendendo impor a aceitação a homossexualidade, ou a rejeição a ela, o certo é que aceitando ou rejeitando devem os dois respeitarem a si mesmo e respeitar o direito do outro. O que pretende o legislador em legalizar a união de pessoas do mesmo sexo, na realidade é regularizar os direitos civis, pois jamais existirá para os Cristãos o casamento entre pessoas do mesmo sexo, pois eles não irão aceitar nunca. O que de fato terá os homossexuais de aceitarem este fato, assim como os heterossexuais já aceitam e respeitam os que demonstram livremente sua sexualidade. Ninguém poderá impor isto ou aquilo para as pessoas,sejam elas homo ou hetero, pois ambos têm o direito de escolher sua sexualidade, seja qual a razão que o levam ao desvio do sexo natural (homem ou mulher). Agora impor o legislador ou o aplicador da legislação (juiz) que alguém aceite e cumpra o que é para ele inadmissível, considero de certa maneira um desrespeito a liberdade de pensamento daquele que não aceita, porquanto o mesmo direito que o homossexual tem de ser aceito pela sociedade, é o mesmo direito que aquele que não aceita o homossexualismo por razão qualquer também tem de ser respeitado a sua opinião. Age coerente aquele que respeita e não aceita, pois são direito de ambos os lados terem suas opiniões formadas sobre o ser ou não ser homossexual ou heterossexual. Tanto o homossexual tem o direito se ser aceito na sociedade como este tem o direito e o dever de aceitar aquele que se demonstra contrário as suas preferências sexuais. Jamais a lei poderá impor que alguém aceite a homossexualidade, assim como jamais poderá permitir a não aceitação do homossexualismo, nesta situação ambos tem o direito e a obrigação de respeitar o outro. O Direito diz que a minha liberdade de expressão e pensamento termina onde começa a do outro, portanto ninguém nem a lei, poderá impedir ou refugar a opção sexual de alguém. É um direito de todos.
    Entretanto, casamento somente existirá entre sexos opostos, considero uma infelicidade do legislador quando fala em regulamentar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, porquanto na realidade o que se pretende é a regularização dos direitos civis, e a aceitação por todos da existência de uma convivência de pessoas com mesmo sexo, porém jamais poderá ser denominado de CASAMENTO, crie em um vocábulo novo que expresse tal situação, assim como foi criado vocábulo “imexivel” ou como querem alguns repórteres flexibilizar a palavra “presidente” criando o vocábulo “presidente, que inexiste no nosso tradicional português, por ser inflexível e comum de dois gêneros, bastando que se use o “O” para “O PRESIDENTE LULA ” e o “A PRESIDENTE DILMA”, jamais no português será aceito ‘A PRESIDENTA DILMA”, redigir assim é cometer um crime no idioma português.

    Conclui-se que na realidade todos que sejam os heterossexuais, que sejam os homossexuais, ambos teem o direito de respeitarem o pensamento e a forma de opção um do outro, assim como o legislador deverá também respeitar na aplicação da lei o conjunto de leis existentes e não apenas aplicar penas ou determinar prisões fundamentadas exclusivamente na lei que prevê o casamento de pessoas do mesmo sexo.

     
  8. Assembléia de Deus Ministério do Belém e Madureira rejeita a união civil de pessoas do mesmo gênero, agora se existem ´´Comunidades´´ que aceitam o problema e delas, agora você não pode exigir que todos concordem.
    O Estado e Laico mais o Estado deve proteger os lugares de cultos e suas liturgias, e não criminalizar, hoje em dia você não pode ser expressar publicamente que pode responder processo por ´´discriminação´´ e muito importante que o Cristão esteja preparado para o futuro, o Governo do PT sempre levantou essas Bandeiras LGBT´s desde da época das manifestações em SBC.

     
  9. Eu acredito que temos muito que pensar em relação ao passado e futuro.É preciso lembrar que homossexuais sempre existiram e existirão.Sempre haverá homossexuais, assim como héteros, na maioria.Assim é a lei natural.Ninguém vai virá homossexual por causa da lutas dos gays pelos seus direitos e pelos grupos que os ameaçam e nenhum gay vai virá hétero para cumprir a vontade da religião e viver uma vida de mentira e hipocrisia que não é aceitável por Deus.Há muito que a igreja perdeu campo para essa área da sexualidade humana por se limitar a conhecimentos tradicionais e não aprender pelo convivio.A ciência explica a homossexualidade sem preconceitos por que a igreja quer explicar seguindo conhecimentos e opiniões de um determinado grupo?? E dever da igreja zelar pela opinião de Jesus Cristo e não de uma moralidade que é questionável e sempre será.O presente artigo publicado expressa opinião de um grupo, não tem estudo ou fundamento teológico real e perfeito.Pode querer parecer inocente e perfeito mas não muda em nada.Segue as mesmas falhas de todos.Pois ninguém é perfeito.

    Marcelo Lopes:
    Bea,

    Olha concordo com você Bea, mas tenho que acrescentar que realmente aqueles que ainda não entenderam os reais motivos dessa cruzada homossexual não é uma causa visando o bem estar dos homossexuais mais sim mudar toda a cabeça de uma geração com relação ao homossexualismo, mesmo contra a vontade de toda a população, vide kit gay nas escolas e outras mais, como citado: “O movimento gay, quer o admitamos ou não, não é um movimento de direitos civis, nem mesmo um movimento de libertação sexual, mas uma revolução moral destinada a mudar a visão das pessoas sobre a homossexualidade.”

     
  10. <Não existe casamento gay, o que existe é apenas uma união civil que na minha opinião está de acordo com as leis laicas e seculares.Então, não vejo problema que isso ocorra.Agora se uma casal gay conseguir se casar numa comunidade protestante ou evangelica, no espiritismo ou na macumba eu não estou nem ai.

     
  11. O que salta aos olhos é esta insistência da “legitimação da homossexualidade”. O que as pessoas fazem da porta da casa para dentro é problema de cada cidadão, mas isto não dá o direito da legitimação legal. Outra questão é quando falam em “livre arbítrio e homossexualidade”. Não consigo entender como “livre” a escolha por relacionamento homossexual. Explico: meus amigos homossexuais afirmam que se pudessem seriam heterossexuais, mas simplesmente não conseguem. Assim, se não é por uma escolha, o que leva a homossexualidade é uma espécie de “compulsão”, daí que as pessoas envolvidas com homossexualismo, não são livres, apenas tem arbítrio. São escravas de seus instintos.

     
    • Concordo com você Maria Cristina.Já tive amigos gays que viviam em dilema, revoltados, tentando a todo custo não ser aquilo que não queriam ser,mas que não conseguiam de forma alguma. Uns queriam casar com mulheres, ter filhos, famílias, trazer alegria para os já velhos pais, mas estavam algemados, acorrentados junto a essa bizarra condição da qual ninguém conhece a origem. Alguns me diziam – tive vários amigos no curso que fiz- “quero casar e ter filhos, mas não posso…”-“se pudesse escolher seria hétero, mas não posso…” alguns sentiam-se verdadeiramente humilhados por terem desejos por outros homens. Tentativas de suicídio entre gays adolescentes são alarmantes. Além do desejo sexual “indesejado”, ainda tem de enfrentar a sociedade e a família onde sempre serão julgados. Sentiam-se, os que convivi, como vítimas de uma “pegadinha” maldosa da mãe natureza que os fez assim.Por isso não devemos julgar. São pessoas sofridas e solitárias na maioria. Esses que conheci só se aceitaram ao encontrarem grupos de amigos gays, no mundo gay deles que é onde “se acham”. Em diferentes intensidades,sempre se sentem párias em relação aos héteros.Esse mundo é cruel. Ninguém pergunta pra ninguém antes de nascer como queremos ser. Somos escravos de um jeito ou de outro. Joguetes nas mãos de forças que desconhecemos.

       
  12. Bom dia.Paz e Bem.Concordo em tudo sobre a materia que o Instituto Plinio Côrrea colocou com muita verdade.E não há nenhuma contradição no que relata.
    Tudo é baseado nas Leis de Deus.Que nos mostra o que é certo e o que é errado.
    Vamos juntos continuar a rezar e a combater esse mal em forma de fraqueza humana para que nossos filhos,netos e a futura geração possam crescer no amor e em um ambiente saudável e cristão.Adorei essa materia pois sempre aprendo e me enriquece de conhecimentos e me sabedoria para viver!!!!!
    Que Maria SANTISSIMA SEMPRE NOS CONDUZA NA LUZ,NA VERDADE E NO CAMINHO DE JESUS.ROGAI POR NÓS SANTA MÃE DE DEUS PARA QUE SEJAMOS DIGNOS DAS PROMESSAS DE CRISTO.AMÉM!!!!!!!!!!ME ORGULHO MUITO DE SER CATÓLICO!!!!!

     
  13. Marcelo Lopes,

    As pessoas que se dão ao respeito, sabem que o respeito se inicia nelas e jamais nos outros. Sempre haverá alguma reciproca, uma resposta a todo desrespeito. Por isso muitos respeitam no sentido de evitar polêmicas, das quais, então, os contrários procuram tirar proveitos. Lembre-se de que o preconceito migra de lado, no caso, criaram um neologismo – homofobia – para denegrir a quem jamais procurou prejudicar a ninguém que pensa o contrário. Simples. se alguém saiu do armário, é porque nele entrou. Ninguém nasceu dentro de um armário. Contudo, respeitamos tais liberdades.

     
  14. Lunara, Desculpe! O problema não é ter liberdade, mas o que fazer com ela. “Livre” do que? Em nome da liberdade muitas coisas são feitas, já dizia um pensamento francês, que agora não me recordo. Imagine alguém entrar em sua casa, colocar os pés no sofá, usar de seu banheiro, etc, só porque se sente livre para fazer o que lhe der na telha. A legitima Liberdade não está expressa naquela estátua, mas na vida de todos os que se dão ao respeito de não usar nem abusar da boa vontade alheia.

     
  15. Bea,

    Bea,

    A partir do momento que você tão veemente defende a ideia que o outro não pode criticar, ou expor suas ideias e praticar a liberdade de expressão, você cai em contradição no que mesmo relatou que defende,ou seja, “o livre Arbítrio”, a liberdade de escolhas de seguir o caminho que deseja, fazer o que deseja pois todos tem o direito de ser “livre”. Ora se todos tem o desejo de fazer o que quer e ninguém tem nada ver com isso, como você pode dizer o que o outro pode ou não falar ou criticar? Então, presuma-se que de acordo com sua definição, NEM todos tem este direito da liberdade que você diz defender. Você mesmo “ditadoriza suas ideias” afirmando como certas e que todos tem que seguir.

     
  16. Bea,

    Olha concordo com você Bea, mas tenho que acrescentar que realmente aqueles que ainda não entenderam os reais motivos dessa cruzada homossexual não é uma causa visando o bem estar dos homossexuais mais sim mudar toda a cabeça de uma geração com relação ao homossexualismo, mesmo contra a vontade de toda a população, vide kit gay nas escolas e outras mais, como citado: “O movimento gay, quer o admitamos ou não, não é um movimento de direitos civis, nem mesmo um movimento de libertação sexual, mas uma revolução moral destinada a mudar a visão das pessoas sobre a homossexualidade.”

     

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