500 mil poloneses contra o assassinato de crianças no período pré-natal

Segundo informou a seção alemã do site de vídeos católicos Gloria.tv (1), meio milhão de poloneses assinaram uma iniciativa popular pedindo a proibição completa do aborto.

O abaixo-assinado, entregue nessa quinta-feira (14-4-2011), no Parlamento em Varsóvia, pede “a proibição do aborto também em casos de grave deformação do feto, de violentação e perigo de vida para a mãe.

Você, caro eleitor paulista, assine agora mesmo o abaixo-assinado para assegurar o DIREITO À VIDA desde a fecundação (nascituro) até a morte natural.

O Comitê Cívico “Escolha a Vida”, que promoveu a iniciativa, colheu um número assinaturas cinco vezes superior ao exigido pela lei para mover uma moção legislativa. Os deputados agora deverão votar o projeto de lei introduzido pela população.

Aqui no Brasil, a Campanha São Paulo Pela Vida está coletando assinaturas para, através de uma Emenda Constitucional Estadual, assegurar “o DIREITO À VIDA desde a fecundação (nascituro) até a morte natural.” (2)

E o leitor, já participou do abaixo-assinado? Clique na imagem ao lado e faça sua parte.

(1) http://de.gloria.tv/?media=145745 – acessado em 14 de abril 2011.
(2) http://www.ipco.org.br/home/noticias/participe-campanha-para-mudar-a-lei-do-estado-de-sao-paulo-em-favor-da-vida – acessado em 14 de abril de 2011

 

2 COMENTÁRIOS

  1. La única manera que tenemos para contrarrestar la ola genocida del aborto, es a través de presión de los bolsones de opinión pública que se oponen al mismo, sobre los gobiernos que intenten promoverlo. Esta buena noticia de Polonia así lo demuestra. Agradecido por la información que haré circular.

     
  2. Nós os defensores da vida precisamos continuar com o propósito de não diminuir a pressão contra medidas contra a vida. É um prazer imenso saber de notícias do mundo inteiro opondo-se ao aborto e outras formas de atentado contra a vida, mas especialmente contra aqueles que não permitem aos indefesos o direito de se defenderem porque os assassinos covardemente não lhes dão oportunidade de praticar a legítima defesa, então, que façamos nós.

     

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