Certo dia uma senhora – chamemos assim – , após saber minha posição completamente contrária ao “casamento” homossexual, e a consequente adoção de crianças pelos pretensos “casais”, lançou contra mim um argumento que achava irrefutável:

“Mas qual o problema? Há tantas crianças soltas por aí… é melhor que sejam adotadas por casais homossexuais!”

Respondi que o argumento não procedia, pois há uma fila imensa de casais bem constituídos (um homem e uma mulher, unidos em legítimo matrimônio), que desejam adotar e não conseguem por causa da burocracia estatal. Acrescentei que, se fosse com as crianças que o Estado estivesse preocupado, deveria, ao invés de fazer leis para proteger o homossexualismo, facilitar a adoção por casais normais…

A objetante torceu o nariz, e tirou da manga mais um “irrefutável” argumento:

Mas se os heterossexuais têm direito de adotar, e todos são iguais perante a lei, então os homossexuais não têm o mesmo direito?”

Procurando manter toda a calma – era uma “senhora” -, respondi:

Acho muito impróprio considerar a adoção sobretudo como um direito do casal, como se a criança fosse um brinquedo ou utensílio doméstico. O principal beneficiado deve ser a criança. Assim, antes de pensar em direito ou não do “casal”, devemos nos perguntar se um “casal” homossexual vai dar à criança aquilo a que A CRIANÇA tem direito: um lar que lhe proporcione a formação moral, cultural e psicológica adequada. Ora, tais condições não são preenchidas pelo que a Sra. chama “casais” homossexuais. Como não tenho tempo agora, recomendo que a Sra. leia recentes pesquisas sobre a matéria, por exemplo do psiquiatra Rick Fitzgibbons (cfr.http://www.catholicculture.org/news/headlines/index.cfm?storyid=12423) . Ele dá as provas médicas de que “é do melhor interesse da criança ser adotada por casais heterossexuais”. Portanto, ao tratar do assunto, pense primeiro no interesse do adotado, e não de quem vai adotar, como se estivesse atrás de uma mercadoria…

A “senhora” enrubesceu, mudou de assunto. Sabendo minha posição 100% contrária ao aborto, tentou ganhar a discussão por aí, dizendo que a mulher tinha direito ao corpo, e por isso podia abortar. Apenas respondi:

“Está vendo como a Sra., em nenhum dos dois casos, pensou nos ‘direitos humanos’ da criança?”

Depois lembrei-me de que poderia falar que sobretudo o que está em jogo são os direitos de Deus e seus Mandamentos. Mas quando pensei, a “senhora” já se distanciava, gritando palavrões. Senhora entre aspas, é claro.

 

6 COMENTÁRIOS

  1. Quanta ignorância junta, nunca vi tanta falta de amor, de respeito e de entendimento. O texto é homofóbico e merece denúncia!!! Quem vc pensa que é pra desrespeitar as pessoas desse jeito? Jesus nunca criticou, nunca condenou e nem julgou ninguém!!! Vc precisa de muita compaixão, pois sua ignorância fundamentalista é doentia e só merece, minha piedade!!!

     
  2. Em 7 de março de 2012, a Band noticiou sobre um menino de 5 anos que sofria agressões e estupro de uma dupla homossexual em São Paulo. A faxineira da casa percebeu que o menino estava com febre e como a dupla gay não estava, a mulher o levou para casa. Durante o banho do garoto, ele contou que estava com muita dor. O menino contou para a faxineira que sofria maus tratos e abuso sexual.
    A mulher levou o menino para o hospital, onde o garoto deu entrada com desidratação, desnutrição, broncopneumonia e tinha marcas de agressão pelo corpo.
    A ocorrência foi registrada no 13º DP e o Conselho Tutelar foi acionado. Contudo, o governo do Estado de São Paulo interveio fortemente no caso, designando quatro defensores públicos para defender a dupla gay. O acompanhamento do caso por quatro defensores públicos espantou até o delegado, que disse:
    “Em trinta e quatro anos de polícia, esse é o primeiro caso na minha carreira que eu vejo que a Defensoria Pública vem acompanhar dois indivíduos que estão sendo investigados e com quatro integrantes”.

    Parabéns pela coragem de escrever um texto como esse!

     
  3. nunca vi texto mais preconceituoso e deprimente. sinceramente… quem é você pra falar em “direitos humanos” (com todas as aspas que você “gosta” de “usar”) se aponta outros seres humanos COMO VOCÊ (só lembrando) como incapazes, amorais, aculturados, etc? Se toca, meu filho…

    espaços de propagação de ideias inúteis como esse seu site deveriam ser banidos da web pois são um completo DESSERVIÇO Á SOCIEDADE. ACORDA!!!!!!!!!

     
  4. Tem que ser dito que a culpa pelo avanço das leis que beneficiam a revolução homossexual se dá com os Carismáticos católicos que é a teologia da Libertação com outro nome depois que o vaticano condenou esta heresia. Os carismáticos só sabem ouvir musica do Padre Fábio de Melo que afirmou ser a favor da união civil de homossexuais (já ouvi que a musica deste energumeno louva a Deus). Ao menos uma parte da mascara do Carismáticos tendo a Canção Nova como ponta de lança caiu na semana passada com o grande protesto de indignados catolicos contra o programa do Edinho Silva que se chamava Justiça e Paz. O mesmo Edinho e presidente do PT que é abertamente favorável ao aborto e a união homossexual. Carismático = teologia da libertação. E opior de tudo que ainda existe bobalhões que dão dinheiro a Canção Nova, financiando a ida sua e de seus parentes para os abismos infernais.

     
  5. Sem dúvida as “senhoras” abortistas nunca foram a favor de direitos humanos e mesmo que o fossem esses direitos não se sobrepõem aos de Deus.

     
  6. Direitos iguais significa tratar os desiguais desigualmente, o casal hétero é natural o homossexual é anti-natural, logo, não podem receber tratamentos iguais sendo absurdamente diferentes, o q é natural é deve ser protegido e o anti-natural negado pela lei.

    Parece que foi esquecidos pelos “advogados” que o Direito positivo tem o direito natural por base.

     

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