Venezuela vai ter primeira central nuclear

Hugo Chávez garante que os seus objectivos são pacíficos e já tem o apoio de Vladimir Putin


A Venezuela vai começar a desenvolver a sua primeira central nuclear com a ajuda da Rússia, anunciou esta sexta-feira o presidente Hugo Chávez, após um encontro com o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, refere a AFP.

«Conversámos sobre o tema e estamos dispostos a iniciar o primeiro projecto para uma central de energia nuclear, obviamente com fins pacíficos», disse Chávez, agradecendo o apoio de Putin.

Segundo o presidente venezuelano, os dois países estão envolvidos numa «nova equação» no âmbito das relações bilaterais, sublinhando que a Venezuela também «já entrou» na corrida espacial com a ajuda da Rússia.

Putin, que chegou esta sexta-feira a Caracas, já firmou cerca de 30 acordos com Chávez, nas áreas de energia, petróleo, tecnologia e defesa.

O primeiro-ministro russo aproveitou também para agradecer o apoio de Hugo Chávez depois dos atentados desta semana, assegurando que vai envolver mais forças «na luta contra o terrorismo».

«Vamos desenvolver forças suplementares que nos vão permitir lutar contra o terrorismo», afirmou.

(notícia transcrita TVI24)

 

5 COMENTÁRIOS

  1. Acredite quem quiser. Os fins pacificos de Chavez estão muito bem demonstrados com a compra de bilhoes em armamentos da própria Russia de Putin.

     
  2. Para estes esquerdistas coerencia, logica, ser consequente só vale quando lhes interessa, quando nao é invençao do Imperio… Saudaçoes

     
  3. Chávez reclamou, à época da assinatura para estabelecimento de bases militares norte-americanas na Colombia, que Uribe mostrasse os termos dos acordos que iam ser assinados e que protestava contra o estabelecimento das bases, porque representaria a dominação do império yanke. Agora, Chavez ao assinar os acordos de cooperação com a Russia (comunista) metamorfoseada para implantação de um novo “Império” (Palavra utilizada pelo Chavez) deveria mostrar todas as cláusulas do acordo e companheiro Lula, se fosse coerente, deveria ter exigido o direito de opinar antes da assinatura, como fez com Uribe.

     

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