No momento que em vários países intenta-se coarctar a legítima rejeição à perversão homossexual mediante a acusação de “homofobia”, convém assinalar que tal acusação não tem o menor sentido. Isto porque —é preciso frisá-lo— a homofobia simplesmente não existe: é uma mera palavra-chavão, vazia de qualquer substância, mas de forte impacto emocional. Foi posta em circulação pelo psiquiatra norte-americano George Weinberg em 1966, a pedido de uma denominada Gay Activist Alliance (GAA), sem qualquer base científica demonstrada, e unicamente uma arma semântica para neutralizar os opositores do movimento homossexual[1].

Society Homosexual
O psicólogo George Weinberg publicou em 1972 o livro Society and the Healthy Homosexual no qual forjou o termo “homofobia”

Em psiquiatria, fobia é uma obsessão sob a forma de temor patológico[2]. Só ocorre em casos extremos e muito específicos: pode haver fobias, por exemplo, contra o que ameaçe a saúde ou a integridade de uma pessoa. Mas seria absurdo qualificar de fóbico a quem, por exemplo, evita normalmente aquilo que prejudica sua saúde ou sua integridade física. E muito menos se pode carimbar de “homofóbicos” —ou seja, de doentes mentais!— a esmagadora maioria de pessoas que, em países como o Brasil, seguindo princípios de razão natural ancorados na Lei moral e admitidos unânimemente durante milênios por todos os povos civilizados, defendem a saúde do organismo social e desejam proteger a família face à presente ofensiva publicitária e legal de poderosos lobbies homosexuais.

Até agora ninguém conseguiu demonstrar a existência de tal patologia, nem poderá fazé-lo. Mais fácil será demonstrar que existe o lobishomen ou a sereia… Em suma, o epíteto só procura neutralizar a reação das grandes maiorias e estigmatizar os que se preocupam deveras pelo porvir da Nação e da família, e pela proteção à população infantil.

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[1] Cfr.The American Society for the Defense of Tradition, Family and Property – TFP, En Defensa de una Ley Superior – Porqué debemos oponernos al pseudo-matrimonio y al movimiento homosexual, Ed.Acción Familia, Santiago de Chile, 2004, pp. 89-90.

[2] Cfr. Honorio Delgado MD, Curso de Psiquiatría, Lima, Imprenta Santa María, 1953, p. 60.

 

36 COMENTÁRIOS

  1. Xenofobia tem relação com o medo de “coisas estranhas” ou islamofobia”medo de ser vitima de algo” a palavra em si não sao reconhecidas mais o medo a qual se refere a elas sim por isso ainda do emprego errado elas possuem algum valor.
    Ja homofobia nao tem valor nenhum pois na se pode tornar a rejeição consciente a algo uma doença as regras dos psicologos proibe tornar valor moral uma doença já xenofobia e islamofobia podem ser tratados

     
  2. Não concordo com casamento gay, e que eles adotem crianças, porém respeito e posso normalmente conviver com homossexuais e ter até mesmo amizade. Não concordo com termo”homofobia” para mim. Existe um ativismo muito grande que está ocorrendo no nosso país por parte de alguns da GBLT. As pessoas são manipuladas pela mídia e aceitam um tipo de homofobia inexistente, sem procurar saber sua real definição!!!! Parabéns pelo esclarecimento.

     
  3. Só pra constar: bando de [expressão de baixo calão] homofobicos! Vamos nos ver no marmore do inferno! Desgraçados, gente infeliz, gente sem nada na mente! vcs me fazem dizer e sentir odio de vcs! pro inferno gentinha burra, nojenta, esquisita!!!!!

     
  4. @Paloma

    Me lembro de um filme que falava de colombo e descoberta da america, no qual a cena que me impactou foi de um guri perguntar a ele como sabia que a terra era redonda… ele mostrou usando uma laranja e explicando que os navis desapareciam ao longo da distancia… ate entao, a teoria eram validas ao longo do avanço da ciencia… mas foi na dec. de 50/60 que o homem realmente veio a tornar acreditar que o mundo era redondo e mais, era azul e solitario nesse universo… muitas das vezes nos precisamos “sair do nosso mundinho” para podermos enxergar o que nos somos ou estamos, não quero contraria-la ou mudar sua opniao, mas quero deixar claro que dizer que nao há provas de que Deus exista seria intrigante, pois as teorias existem… so bastamos sair desse mundo.

     
  5. @FRANCISCO AMANCIO
    Primeiro: não há provas de que deus existe. Segunda: a bíblia que você apoia sua moral foi inúmeras vezes alterada pelos povos, e criada do nada também. Leia sobre Constantino e sobre o que esse imperador romano fez com a Bíblia. Na bíblia vocês só extraem o que lhes é conveniente. Há inúmeras ‘regras’ e conceitos antiquados da bíblia que em pleno século 21 não são mais utilizados. São utilizados apenas o que é interessante utilizar. Dizer que você segue a bíblia a risca é chamar a sociedade inteira de burra. É uma forma ignorante de levar a vida pois não há pesquisa, não há questionamento. É como se aquela fosse a verdade absoluta.
    Estude também a história da igreja católica ao longo dos anos, o ódio contra pessoas, a instituição que mais matou em toda a história.

     
  6. @Nublado
    O fato do termo ‘homofobia’ vir sendo empregado de forma errônea não anula o ódio a homossexuais, infundado e ignorante. Como todo ódio, deve ser combatido por meio da justiça empregada pelo emprego das leis. Ainda que não haja uma lei específica para casos de ‘homofobia’ ou ‘ódio a homossexuais’, há o que diz sobre preconceitos quanto ao sexo das pessoas.

     
  7. Prezados debatedores, favor ou contra, pena que não encontrei esse debate antes, mas posso afirmar que estamos no Brasil, regidos por uma Constitui,ão federal que nos garante, conforme segue;

    Art. 1º. A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
    II – a cidadania;
    III – a dignidade da pessoa humana;
    Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
    I – construir uma sociedade livre, justa e solidária;
    IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
    Art. 5 º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
    X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
    XLI – a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;

    Ainda informo aos leitores de bíblia o único texto que leva a cadeia é a parte do não matarás que esta previsto no Código Penal Brasileiro, agora todos os crimes cometidos até aqui pelos debatedores, com certas exceções, também estão previstos no Código Penal Brasileiro, o que quero dizer com isto é que deixa para que representa o povo resolver isso seja o Jair Bolsonaro ou o Jean Wyllys foi o povo que votou para que eles resolvessem.

     
  8. @Dancer

    Sim, xenofobia é uma palavra empregada de maneira inadequada, o correto é “misoxenia” (ódio ao estrangeiro). Xenofobia significa “medo de estrangeiro”, dificilmente alguém sofre de ‘xenofobia’.

     
  9. Parabéns pelo Esclarecedor Artigo a maioria da população vai engolindo esa mentira de homofobia via tv sem saber que está contribuinto com o movimento homossexual que não pensa duas vezes antes de atacar com todo ódio e intolerância os cristãos e qualquer um que não achei o homossexualismo a maior maravilha do mundo os militantes gays são cheios de ódio e intolerância por aqueles que não pensão como eles.

     
  10. Amigos,

    O texto nos apresenta dois aspectos distintos. Um psiquiátrico e outro ideológico. Ambos mutuamente independentes. Sobre o primeiro, na condição de ignorante da medicina, não posso senão calar-me, entendendo que a origem e classificação das doenças não compete à filosofia. Os esforços nosográficos estão nas mão dos médicos.
    Entretanto, quando aborda o segundo aspecto, o autor dá impressão de tendenciosidade. Atualmente ignoro se a “homofobia” constitui transtorno psiquiátrico. Mas, por outro lado, entendo que, certamente, apresenta-se como um significativo problema social, uma vez que é apontado como origem para discriminação relativa à orientação sexual bem como identidade degênero.
    Diante disto, pode-se entender que a intenção do texto foge à explicitação de conceitos, buscando subtrair a validade de um movimento político e social com base em uma análise psiquiátrica aplicada com infelicidade. O primeiro aspecto seria, assim, uma espécie de porta pela qual o autor pudesse colocar outra idéia distinta da questão principal. O texto faz referências estranhas à questão quando passa a citar a proteção da família, cultura civilizada, autodefesa.Além disto, alarmante é a repetição de um argumento estranho, sintetizado em uma charge veiculada pela internet. Um rapaz é agredido por um religioso e ao se defender, provoca a queixa do agressor, a dizer que estava sendo vítima. O que o texto e alguns comentários colocam, sobre este ponto de vista, seria algo absolutamente incoerente. A religião conhece o que é perseguição, tornando mais reprovável ainda qualquer reprodução deste comportamento. Os papéis estão sendo invertidos: não são os heterossexuais os perseguidos nem as minorias. A civilização, os bons costumes, no seus sentidos mais altos, estão sendo postos em risco não a partir da causa gay, mas por conta de uma atitude restritora, violenta, intolerante. O verdadeiro risco da civilização está nela mesma, ou melhor, na limitada idéia que muitos possuem a seu respeito. A família também encontra-se risco. Ela não se restringe à minha casa, igreja ou ainda à minha escola de pensamento. Crianças formadas por grupos de pessoas, mães sociais, avós(ôs), mães solteiras. Pessoas que dividem a vida ao lado de valiosos amigos como família a acompanhar seus passos. Ora, temos aí expressões familiares cujo núcleo de sustentação seria o amor e a fraternidade. No futuro, o conceito será ampliado ainda mais, a fim de atingir a humanidade como um todo, como uma família universal.
    E se existe algum vexame aqui, é que uma psicóloga, dita cristã, possa ter indicado um texto com um propósito tão vazio.

     
  11. OLHA! QUANTO A MATÉRIA;PARABÉNS! MÁS QUANTO A ESSA BRIGA ENTRE OS DESFAVORÁVEIS,A ESSE TIPO DIFERENTE DE SEXO,O QUAL NÃO FOI CRIADO POR DEUS,POIS NÃO HÁ NADA EM GÊNESES,QUE FALA QUE DEPOIS DE TUDO CRIADO DEUS CRIOU O HOMOSEXUAL. ENTÃO NA MINHA HUMILDE OPINIÃO,SÓ TENHO A DIZER QUE QUANTO MAIS SE CRIE POLÉMICA EM TORNO DESSE TEMA , MAIS FORÇA SE DÁ A ESTE TIPO DE PESSOA; PORQUE A CADA MOVIMENTO QUE FAZ NO ANO ,O ALMENTO DOS ADEPTOS É ABSURDO;TANTO DOS ASSUMIDOS QUANTO DOS QUE SE DIZEM SER “SIMPATIZANTES”. QUE DEUS SEJA LOUVADO!!!!!

     
  12. Na verdade esse texto sobre a homofobia ao que parece é um assunto apocalíptico. Estamos caminhando no sentido em que apelos emocionais são transformados em modismo e estes em opinião dominante. Abrindo caminho para o automatismo da maioria dos indivíduos, que se dá através da indução e assimilação de opiniões formadas emocionalmente através dos meios de comunicação. Existe um material intenso sobre a homofobia divulgado pelos meios de comunicação. Os meios de comunicação estão impregnados sobre o assunto, diversos sites e blogs em que seus editores, já especializados, adotaram o termo Homofobia, como o terno ideal para os seus artigos e postagens. Pode-se observar que os indivíduos da sociedade já assimilaram e compactuam com a mesma opinião, com as mesmas idéias. Quando abordados e questionados são autômatos, embora individualmente suas opiniões sejam contraria aquilo que em publico declaram. Um deputado aqui no Brasil, faz advertência aos pais sobre um Kit que os filhos de brasileiros vão receber para combater a homofobia. Creio que para distribuir um kit desta natureza outros setores da sociedade deveriam ser integrados na discussão, pois essa idéia de distribuir um kit para combater a homofobia, ao que parece é tendenciosa em vez de esclarecedora ao combate a descriminação. Essa idéia deixa transparecer que, com este Kit, os grupos da homossexualidade, estão de fato querendo talvez arregimentar indivíduos, com se fosse um partido, um credo ao algo parecido, ou mesmo criar movimentos proselitista, (acreditam ser verdadeiras a idéia que defendem) e aproveitam o estado emocional dos indivíduos que se manifestam favoráveis para suas intenções. Uma vez que as informações dos noticiários e as sutilezas subliminares dos meios de comunicação são apropriadas para esse intento. Poder-se-ia em contrapartida se pensar em distribuir kit para combater a heterofobia. E desta forma não chegaríamos a nenhum consenso. Creio que este tipo de discussão sobre a homofobia deve ser resultado de opiniões divergentes, que devem mutuamente se influenciar e se adequar a convivência relativamente harmônica entre as divergências de grupos. As decisões devem ser de interesse comum para o individuo em sociedade. Devem oferecer com certeza, soluções satisfatórias a uma relativa convivência entre os diversos grupos antagônicos que integram a nação. Por conseguinte existe um grande perigo para a formação da opinião publica, pois até aqui ao que parece não existe nenhum controle satisfatório neste sentido. O que se pode observar é que certos grupos exercem considerável pressão para a divulgação e expansão do seu campo de influencia. E entre ele os “heterofóbicos” pequenos grupos que enganam a maioria manipulando as noticias, estrategicamente a fim de conseguir seu intento. Na verdade nem a Homofobia ou a heterofobia existe – alguns acham mais apropriados utilizar o termo homofilofóbico ou heterofilofóbico – nem como significado etimológico do termo, nem como psicopatologia atribuída à minoria ou maioria dos indivíduos. Obrigado ao instituto Plínio Correia pela publicação dessa matéria muito apropriada sobre o assunto. Outra forma de influenciar o comportamento dos indivíduos são as técnicas de comunicação que influenciam os comportamentos através de um processo de sublimação. Algumas imagens ou palavras (a maioria de natureza sexual) são intencionalmente colocadas em algumas cenas de comunicação visual, que são captadas pelo inconsciente de qualquer individuo (crianças, jovens e adultos) que se encontre em seu campo de ação. Esse material e apreendido inconscientemente e pode ser determinante no resultado final de uma opinião, escolha ou decisão individual que representa um pequeno fragmento da globalização. E assim todos passam a sofrer de uma forma ou de outra, um processo de condicionamento cultural, do qual ninguém escapa. Wra12/04/11

     
  13. @Valéria : nos sites da militância gay (ao menos os que oferecem espaço para comentários…) devemos ler apenas e tão somente comentários contrários ao que pregam, não é verdade?

     
  14. Valéria, defensores da homossexualidade como suponho que você seja usam sim de “palavras-chavões” como método de terrorismo psicológico contra aqueles que se opõe por motivos religiosos ao defeito moral abominado por Deus. Você mesmo está usando uma: “violência gratuita”.
    Pergunto-lhe, Valéria, há violência em demonstrar a origem da palavra “homofobia”?
    Espero não praticar essa tal “violência gratuita” se lhe recordo o significado da palavra Etimologia: Etimologia (do grego antigo ἐτυμολογία, composto de ἔτυμον e -λογία “-logia”) é a parte da gramática que trata da história ou origem das palavras e da explicação do significado de palavras através da análise dos elementos que as constituem. Por outras palavras, é o estudo da composição dos vocábulos e das regras de sua evolução histórica.
    Como vê não há violência e muito menos gratuita quando os argumentos dos pro-homossexulismo se desmancham por si só. Violência gratuita há quando se impede alguém de se defender por meios licitos de ataques sem prova.
    E quanto a sua estranheza por não existir comentários contra este artigo arrisco uma suposição: os que têm alguma objeção não encontraram por onde fazer. Porque a fazer deve fazê-lo com conteúdo.
    @Valéria

     
  15. Artigo sensato. Parabéns!
    Acresço que, como bem apontou o Padre Paulo Ricardo (http://padrepauloricardo.org), há por ano uma média de 50.000 assassinatos no Brasil. Número triste, INDEPENDENTEMENTE de quem seja a vítima, pois a vida humana é inexpugnável, insujeita a condicionamentos. Contudo, como se afirma ser de 10% o índice de homossexuais na sociedade, nota-se que, em matéria de conservar-se vivos, os heterossexuais já têm muito menos ventura que os homossexuais, pois daquelas 50.000 vítimas cerca de 250 são homossexuais e 49.750 são heterossexuais. Ou seja, das vítimas assassinadas no Brasil, 99,5% são hetero e 0,5% são homo (0,5%, percentual 1900% ou 20 vezes menor que o índice de gays na população em geral).
    MUITO MELHOR SERIA 0 (ZERO) PARA OS DOIS LADOS.
    Mas infelizmente não é.
    Além disso, assim como os hetero na maioria das vezes são mortos por outros hetero (mesma comunidade, mesmo círculo social), geralmente os homo também são mortos por gente do mesmo círculo. Há exceções? Claro que sim, dos dois lados. Mas, quanto às vítimas homo de assassinos hetero, tais assassinos via de regra agiram puramente pela própria maldade, e não em nome de uma “agenda” e nem muito menos de uma confissão religiosa. E mesmo que houvesse prova de uma “exceção da exceção”, seria um caso tão isolado, que justificaria exclusivamente a prisão do indigno “ministro” religioso (exemplo: como partícipe ou mandante do homicídio) e a prisão obviamente do assassino, por crime de homicídio, TAL QUAL JÁ ACONTECE EM TODO E QUALQUER CASO SEMELHANTE, SEJA QUAL FOR A RELAÇÃO ASSASSINO/VÍTIMA (hetero/hetero, homo/hetero, hetero/homo e homo/homo).
    Em outras palavras: seja qual for o tipo de análise, tudo justifica aplicar a lei que JÁ EXISTE (Código Penal, arts. 121 e outros) e NADA justifica criminalizar TODA UMA NAÇÃO CRISTÃ em nome de uma “homofobia” inexistente (como explicou bem o artigo acima) ou, no máximo, não existente em grau PROVADO ou relevante para a criminalização específica, para além do que já existe.
    Fora daí é so balela e INCONSTITUCIONALIDADE por violação ao DIREITO DE LIBERDADE DE EXPRESSÃO, INCLUSIVE EXPRESSÃO RELIGIOSA.
    No caso da nossa Santa e Católica Fé, a nossa legítima, constitucional e livre expressão é: contra o homossexualismo (pois DEUS, conforme a Bíblia Sagrada, é contra) e, EXATAMENTE POR ISSO, A FAVOR da pessoa humana, INCLUSA A PESSOA QUE SE CONSIDERA HOMO.

    Desejo Paz a todos, sem distinção de convicção moral, e conquista do verdadeiro Bem aos que fazem por onde conquistá-lo.

     
  16. Estimados Guerreiros desta magnânima Instituição. Solicito que vocês partam em defesa do Deputado Federal Jair Bolsonaro, que foi vítima de uma armação Gayzista via CQC, e estão tentando retirar-lhe das comissões de Direitos Humanos, afim que sua presença não atrapalhe o andamento da Agenda Gay. Fiz uma matéria pertinente em meu Blog e por ser extensa não a publicarei aqui, adiantando apenas sua introdução. Segue.

    O apresentador do CQC, Marcelo Tas, foi usado (ou usou?) pelo Movimento GLSBT para armar uma cilada, na qual inocentemente caiu o defensor ferrenho da Família e bons costumes Dep. Jair Bolsonaro, e cuja repercussão pré-meditada e concretizada, agora está sendo festejadas em todo antro Gay Brasil afora. O que serve de alerta a todo Hétero que for convidado a dar entrevistas a programas tendênciosos como este, Luciana Gimenz, etc.

    Fomos até o Blog do Marcelo Tas e encontramos 490 comentários naquele momento, a maioria dos quais, condenando a atitude maliciosa do Apresentador em conduzir tal entrevista sem dar a chance de pleno entendimento das questões apresentadas, provocando o episódio no qual caricaturaram o deputado como Homofóbico e Nazista, conforme se vê na figura ao lado, que com certeza, cabe uma ação por associação a apologia ao Nazismo, segundo a Lei LEI Nº 7.716, DE 5 DE JANEIRO DE 1989. (Clique na Lei para Lê-la) caso o deputado queira impetrar contra o apresentador.

    Marcelo Tas criou para o referido “Nazista” uma situação que viveu tempos atrás perpetrado pela revista Veja, que prova que ele não aprendeu as regras Jornalísticas que exigiu que a Veja seguisse para com ele.

    Em sua edição de 01/11, (Clique aqui e Leia essa Matéria) a revista Veja afirmou na coluna “Veja Essa” que o jornalista Marcelo Tas recebe dinheiro de Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. (Tinha que ter o Dedo de Lula por trás) Em resposta, Tas enviou uma carta para a direção da revista, desmentindo as acusações e exigindo retratações. Como não foi atendido e não obteve nenhum retorno do veículo, explicou o fato e publicou a carta em um post de 06/11 em seu blog no UOL. Continua…

     
  17. Esse termo é ferramenta para aterrorizar quem se mantem com opiniões tradicionais onde o homem foi feito para a mulher e vice versa.
    O homossexualismo não é natural, e por mais que tentem, jamais – apesar dos tubos de dinheiro gastos com isso – jamais foi “provada” a existência de um gene homossexual.
    Portanto não podem forçarem impor ninguém a aceitar a hipótese de que as pessoas nasçam homossexuais. O que é diferente de tendências e distúrbios de comportamento.
    A idéia de que fulano nasceu gay e nada manos do que uma tentativa de remover de si mesmo a responsabilidade de lidar com essa questão, remover a responsabilidade de auto-avaliação, de se investigar motivos, influências, criação, estilo de parentagem etc.

     
  18. Parabenizo ao articulista pela corajosa denúncia. Não encontro palavras para lhe agradecer, pois, até este esclarecimento da manobra psicológica arquitetada pelos ativistas homossexuais e midia vivíamos debaixo da opressão dessa pecha vexatória.

     

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