Cruzada pela Família perto do Congresso Nacional – contra o aborto e a ditadura homossexual

Veja, no vídeo abaixo, o início da caravana Cruzada pela Família, que está percorrendo o território nacional para mobilizar todos os que defendem a família e o futuro moral de nosso filhos. No contato direto com a população, os caravanistas estão provando mais uma vez como a opinião pública desaprova maciçamente a agenda do movimento homossexual e o aborto. O movimento abortista e homossexual só sobrevivem porque têm atrás de si vários setores do governo e, sobretudo, a grande mídia e a omissão inexplicável de certos religiosos.

A Caravana não pode parar.

Nos ajude nesa Cruzada pela Família contra o aborto e a ditadura homossexual.

Faça aqui uma doação e ajude-nos com os custos da viagem destes destemidos jovens que dedicam suas férias nesta importante missão em defesa da família brasileira.

 

15 COMENTÁRIOS

  1. @Adélia
    Ade’lia nao seja ingenua. Os homo criaram uma ma’fia perigosa e assassina. E’ uam ma’fia de ambito internacional que visa atingir tudo que ‘ serio e moral. Isso tem que ser atacado e com forca. nao pense que eles sao bonzinhos e sofredores isso e’ fala’cia. Eles sao perigosos e so’ querem destruir a fami’lia. Gay sempre teve e nunca foram perseguidos. Agora estao perigosi’ssimo

     
  2. Vejo com apreensão essa tomada de posição tão radical e intolerante da campanha contra a homofobia. Uso essa palavra na falta de outra mais precisa. Penso q a ciência tem muito a nos falar sobre o homossexualismo, porque os mais recentes estudos e pesquisas levam a definir essa questão como uma patologia, uma enfermidade que não é escolha da pessoa, mas é uma carga pesada e sofrida, que traz sofrimentos indescritíveis aos que a carregaam. Creio que a grande maioria dos homossexuais não o são porque querem, mas carregam isso como um fardo e são os que mais sofrem com essa realidade. Acredito também que dar-lhes proteção legal para assumirem seus relacionamento em público não é a solução para seus problemas. Concordo com os bispos e com a CNBB na posição tomada, pois creio que os extremos sempre são perigosos. A Igreja já pagou muito caro por posições radicais e confrontos discriminatórios e é hora de agir de modo mais sensato e equilibrado. Os homossexuais devem ser respeitados como pessoas que têm dignidade, pois são seres humanos amados por Deus e, portanto, devem ser acolhidos e amados por nós católicos também.´Mais do que combatê-los, devemos pedir à Nosso Senhor a cura para essa enfermidade. Deus tenha misericórdia de nós. Ele disse:”quem não tiver pecdo, atire a primeira pedra. E a lei evangélica é a Lei do Amor, do perdão e da paz. Como disse Saanto Agostinho;”ama, e faze o que quiseres”, significando que quem age por amor nunca fará o mal, nem contra si mesmo, nem contra o próximo e nem contra Deus.

     
  3. Repúdio total à esse ato ridículo, viva a liberdade de escolhas, viva o amor, a tolerância, abaixo ao fascismo velado imposto por essa dita organização. Viva à todas as classe minoritárias, homossexuais, negros, índios, feministas…VIVA A DIVERSIDADE, O RESPEITO, AS PESSOAS BOAS, ABAIXO À REPRESSÃO RELIGIOSA!!!!

     
  4. Padre Luiz Carlos, o senhor fez uma crítica tão apropriada que não há mais comentários possíveis. Parabéns! A CNBB já está nos cansando com essa omissão em relação a assuntos tão graves. Para não desagradar aos homens, nossos bispos desagradam a Deus. A isso o próprio Jesus chamou de hipocrisia. Chamou de sepulcros caiados aos fariseus e mestres da lei que praticavam suas abominações enquanto perseguiam o povo incauto. Sepulcros caiados: bonitos por fora mas cheios de podridão em seu interior. Ao ionvés de irem à luta para fazer a vontade d’Aquele que nunca nos abandonou eles ficam de conversa mansa para não desgradar aos pagãos poderosos.
    Que a Virgem Maria venha em nosso socorro, a Nação inteira precisa da intervenção do céu contra os maus políticos e os maus e omissos bispos.
    Iara Pereira

     
  5. Acredito ser muito importante evangelizar o mundo, é cumprir o ide de Cristo!
    Mais é muito importante também mostra para o povão o que estas leis nocivas as nossas famílias e a liberdade religiosa está ameaçada e devemos todos combater!

     
  6. É lamentável que a CNBB NÃO APROVE ESSE TIPO DE TRABALHO, que simplesmente é o de conservação do Depósito da Doutrina e da Fé, como bem exposto na Mensagem da Pro-Vida de Anápolis, que a seguir reproduzimos:

    “O PECADO TEM DIREITOS??

    (o PLC 122/2006 pretende dar direitos ao pecado do homossexualismo)
    No dia 06/12/2011, o jornal O Globo publicou “CNBB e Marta fazem acordo sobre projeto que criminaliza homofobia”[1][1]. A notícia causou perplexidade na comunidade católica. Como poderia uma Conferência Episcopal fazer algum acordo sobre um projeto que pretende exaltar o homossexualismo e punir como criminosos os que se opõem a ele? Rapidamente a CNBB publicou uma nota oficial desmentindo o suposto “acordo”. Eis o seu inteiro teor:

    NOTA DE ESCLARECIMENTO
    Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
    Brasília, 07 de dezembro de 2011
    A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por fidelidade a Cristo e à Igreja, no firme propósito de ser instrumento da verdade, vem esclarecer que, atendendo à solicitação da senadora Marta Suplicy, a recebeu em audiência, no dia 1º de dezembro de 2011, e ouviu sua apresentação sobre o texto substitutivo para o PL 122/2006.
    A presidência da CNBB não fez acordo com a senadora, conforme noticiou parte da imprensa. Na ocasião, fez observações, deu sugestões e se comprometeu com a senadora a continuar acompanhando o desenrolar da discussão sobre o projeto. Reiterou, ainda, a posição da Igreja de combater todo tipo de discriminação e manifestou, por fim, sua fraterna e permanente disposição para o diálogo e colaboração em tudo o que diz respeito ao bem da pessoa humana.
    Cardeal Raymundo Damasceno Assis
    Arcebispo de Aparecida
    Presidente da CNBB[2][2]

    A nota gerou alívio e apreensão. Alívio por esclarecer que não houve acordo. Apreensão porque a CNBB não disse que repudiava o projeto. Ao contrário, segundo a nota, a CNBB recebeu a senadora, “fez recomendações” e “deu sugestões”, dando a entender que o projeto em si poderia ser aproveitado com emendas. Por fim, afirmou que a Igreja está disposta a “combater todo tipo de discriminação”, sem distinguir a discriminação justa da injusta.
    Parece, portanto, haver um perigo real de o projeto anti-“homofobia” ser aprovado com a complacência ou ao menos com a tolerância de nosso episcopado.
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    Existem discriminações justas
    A nota de esclarecimento da presidência da CNBB diz que a Igreja combate “todo tipo de discriminação”. Supõe, portanto, que uma “discriminação” seja sempre injusta. Mas, objetivamente, não é assim. Na verdade, existem discriminações justas e até mesmo necessárias. A discriminação é, de fato, uma das práticas mais normais da vida social. Todos nós a praticamos dia a dia. Ao aplicar uma prova, o professor discrimina os alunos que tiraram notas altas daqueles que tiraram notas baixas. Aqueles são aprovados. Estes são reprovados. Ao escolher o futuro cônjuge, as pessoas geralmente fazem uma discriminação rigorosa, baseadas em diversos critérios: qualidades morais, inteligência, aparência física, timbre de voz, formação religiosa etc. Entre centenas ou milhares de candidatos, somente um é escolhido. Os outros são discriminados. Ao selecionar seus empregados, as empresas fazem uma série de exigências, que podem incluir: sexo, escolaridade, experiência profissional, conhecimentos específicos, capacidade de relacionar-se com o público etc. Certos concursos para policiais ou bombeiros exigem, entre outras coisas, que os candidatos tenham uma determinada altura mínima, que não ultrapassem uma certa idade e que gozem de boa saúde. Todos esses são exemplos de discriminações justas e necessárias.
    Outros poderiam ser dados. O ladrão que é apanhado em flagrante é preso. A ele, como punição pelo furto ou roubo, é negada a liberdade de locomoção, que é concedida aos demais cidadãos. A prisão é um lugar onde, por algum tempo, são discriminados (com justiça) aqueles que praticaram atos dignos de discriminação.
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    Existem discriminações injustas
    Se é justo privar da liberdade um criminoso (que perdeu o direito a ela pela prática de seu crime), não é justo negar a liberdade a alguém em virtude de sua cor. A escravidão dos negros, abolida no Brasil em 1888, é um exemplo de discriminação injusta. Também não é justo privar uma criança do direito à vida por causa de uma doença incurável, como querem os defensores do aborto eugênico. Um bebê deficiente tem o mesmo direito de nascer que um bebê sadio. Lamentavelmente, a senadora Marta Suplicy (PT/SP), quando era deputada federal, em 1996, foi autora de um projeto de lei (o PL 1956/96) que pretendia legalizar tal discriminação injusta.
    Não é justo que a Igreja prive alguém da Santa Missa ou dos sacramentos por causa de sua pobreza ou condição social. Mas é justo (e necessário) que aqueles que estão em pecado grave abstenham-se da Comunhão Eucarística, sob pena de cometerem um sacrilégio.
    Por isso, o Catecismo da Igreja Católica teve o cuidado de distinguir: “evitar-se-á para com eles [os homossexuais] todo sinal de discriminação injusta” (n.º 2358). O texto supõe, portanto, que a Igreja admite discriminações justas para com os homossexuais. E de fato admite. Uma delas é a proibição de receberem a Sagrada Comunhão, enquanto não abandonarem seu pecado (o que vale também para qualquer outro pecado grave). Outra é a impossibilidade de serem admitidos em seminários e casas religiosas.
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    Os homossexuais têm direitos?
    Na sua primeira carta aos coríntios, São Paulo enumera alguns dos que não herdarão o Reino de Deus: “Não vos iludais! Nem os impudicos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os depravados, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os injuriosos herdarão o Reino de Deus” (1Cor 6,9-10). Nesta passagem o Apóstolo usa duas palavras para designar os homossexuais: malakói (efeminados) e arsenokóitai (sodomitas).
    Será que nenhum dos que foram enumerados acima têm direitos? Certamente que têm. O empregado que trabalhou para mim durante um mês tem direito a receber seu salário, mesmo que lamentavelmente se tenha embriagado. O ladrão que furtou meu dinheiro conserva seu direito à vida (e por isso eu não posso matá-lo).
    Mas o ladrão não tem direito à vida como ladrão, e sim como pessoa. Da mesma forma, o bêbado não tem direito ao salário como bêbado, e sim como pessoa que trabalhou.
    Assim, se o homossexual tem algum direito – e o tem de fato –, não o tem como homossexual, mas como pessoa. E assim como não faz sentido elaborar uma Carta dos Direitos dos Ladrões ou uma Declaração dos Direitos dos Bêbados, é absurdo uma lei que defenda os “Direitos dos Homossexuais”.
    Sendo um pecado (e um pecado contra a natureza!), o homossexualismo não acrescenta direitos à pessoa. Ao contrário, priva-a de direitos, a começar pelo direito ao Reino de Deus.
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    O que pretende o PLC 122/2006?
    Os defensores dos supostos direitos dos homossexuais apregoam que estes são continuamente vítimas de violência. Segundo os homossexualistas, haveria até mesmo “esquadrões da morte” para exterminar homossexuais.
    Ora, os que investem contra a família não têm compromisso com a verdade. Vamos, porém, apenas por hipótese, supor que haja muitos homicídios contra pederastas e lésbicas. Esse crime já está enquadrado no artigo 121 do Código Penal: “matar alguém”. Pena: “reclusão, de seis a vinte anos”. Note-se que o homossexual não pode ser morto porque ele é alguém, ou seja, uma pessoa humana, não porque ele é praticante do homossexualismo.
    Imaginemos agora que um homossexual seja assassinado por um suposto “esquadrão da morte”. Esse delito está previsto na Lei 8072/80, que considera crime hediondo “o homicídio (art. 121), quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio” (art. 1º, I).
    Que pretende então a senadora Marta Suplicy, relatora do PLC 122/2006? Que nos casos acima, o autor do crime receba um aumento de pena pelo fato de a vítima ser homossexual. Ora, isso é um absurdo! Significa acrescentar direitos a alguém pelo fato de este alguém ter cometido um pecado. Esta é a essência do projeto anti-“homofobia”: dar direitos ao pecado.
    Por ser essencialmente mau, o PLC 122/2006 não pode ser “emendado”. Não adianta, como tentou fazer a senadora, acrescentar um artigo tolerando a “manifestação pacífica de pensamento” contra o homossexualismo.
    É verdade que se o PLC 122/2006 for aprovado, ocorrerá no Brasil o que já está ocorrendo em outros países que fizeram leis semelhantes: uma perseguição aos cristãos e a instauração da tirania homossexual.
    Mas ainda que, por hipótese, esses nefastos efeitos não ocorressem, o projeto seria inaceitável. O motivo é simples: a pessoa não tem direitos especiais pelo fato de cometer uma determinada falta moral. É isso que se espera que os Bispos expliquem aos fiéis.
    Anápolis, 8 de janeiro de 2012.
    Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
    Presidente do Pró-Vida de Anápolis
    http://www.providaanapolis.org.br “”

     
  7. parabens jovens q Deus lhes conceda força para continuar trabalhando em favor da familia. E os nossos governantes tome vergonha na cara e cuide mais da saude e da educação. pois se eles estão no poder é porque ,nós votamos neles e por que q agora vêm nos dizer q não podemos dizer nada quando eles querem aprovar leis da qual nós não estamos de acordo? É bom q eles saibam q ainda vão precisar do nosso voto por muito tempo. E eu não voto em nenhum deles. sinto muito mas é a verdade. Precisamos de politicos mas honestos, ou eles não têm familia, foram gerados de q forma?!

     
  8. Lindo! maravilhoso! O mal nunca pode vencer o bem. Notem no vídeo altura do minuto 1.45 ao 1.55 bem no canto da faixa do lado direito de quem assiste, aparece Nossa Senhora de Fátima. Eu consegui ver, pois JESUS seu filho me mostrou. Tenho certeza que ela estava ali presente, pois ela é do bem, mãe do nosso Salvador.Povo brasileiro, acordem enquanto é tempo.

     
  9. Todos nós, membros da sociedade brasileira cristã, tradicional e conservadora , temos o dever moral e material de apoiar, sempre, essa importantíssima iniciativa do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. Não podemos nos omitir nem silenciarmos perante a iniquidade e a subversão total de valores, patrocinada há mais dez anos pelo governo federal e suas ONG atreladas.

     
  10. Parabens. Isto que é coragem. É a lampada que nao fica sob o alqueire… Vendo esta juventude com este destemor, me desvolve a esperança que o Cristo Redentor realmente ainda seja o Senhor e Rei do Brasil…Avante pessoal.

     
  11. Amigos e irmãos pela luta em favor da Família,

    Vejam, seguem abaixo algumas mensagens que encaminhei ao longo de 2011, as quais não percebo repercussão, pois não se dignam em responder, a saber:

    a) endereçada ao min. Dipp, convidado pelo Senado para coordenar sugestões para reforma do código penal;

    b) mensagem endereçada aos ministros do STJ, 6ª. Turma, que decidiram favoravelmente pela união homoafetiva;

    c) mensagem encaminhada para todos os meios de comunicação que divulgaram que na parada gay S.Paulo, contava c/4 milhoes de participantes;

    d) mensagem para ministros do STF, questionando tantos pareceres contrários ao interesse da sociedade;

    e) mensagem endereçada ao padre Geraldo (relações públicas CNBB), apoiando intenção do adv. CNBB, dr. Hugo de ingressar com agravo contra decisão do STF, para o qual o padre Geraldo respondeu que estaria reencaminhando para o mesmo;

    Lamentavelmente estou ficando desanimado, pois vejo nos encontrarmos num barcos que esta aparecendo furos por todos os lados, e não estamos conseguindo estancá-los. Digo isto, pois escrevo diariamente para todos os níveis de autoridades e nenhum se digna em responder. Percebo que não se importam com opinião contraria, se julgam com o poder da caneta, que podem impor suas vontades.

    Amigos, entendo que devamos firmar posição junto aos deputados e senadores cristãos e pedirem expressem com veemência nossos entedimentos, quer via projeto e/ou bloco efetivo de oposição.

    Sinto que a propalada força da internet não esta produzindo os frutos que desejamos, ou seja, pressão em prol dos valores da família.

    Abraços

    Amauri / Guarulhos-SP

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    Senhor Ministro Gilson Dipp,

    Me parece no mínimo estranho, convite a magistrado para externar posição e ainda presidir comissão de juristas para redigir anteprojeto código penal.

    Há tempos não tão remoto, o magistrado seguindo código de ética, não se pronunciava para não proclamar seu parecer.

    Agora parece-me que não precisam seguir mais código de ética algum.

    Me causou estranheza noticia veiculada na mídia, na qual relata que o senhor, na condição de presidente da comissão de juristas composta a convite do senado, divulgou que se posiciona a favor de discutir todos os pontos sobre aborto? Devo deduzir (no intimo desejando que não corresponda com a verdade), que o senhor se posiciona a favor quanto a descriminalização?

    Se realmente for favorável, devo entender que estamos diante de magistrados que têm trabalhado contra os valores de família da sociedade brasileira.

    Tenho ficado alarmado com tantas posições absurdas adotadas, sem importarem-se em contrariar a Constituição Federal, quando na verdade deveriam ser os primeiros a guardá-las. Citando algumas decisões emblemáticas cito: favorável à marcha da maconha, quanto ao reconhecimento homoafetivo, contra a Ficha Limpa, contra extradição Batisti, contra atuação do CNJ, 6ª. Turma c/apenas 04 votos arquiva processo Boi Barrica, derrubam clausula de barreiras e temos que aturar dezenas de partidos sem sentido na televisão, etc. NÃO HAVIA VISTO TANTA PRODUÇÃO CONTRARIA AOS INTERESSES DO CIDADÃO.

    Por essas e outras externo meu repudio pelos resultados apresentados por parte da mais alta magistratura do país, e agora mais a vossa interpretação em favor do aborto.

    Amauri Oliveira

    Repr.vendas/ 55 anos

    De: Amauri.Olivera [mailto:amauri.oliveira2010@yahoo.com.br]
    Enviada em: domingo, 30 de outubro de 2011 21:45
    Para: ‘presidencia@stj.jus.br’; ‘vice.presidencia@stj.jus.br’; ‘gab.felixfischer@stj.jus.br’; ‘stj.gmgd@stj.jus.br’; ‘gab.eliana.calmon@stj.jus.br’; ‘gab.joao.otavio@stj.jus.br’; ‘secretaria.gmig@stj.jus.br’
    Assunto: Exercicio de Liberdade de Expressao

    Prezadas Excelências,

    Com base na CF (Art. 5 paragrafo 4 – livre manifestação do pensamento) e inclusive invocando parecer recentemente editado nos autos pelo ministro Celso de Melo, ou seja, “Nada se revela mais nocivo e perigoso que a pretensão do Estado de proibir a livre manifestação. O pensasamento deve ser livre, sempre livre, permanentemente livre, vem manifestar opinião contraria diante dos posicionamentos externados, por vossas Excelências, a saber:

    a) “arquivamento processo Boi Barrica” – amplamente noticiado pela imprensa quanto a estranheza com referencia determinação arquivamento processo em tempo recorde, inclusive, sem a presença de todos os componentes para consideração; não questiono a legalidade, questiono sim, o emudecimento diante dos fatos apontados sem que ao menos viessem a publico externar o que de fato ocorreu? Entendo que a sociedade merece posicionamento, inclusive eu como cidadão;

    b) “união homossexual” – choca-me a decisão, por contrariar o que diz a CF em seu artigo 226, inciso 3, atinente a família, no seu parágrafo 3, diz “para efeito da proteção do Estado é reconhecida a união estável como entidade familiar, a união entre homem e mulher”; de onde pode gerar interpretação contrária, a não ser amparado única e exclusivamente em caráter de cunho subjetivo? Minha contrariedade se firma na expressão que vossas excelências devem se posicionar como guardiães da CF e no caso em questão, não seguiram tal orientação?

    Esperando ter oferecido a voz do contraditório, sem contar com o saber jurídico de Vossas Excelências mas com escola simples mas com bom valores da família, firmo,

    Amauri de Oliveira

    55 anos, representante vendas

    Guarulhos-SP

    ——————————————————————————–

    De: Amauri.Olivera [mailto:amauri.oliveira2010@yahoo.com.br]
    Enviada em: domingo, 3 de julho de 2011 11:12
    Para: ‘advogado.jt@grupoestado.com.br’
    Assunto: Questionamento Numero Participantes Evento

    Senhor Editor,

    Causou-me estranheza ao tomar conhecimento do numero de participantes divulgados na matéria veiculada pelo senhores, ante a formula de calculo utilizada inclusive pela Policia Militar, a saber:

    – Av. Paulista conta com 2.500 m de comprimento por 50 m de largura, perfazendo assim uma área de 125.000 m2;

    – para acomodar o numero apontado, entre 3 e 4 milhões, deveria acomodar próximo de 10 pessoas por m2;

    Assim, visando manter a credibilidade por vossa edição, solicito que me retornem com parecer.

    Atenciosamente

    Amauri Oliveira

    Guarulhos/SP

    Representante vendas

    55 anos

    ——————————————————————————–

    De: Amauri.Olivera [mailto:amauri.oliveira2010@yahoo.com.br]
    Enviada em: domingo, 19 de junho de 2011 11:53
    Para: ‘gabcarlosbritto@stf.jus.br’; ‘gabcob@stf.jus.br’; ‘marcoaurelio@stf.jus.br’; ‘audienciaellengracie@stf.jus.br’; ‘audienciasgilmarmendes@stf.jus.br’; ‘gabminjoaquim@stf.jus.br’; ‘patriciaml@tse.jus.br’; ‘gabmtoffoli@stf.jus.br’; ‘gabineteluizfux@stf.jus.br’
    Assunto: ENC: Exercicio de Liberdade de Expressao

    Prezadas Excelências,

    Com base na CF e inclusive seguro pelo próprio parecer divulgado por vossas Excelências, por ocasião da deliberação sobre Ação objetivando a liberação de manifestação em prol da maconha, venho igualmente manifestar em caráter pessoal, meu entendimento contrário, com referencia às posições tomadas por vossas Excelências, em total dissonância aos anseios da grande maioria da família brasileira, a saber:

    b) “caso batisti – se há um tratado de extradição com um país reconhecidamente vivendo estado democrático, com instituições de direito em plena vigência, validar a decisão do Poder Executivo, tendo como premissa, o questionamento do processo judicial da Itália? Para mim, tratou-se de claro questionamento sobre decisões soberanas tomadas naquele país.

    c) “união homossexual” – choca-me a decisão, por contrariar o que diz a CF em seu artigo 226, inciso 3, atinente a família, no seu parágrafo 3, diz “para efeito da proteção do Estado é reconhecida a união estável como entidade familiar, a união entre homem e mulher”; de onde pode gerar interpretação contrária, a não ser amparado única e exclusivamente em caráter de cunho subjetivo? Minha contrariedade se firma na expressão que o STF é o guardião da CF e no caso em questão, não seguiram tal orientação?

    d) “marcha da maconha” – não sei se a língua portuguesa é muito rica e/ou enseja inúmeras interpretações por questão de semântica, pois como admitir direito da manifestação a ter direito a consumir droga, um direito dado a uma minoria, contrariando frontalmente ao discurso da família, cujos pais ensinam aos filhos que é crime; como explicar que é permitido manifestar o direito de consumir? Como conceder o direito de manifestar sem transmitirem uma clara demonstração de apologia ao delito? Será que o entendimento fundamentou-se em algum ângulo longínquo de interpretação de semântica e/ou de cunho estritamente interpretativo? Acredito que vossas Excelências não tenham a oportunidade de conviverem com pessoas simples da sociedade para não entenderem o alcance da decisão tomada. Entendo inclusive que a ação movida é descabida, um verdadeiro desperdício do recurso público, pois ao mobilizarem o tempo da PGR e dos Ministros do STF ante causas de maior interesse do país. Vossas Excelências estão corretas na questão do livre manifestar, porém como nos países de primeiro mundo, são livres em praças publicas, que não obstruem vias publicas, que não prejudicam o direito de qualquer cidadão de ir-e-vir; aliás com referencia a utilização de vias publicas para manifestação, deveria ser determinantemente proibidas, não somente por lei, por consciência de cidadania, pois impedem socorros de ambulâncias, etc.

    e) “ficha Limpa” – como deixar de entender que um candidato ao legislativo e/ou executivo não são categorizados como funcionários públicos a serviço do cidadão, ou seja, como qualquer servidor público? Se a conotação é essa e/ou deveria ser, qual o impedimento de exigirmos juntos aos mesmos que não constem em sua ficha uma conduta ilibada? Pois afinal, o nível dos cargos em questão terão atribuições superiores aos dos demais servidores. Qual a incoerência em exigir-se algo que por lógica deveria ser válida desde sempre? Novamente o entendimento de vossas Excelências não coincidiu com a imensa maioria dos cidadãos do país;

    Apenas por estas principais decisões, expresso meu elevado receio por Vossas Excelências estarem assumindo o papel de legislador, impondo à toda sociedade leis arbitradas por apenas 11 brasileiros, leis estas que deveriam ser discutidas e ter sido geradas pelo Congresso Nacional, cujos legisladores foram eleito por nós através de milhares, e/ou centenas de milhares de votos e se nos contrariarem não renovamos o mandato.

    O intuito desta é o de expressar uma opinião discordante, e esperar que ainda haja alguma maneira legal de reformarmos as deliberações relacionadas no item “b” e “c”.

    Esperando ter oferecido a voz do contraditório, sem contar com o saber jurídico de Vossas Excelências mas com escola simples mas com bom valores da família, firmo,

    Amauri de Oliveira

    55 anos, representante vendas

    Guarulhos-SP

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    De: Amauri.Olivera [mailto:amauri.oliveira2010@yahoo.com.br]
    Enviada em: segunda-feira, 16 de maio de 2011 22:11
    Para: ‘imprensa@cnbb.org.br’
    Assunto: Decisão STF em reconhecimento união homoafetiva

    Estimado Pe Geraldo Martins Dias,

    Tomei conhecimento que o eminente advogado da CNBB, Dr. Hugo Jose Sarunin, identificou que a deliberação do STF ao reconhecerem a união homoafetiva, fere a Constituição Federal, em seu artigo 226, inciso 3º.

    Entendo que possivelmente caiba algum recurso legal objetivando a invalidação de tal posicionamento.

    Pergunto, há algum proposta nesse sentido? Talvez coleta de assinatura para levarmos projeto de lei de iniciativa popular objetivando invalidação? Há algum recurso jurídico que poderíamos ingressar como espécie de agravo de sentença?

    Se merecer vosso retorno, saiba que estarei a disposição para apoio incondicional, para fazermos valer os bons costumes da família.

    Abraço fraterno

    Amauri Oliveira / Temente do Senhor

    Representante de Vendas

    Guarulhos – SP

     
  12. queridos amigos e irmãos1
    Paz!
    continuem a jornada ,não desistam,estou orando por vocês.
    façam isto também no Rio de janeiro, principalmente na Lapa, centro do Rio, Copacabana e Ipanema(Farme de Amoedo,point gay).

     

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