“estão num lugar onde se respira elegância, e acabam se comportando de acordo com o que vêem a seu redor”

O Alvear Palace Hotel de Buenos Aires inaugurou um curso intensivo de etiqueta, protocolo e boa educação para 30 crianças de 8 a 13 anos. Elas se sentam adequadamente em mesas com louça de porcelana, copos de cristal e talheres de prata.

Assistem a palestras de comportamento em sociedade, enquanto garçons de luvas brancas servem água, sucos e delicados sanduíches.

A professora Karina Vilella ensina como uma pessoa educada deve pegar os talheres, cumprimentar, dizer “por favor”, agradecer, ser pontual, etc. As crianças aprendem a montar uma “mesa inglesa” e uma “mesa francesa” e o modo de distribuir nelas os convidados.

Surpreende ver as crianças quietas e obedientes no ambiente aristocrático do Hotel Alvear, onde elas “estão num lugar onde se respira elegância, e acabam se comportando de acordo com o que vêem a seu redor”. É bem o contrário que acontece em ambientes vulgares, como certos locais ultramodernos que geram mal-estar, favorecem a má conduta e deformam as almas de crianças e adultos.

 

7 COMENTÁRIOS

  1. Importantíssima esta matéria, pois mostra que realmente não existe o que inventaram de “hiperatividade” isto na minha opinião, na grande maioria das vezes é para mascarar e descupar a falta de educação e ausência de família que as crianças tem hoje em dia. Me surpreendo em ver nas latas de achocolatados e leite em pó que tem lá muita energia. Ótimo, desde que deixem as crianças extravazarem toda essa energia… na hora e local corretos. Duro é ser criança, não ter a educação e acompanhamento devido dos pais e ainda ficar trancada em um apartamento ou em uma sala de aula onde a ordem e a disciplina não mais existem.
    Educação é tudo!

     
  2. Não entendi! O trabalho é com crianças hiperativas sem medicação? Ou quando elas toman a medicação que o trabalho é feito? Por que quando elas estão medicadas são calmas, podendo ter atividades como esta. O artigo não ficou claro.

     
  3. A boa educação, o cavalheirismo, o respeito aos mais idosos, a etiqueta, o trajar, enfim, a postura nos diversos ambientes que frequentamos, são regras que devem ser ensinadas o mais cedo possível, como muito bem citou o Sr. José Antônio, nesta coluna. Nada como uma boa educação social, além da escolar. Lamentavelmente, o que vemos hoje são cenas de grosseria, falta de modos, desrespeito aos mais velhos, às vezes até de primitivismo próprio de povos bárbaros, nos shoppings, nas ruas, clubes, colégios, filas, mercados, restaurantes e nas calçadas. Seria cansativo enumerar aqui as incontáveis faltas diariamente observadas. Não educam mais sobre o tema a escola, a família, a Igreja; só sentimos a diferença brutal quando vamos ao exterior, mesmo assim, não em qualquer ambiente. Lamentável e de difícil recuperação, mas há; depende somente de nós.

     
  4. Tudo o que as crianças aprendem é através da observação: falar, andar e claro se comportar. É impossivel querer que uma criança se comporte se o que ela tem por exemplo são novelas, programas de pessima qualidade – com mulheres semi-nuas, por que senão não tem audiencia, tamanha a falta de conteudo – , musicas com letras vulgares. Gostaria muito que esse curso fosse ministrado nas escolas do Brasil, quem sabe assim teriamos de volta o respeito ao pais, professores, colegas…

     
  5. Se vê que é necessário ambiente e quem ensina bons modos às criaças. Assim elas crescem de certa forma educadas e sbendo ss comportar em quelauer ambiente. Uma vez um filho de embaixador retornou ao Brasil e frequentava uma escola de elite. E ficou horrorizado quando viu umcolega passar um cola ao outro. Para ele aquilo era anti-etico. Ele não estava acosntomado a isso onde estudava na Europa.
    JIM BISHOP, Escritor e Jornalista norte americano:
    A Educação é a arquitetura do espírito. É um edifício de informação e de lógica. Uma vez, um educador disse: “Educar uma criança é algo muito parecido com a construção de um arranha-céu. Se os primeiros andares ficarem fora do alinhamento, ninguém notará, mas, quando o edifício já tiver 18 ou 20 andares, todo mundo verá que está torto”.
    – King features. Seleções Readers Digest.

     

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