Homens atuais são menos inteligentes que os da era vitoriana

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Pior que há quase dois séculos
Estamos pior do que há quase dois séculos

Na era das tecnologias inteligentes, nós, humanos, estamos ficando mais inteligentes que nossos antepassados?

Infelizmente um novo estudo produzido por pesquisadores europeus concluiu que a media do Coeficiente de Inteligência (QI) no Ocidente caiu 14,1 pontos em relação ao século XIX, noticiou Yahoo! News. 

“Nós avaliamos que os homens da era vitoriana eram mais clarividentes que as populações modernas, utilizando instrumentos de alta qualidade, especialmente para mensurar as reações visuais num estudo meta-analítico”, dizem os especialistas.

Os resultados foram obtidos comparado dados colhidos desde 1889 até 2004 e foram analisados pelo Profs. Michael A. Woodley da Universidade Vrije de Bruxelas, Jan te Nijenhuis da Universidade de Amsterdam e Raegan Murphy da Universidade College Cork da Irlanda.

A média da queda da inteligência das populações consideradas foi de 1, 23 pontos por década.

“Estes achados apontam fortemente que com o devido respeito à inteligência geral dos homens hoje, a população da era vitoriana era substancialmente maior que a das populações do Ocidente moderno”, afirma o estudo.

 

7 COMENTÁRIOS

  1. Esse artigo é realmente impressionante!É justamente o que ocorre hoje, onde apesar das imensas facilidades da tecnologia, as pessoas são superficiais e mesmo tem preguiça em pensar sobre determinado tema.
    O próprio Google é um grande causador da imbecilidade de certas pessoas que não fazem juízo correto de nada. São costumes que se estabelecidos e falta de objetividade! Não tem relação nenhuma com mulheres inteligentes que deixem de ter filhos…. kkkk

     
  2. Aprende-se contemporaneamente que a inteligência do ser humano vem sendo medida em termos de QI(parece ser aceito por todo mundo, a partir da comunidade científica). As notícias científicas(pseudo científicas?) veiculadas recomendam exercícios específicos para “desenvolvimento” da inteligência, para não deixar a “capacidade mental” atrofiar, principalmente na terceira idade, etc. O ensino moderno, particularmente no Brasil (a pesquisa foi feita no exterior),foi “compartimentado” (humanas, exatas,etc.). Ao que parece (será verdade?) o fato de na época anterior citada “aqueles que tinham acesso” ao saber exercitavam a capacidade do “pensar filosófico” sem “compartimentações”, isto permitia uma abrangência maior deste “pensar sobre o mundo e sua realidade”. Como sou anterior a esta compartimentação e da área atualmente classificada como “exatas”, me surpreendo muito, tanto na área da matemática quanto na de física, com a dificuldade que a maioria dos “aprendizes” demonstram para “pensar” conceitos e definições nesta área, limitando-se (induzidos pelas facilidades da tecnologia moderna?)a boa e porque não dizer aplicada utilização de fórmulas sem muitas vezes compreender seus fundamentos. Não sou letrado em “filosofia” nem “sociologia” da inteligência. Por isso, não posso afirmar que o que agora acabo de postar tem algo a ver com isto ou se é apenas uma questão prática que não adentra os “portais” da tão decantada “inteligência”. Acredito na inteligência como “um dom do Espírito Santo” para o ser humano que, ao longo de sua vida, por razões próprias ou da tremenda desigualdade de oportunidades sociais a que está sujeita a humanidade, terá ou não oportunidade mundana de desenvolvê-la. A este respeito menciono a história do Cura D’Ars. Modernamente vemos disparidades que evidenciam algo que me faz duvidar da pesquisa feita e que me fazem concordar parcialmente com o comentário da Vanessa. Vide centros de excelência no Japão, USA e outros e estudantes do Piauí ganhando maratona nacional de Matemática .Espero de alguma forma ter contribuído para que não tomemos tudo “ao pé da letra” e que mantenhamos sempre determinado “espírito crítico” sobre o volume de informações com que somos “bombardeados” nesta era informática.

     
  3. A chamada “vida moderna” conduz o “homem” a viver com as bugigangas
    tecnológicas , por exemplo , computadores , tv’s, máquinas que simulam pensar pelo “homem” , promovendo a falsa ilusão de conforto, comodidade e, esse modo de vida reflete a escola de hoje, raríssimos estudantes conseguem entender aquilo que leem. O pior: deixando de pensar o “homem” deixa de criar , inventar …
    Triste realidade prenunciada por Huxley, (A Revolução dos Bichos) e por Orwell, 1.984. Somos manipulados como marionetes por máquinas !!!

    SEMPRE LEMBRANDO QUE COMUNISMO E MISÉRIA ANDAM DE MÃOS DADAS E QUE
    AINDA HÁ AVE RARA QUE NÃO VOA,
    PAZ E BEM À TODOS.

     
  4. Deixo apenas esta fala para reflexao se o merece: ocorreu a aguem pensar que a corrida das mulheres na sociedade na busca de “nada + que deter o poder”, e com este “erro estrategico contra o plano Divino” frustrando suas caracteristicas basicas existenciais na destruicao da familia, possa ser fio conductor nesse resultado?

     
  5. Vocês tem que tomar muito cuidado com o tipo de informação que vocês vinculam aqui nesse site. Vocês publicaram um pedaço da reportagem talvez já tirado de outro site em português. Mas se alguém for procurar a reportagem original como eu fui, em inglês, vai ver que esses pesquisadores disseram que um dos motivos do QI ter diminuído é que as mulheres mais inteligentes decidem ter menos filhos. Como são as menos inteligentes que tem mais filhos, esse QI baixo passa geneticamente para a maioria da população. Eu nunca vi tanto absurdo junto. Então, cuidado com essas reportagens. Porque um site católico que luta pela família, sem querer, acaba incentivando a não-natalidade porque mulher inteligente tem menos filhos. Sou professora de inglês e posso verificar alguma fonte para vocês se precisarem.

     
  6. Como o homem secular acredita que veio do macaco, pelo visto esta se esforçando para voltar a ser um irracional como tal. Naturalmente não por vontade própria, mas pelo interesse politico, pois quanto mais alienado for um povo, poderão exercer mais as benesses do poder

     

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