A infiltração ideológica do Judiciário e a instrumentalização de sua indispensável independência para “legislar” em matérias antipopulares acaba trazendo uma desmoralizao do próprio Judiciário perigosa para a estabilidade das instituições básicas duma nação civilizada.

Luis Dufaur

Nas eleições de novembro nos EUA, o eleitorado do Estado de Iowa aprovou a cassação de três ministros da Suprema Corte de Justiça estadual. Eles tiveram parte na decisão unanime dessa Corte que declarou inconstitucional lei que definia o casamento como sendo entre homem e mulher, banindo o “casamento” homossexual.

O repúdio do eleitorado, entretanto, concentrava-se no fato dos magistrados virem agindo como “legisladores de toga” extravasando seus poderes naturais numa ameaça à própria democracia.

A vontade popular põs em rebulício as esquerdas americanas que há tempo estão infiltrando o judiciário, para por meio de sentenças e acórdãos, passar medidas que a vontade popular expressa através de seus representantes não aprova.

Bob Vander Plaats, líder da campanha pela cassação dos ministros infiéis, sublinhou o espírito democrático do voto: “somos nós o povo, e não as cortes”, os detentores da soberania popular, disse.

Os líderes conservadores não escondem que eles visavam enviar uma mensagem aos Tribunais, inclusive à Suprema Corte de Justiça Federal, no sentido de cessar a instrumentalização do Poder Judiciário para impor a agenda ideológica das esquerdas.

Estas, por sua vez, entraram em pânico, pois consideram que com decisões da vontade popular como em Iowa os juízes que vinham favorecendo sistematicamente as “minorias sexuais” e outras minorias revolucionárias agora vão agir com mais prudência. Desta maneira, a agenda libertária-esquerdista corre risco de ralentizar, senão estancar.

“O lado muito perturbador de tudo isto é que realmente poderá provocar que juízes no futuro sejam menos propensos a proteger as minorias de medo de perderem o cargo”, disse Erwin Chemerinsky, decano da Escola de Direito da Universidade de Califórnia ‒ Irvine.

Desde sua fundação em 1839, a Suprema Corte de Iowa salientou-se por suas decisões “avanzadas”. Esta foi a primeira vez que teve membros cassados por repúdio popular, recurso previsto na Constituiçao estadual.
O “New York Times” defensor dos “juízes-legisladores”, entretanto salientou que os tribunais menosprezando ou ignorando a opinião pública com medidas polêmicas entraram numa zona de risco.

De fato, 16 Estados prevêem a cassação popular de funcionários públicos por abuso de suas funções como em Iowa.

De fato, a infiltração ideológica do Judiciário e a instrumentalização de sua indispensável independência para “legislar” em matérias antipopulares acaba trazendo uma desmoralizao do próprio Judiciário perigosa para a estabilidade das instituições básicas duma nação civilizada.

É urgente que o próprio Judiciário ponha coto a esses abusos, sob pena de se repetirem, mutatis mutandi, novos casos como o de Iowa.

 

3 COMENTÁRIOS

  1. Os comunistas previram a implosão do capitalismo. Após setenta anos de dominação cruel e sanguinária na metade do mundo, comunista, aconteceu o contrário, em 1989, sem um único tiro do “capitalismo explorador.” É na pátria do “capitalismo explorador”, nos EUA, que milhares tentam entrar, de qualquer modo, todo dia, ano após ano, mesmo ilegalmente e com risco da própria vida, para submeterem-se à “exploração dos oprimidos” lá: ter oportunidade de subir na vida e usufruir dos bens e serviços que o capitalismo produz. Em 1917, na Rússia e no mundo, ainda se podia tolerar existir esperança de felicidade na terra em uma sociedade planejada – não havia imprensa, internet, aviões a jato nem celulares com câmera; mas hoje, com todas essas facilidades, com a sociedade informada instataneamente de tudo o que ocorre no mundo, só há explicação genética para os comunistas: são seres desprovidos de bom senso, sentido da realidade, capacidade empreendedora e providos de muita, mas muita inveja mesmo; com as fortunas fabulosas que movimentam, os comunistas poderiam facilmente demonstrar ao mundo sua perfeição: bastaria adquirir uma imensa área rural, assentar dez mil famílias, dar-lhes sementes, tratores, toda a infraestrutura necessária e aguardar um ou dois anos. Sabe o que daria essa experiência? Nada. Absolutamente nada:uma parte venderia os lotes, outra os abandonaria, porque todos não lutaram por eles, outra plantaria maconha, porque dá mais dinheiro por hectare, outra os desmataria e venderia a madeira e todos voltariam para o asfalto, sem rumo, com suas enxadas e foices novas, com etiquetas, vagando e cantando marchas de ódio, invadindo e destruindo sem ter a mínima razão, dançando sem norte ao som das flautas dos seus líderes das trevas, pregando o caos e sufocando as plantinhas da livre iniciativa, do direito de ir e vir, de plantar, criar e colher, subir na vida e prosperar, opção de esperança à felicidade que somente a economia de livre mercado proporciona.

    Quanto ao tema do presente artigo, a mesma coisa: querem impor a toda a sociedade não somente a tolerância com as diferenças individuais, o que é dever do homem civilizado, mas a aceitação incondicional, a concordância, o status de normalidade e, futura e consequentemente, a exaltação, o estímulo à prática e a liberdade da criança, na mais tenra idade, que venha a “manifestar suas tendências homoafetivas”, a DAR VAZÃO AO DESVIO, possivelmente com um “professor qualificado pelo movimento GLTGDST”.

    Abstenha-se dos eufemismos e utizem-se as palavras previstas em qualquer dicionário: querem impor a PEDERASTIA, O LESBIANISMO e futuramente talvez descriminalizar o INCESTO e a ZOOFILIA; querem que toda a sociedade RECONHEÇA COMO PRÁTICAS NORMAIS E, CONSEQUENTEMENTE, INCLUA NOS CURRÍCULOS ESCOLARES E POSSIVELMENTE TAMBÉM PROÍBA AOS PAIS QUALQUER MANIFESTAÇÃO CONTRÁRIA E CORREÇÃO DAS CRIANÇAS EM TENRA IDADE QUANDO ESSAS ASSISTIREM DOIS PROFESSORES BARBUDOS EM “MANIFESTAÇÃO PRÁTICA DE HOMOAFETIVIDADE”, FORNICANDO-SE EM PÚBLICO, NO PÁTIO DO JARDIM DA INFÂNCIA ONDE SEU FILHO OU NETO DE 4 ANOS ESTEJA ESTUDANDO. PERCEBEU AGORA A GRAVIDADE DO ASSUNTO?

     
  2. Os comunistas previram a implosão do capitalismo; após setenta anos de dominação cruel e sanguinária, aconteceu o contrário, em 1989, sem um único tiro do “capitalismo explorador.” É na pátria do “capitalismo explorador”, os EUA, que milhares tentam entrar, de qualquer modo, todo dia, ano após ano, mesmo ilegalmente e com risco da própria vida, para submeterem-se à “exploração dos oprimidos” lá: ter oportunidade, subir na vida e usufruir dos bens e serviços que o capitalismo produz. Em 1917, na Rússia e no mundo, ainda se podia tolerar existir esperança de felicidade na terra em uma sociedade planejada -não havia imprensa, internet, aviões a jato nem celulares com câmera; mas hoje, com todas essas facilidades, com a sociedade informada instataneamente de tudo o que ocorre no mundo, só há explicação genética para o comunismo: são seres desprovidos de bom senso, sentido da realidade, capacidade empreendedora e providops de muita, mas muita inveja mesmo; com as fortunas fabulosas que movimentam, os comunistas poderiam facilmente demonstrar ao mundo sua perfeição: bastaria adquirir uma imensa área rural, assentar dez mil famílias, dar-lhes sementes, tratores, toda a infraestrutura necessária e aguardar um ou dois anos. Sabe o que daria essa experiência? Nada. Absolutamente nada:uma parte venderia os lotes, outra os abandonariam, porque não lutaram por eles, outras plantaria maconha, porque dá mais dinheiro por hectare, outra os desmatariam e venderia a madeira e a maioria voltaria para o asfalto, sem rumo, com suas enxadas e foices novas, com etiquetas, vagando e cantando marchas de ódio, invadindo e destruindo sem ter a mínima razão, dançando sem norte ao som das flautas dos seus líderes das trevas, pregando o caos e sufocando as plantinhas da livre iniciativa, do direito de ir e vir, de plantar, criar e colher, subir na vida e prosperar, opção de esperança à felicidade que somente a economia de livre mercado proporciona.

    Quanto ao tema do presente artigo, a mesma coisa: querem impor a toda a sociedade não somente a tolerância com as diferenças individuais, o que é dever do homem civilizado, mas a aceitação incondicional, a concordância, o status de normalidade e, futura e consequentemente, a exaltação, o estímulo à prática e a liberdade da criança, na mais tenra idade, que venha a “manifestar suas tendências homoafetivas”, DAR VAZÃO AO DESVIO, possivelmente com um “professor qualificado pelo movimento GLTGDST”.

    Abstenha-se dos eufemismos e utizem-se as palavras previstas em qualquer dicionário: querem impor a PEDERASTIA, O LESBIANISMO e futuramente talvez descriminalizar o INCESTO e a ZOOFILIA; querem que toda a sociedade RECONHEÇA COMO PRÁTICAS NORMAIS E, CONSEQUENTEMENTE, INCLUA NOS CURRÍCULOS ESCOLARES E POSSIVELMENTE TAMBÉM PROÍBA AOS PAIS QUALQUER MANIFESTAÇÃO CONTRÁRIA E CORREÇÃO DAS CRIANÇAS EM TENRA IDADE Q

     

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