Mulheres preferem o lar a uma profissão

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mae com filhos brincando

Chegam-nos notícias de que uma tendência conservadora vai se afirmando entre as mulheres.

Há um surpreendente movimento de mulheres que, após serem bem sucedidas numa profissão, resolvem abandoná-la para se tornarem donas-de-casa, desagradando assim profundamente as chamadas feministas, pelo fato de representantes do belo sexo escaparem à sua ditadura.

Não ignoro, é claro, que possa haver mulheres que se dediquem por razões legítimas a uma profissão. Não estou aqui analisando casos individuais. O presente enfoque é a nova tendência que vai se afirmando no sexo feminino, e que tem relação com a presente “onda conservadora”. Dessa realidade nos dá elementos para análise a reportagem assinada pelo jornalista Guilherme Sillva na Gazeta de Vitória (ES), em 9 de novembro último. Dela extraio os dados abaixo, sem fazer comentários.

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“Elas são estudadas e foram criadas para serem bem-sucedidas em suas profissões. Ocuparam cargos renomados nas empresas e mostraram que são competentes. Mas perceberam que a verdadeira felicidade estava em cuidar da casa e dos filhos.

“A engenheira Paola Cristina Cola, de 40 anos, foi educada para ser uma típica mulher do século XXI. Estudou inglês, cursou engenharia, casou e fez mestrado. Como profissional, construiu uma carreira sólida, chegando ao cargo de gerente sênior de uma empresa de satélites com sede no Rio de Janeiro. Há nove anos, no entanto, parou tudo para ser… dona de casa. Descobriu que sua felicidade estava em cuidar dos filhos.

“Paola faz parte de uma corrente de mulheres estudadas que foram criadas para serem bem-sucedidas em suas profissões. Ocuparam cargos renomados em empresas e provaram que são competentes. Mas abriram mão da carreira de sucesso para cuidar da casa e dos filhos. ‘Ouvi de tudo’ diz ela. Desde ‘Você não vai se adaptar’ ao ‘Louca, estudou tanto e agora vai emburrecer’.

“Paola não está só. Mais da metade das brasileiras (55%) que têm filhos e trabalham fora gostariam de largar o emprego e passar todo o tempo com as crianças, segundo a pesquisa Mães Contemporâneas/2013, do Ibope.

“Para Angelita Scardua, psicóloga especializada em felicidade e desenvolvimento adulto, existe, sim, em algumas camadas da sociedade, um movimento de mulheres que decidiram retomar uma vida doméstica. ‘Quando as feministas queimaram sutiãs, em nome da libertação, era outro cenário. […] O preço a se pagar é caro’.

‘Algumas se perguntaram se realmente vale a pena abrir mão de presenciar o crescimento do filho em nome da competição no mundo exterior. E algumas, principalmente na faixa dos 35 e 40 anos, perceberam que não vale. Com isso, surge o movimento das mulheres que preferem fazer atividades em casa’, explica Angelita.

“Foi o que aconteceu com a nutricionista Luan Silva Teixeira Carvalho de Fonseca, 35 anos. Depois de dez anos de carreira, a coordenadora de Nutrição de um grande hospital, e chefe de 50 funcionários, deixou o emprego para cuidar do filho. Algumas pessoas também foram contra a decisão de Luan, inclusive gente da família.

“Para a psicóloga e escritora Cecilia Russo Troiano, autora do livro Vida de equilibrista — Dores e delícias da mãe que trabalha (Cultrix), ‘as demandas do lado do trabalho estão comprometendo aquilo que elas consideram razoável, seja pelo número alto de horas, muitas viagens ou pressão […] e voltam para casa com a certeza de que a compatibilidade carreira/família não é possível’, ressalta”.

mãe

Testemunho de uma jornalista indiana

A jornalista indiana Diksha Madhok escreveu para o site norte-americano Quartz Daily Brief — uma agência global de notícias de negócios — um desafiador artigo intitulado “A palavra feminista já está em declínio” (16-11-14).

Ela relata que numa pesquisa a respeito de palavras que deveriam ser banidas para sempre do vocabulário inglês, a revista “Time” incluiu, entre 15 outras, a palavra “feminista”, deixando aos leitores a escolha de qual delas deveria ser condenada. Devido às pressões recebidas, “Time” foi obrigada a pedir desculpas pela inclusão.

Diksha conclui: “Parece que, na verdade, a palavra feminista está em risco de extinção. Pesquisa em inglês, no Google, mostra que, a partir de 1996, as buscas das palavras ‘feminista’ e ‘feminismo’ estão em contínuo declínio”.

Ficam aqui esses dados para a reflexão dos leitores.

 

6 COMENTÁRIOS

  1. Renan,
    Concordo plenamente com o caro colega , a verdade é essa .Pena que isso não seja enxergado por todos, principalmente as mulheres.Pensem carissimas em cuidar do lar, dos filhos e dos trabalhos pastorais em sua comunidade. Não caiam na falsa liberdade dos anticoncepcionais que fazem perder a alma eterna.Deus as ajudará como me tem ajudado e garanto não existe satisfação maior que ter uma família.

     
  2. Como gostaria de ter essa graça um dia! Sou recem casada, assistente social e também tenho a renda superior a de meu marido, mas realmente gostaria muito de ter esta graça de quando nascerem meus filhos, eu possa me dedicar a eles desta forma…

    Mãe da divina providencia, providenciai!

     
  3. Concordo plenamente, devemos defender os nossos filhos, netos, bisnetos das garras do maligno porque o comunismo moral, da ética, da família querem acabar com o cristianismo e fazer com que todos adotem o comunismo social aqui no Brasil. Mulheres, convoco a todas para que além do trabalho que exercem deixem pérolas para os mesmos dando-lhes carinho, atenção, ensinamentos cristãos aos seus porque Efésios 6 ( 1–20) encontra-se junto de todos. Que nós mulheres sejamos sábias porque não só de pão vivem os homens.Tenhamos a Palavra de Deus Eclesiástico 3 e 30 junto de nós e sejamos mulheres bem sucedidas, não só apenas no trabalho, mas no lar, porque Deus nos preparou o matrimônio como rocha. ( Marcos 10 ( 1-0)).

     
  4. No passado as coisas eram mais simples, menos encargos nas folhas de pagamento, menos carros, inexistência de informática, menos diversão etc.. O Mundo sofreu mudanças radicais! Se tornou tremendamente competitivo, mais impostos, mais conforto, mais facilidades demandam mais despesas! Um salário só, o do homem, se tornou insuficiente! Com exceção para quem tem um emprego público, ninguém pode contar com uma estabilidade no emprego, o fantasma do desemprego, do fechamento da empresa, está sempre presente! O salário da mulher funciona como um seguro contra as incertezas do mercado!

     
  5. Na minha opinião, acredito que por mais alta que seja uma montanha e mais fundo que seja um oceano, sempre haverá um limite.
    Muito embora tenha ocorrido a liberdade e direito das mulheres, cada vez mais cresce o número de crianças e jovens nas sarjetas, bem como, no caminho das drogas e do crime. Cada vez mais, meninas e jovens se prostituindo e também sendo recrutadas pelo crime. Ou seja, as crianças e jovens perderam a identificação dos princípios éticos, morais e da família.
    Acredito que o movimento feminista teria que ser reavaliado, para que os valores da família, da ética e da moral sejam base fundamental de uma sociedade justa.
    Abaixo a mediocridade e apologia aos princípios de baixo nível e contrário aos bons costumes tanto no que tange a família, religiosidade e constitucionais.
    Alves

     
  6. QUEM TIROU AS MULHERES DO LAR E AS JOGOU NO MERCADO PARA COMPETIR COM O HOMEM?
    Teriam sido as conspirações maçônicas que pretendiam instalar duas estrategias para:
    1 – Destruir a família, extirpando-lhe os princípios cristãos.
    2 – Aproveitar mais mão-de-obra barata para manter os mafiosos do deus-Estado
    3 – Facilitar a alienação dos filhos que, sem aos cuidados maternos que são diferenciados de escolinhas e babás, e hoje com uma extensa rede midiática perversora da infância e juventude, facilitariam serem mais facilmente alienados, num processo sutil, lento e gradativo e, ainda por cima, instigar o homem contra a mulher e ao contrario na competição laboral.
    Esse plano está anexo a outros, como falsificar os ensinamentos da Igreja, como via TL, má formação nos seminários por meio de infiltrados desses para destruirem o clero e, recentemente por meio de seus subsidiários partidos comunistas, todas as vezes que a Igreja condenasse essas posições ideológicas de cunho marxistas, as leis os punirem por homofobia, discriminação etc.; só seria gente de bem quem se enquadrasse no politicamente correto que significa estupidamente irracional e anti cristão.
    Porque a palavra feminista está em decadência?
    Trata-se que o povão já desconfiou que o feminismo pertence aos psicopatas revolucionarios comunistas, e tudo que apregoam são como eles: diabólicos, chantagistas, anarquistas, vigaristas, estelionatários, corruptos e corruptores, patifes, cínicos, agitadores, anarquistas, e como disse o papa Leão XIII na encicl. QAM: “Os comunistas, socialistas e niilistas são uma peste mortal…

     

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