4O ensinamento da Igreja católica a respeito do casamento é bem claro: uma união entre um homem em uma mulher, tendo como finalidade a procriação e educação da prole.[1] Ben Broussard, redator da revista Crusade Magazine e voluntário da TFP Americana,[2] afirma: “isso sempre foi verdade e sempre será verdade, apesar das leis feitas pelo homem ou decisões da Suprema Corte.”[3]

Mesmo depois da Suprema Corte dos Estados Unidos ter legitimado o “casamento” homossexual, os ataques contra a família nos Estados Unidos continuam ininterruptamente, o que está suscitando uma forte reação na opinião pública americana. Um exemplo dessas reações, são os “Rosary Rallies” (reuniões em público para rezar o terço), que contaram neste ano com a participação de 4.200 rallies em todo o país, relata o Sr. Ben Broussard em artigo publicado na Crusade Magazine[4].

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8Na festa do glorioso São José, a campanha America Needs Fátima[5], uma iniciativa da TFP Americana, promoveu os “Rosary Rallies” em defesa do casamento tradicional como Deus o fez: entre um homem e uma mulher.

Em praças públicas, em cruzamentos movimentados e perto de edifícios do governo em todo país, famílias e indivíduos de várias partes dos Estados Unidos, portando o terço nas mãos e ostentando os já conhecidos anúncios –  Honk for Traditional Marriage: 1 man + 1 Woman (Buzine pelo Casamento Tradicional: um homem + uma mulher), rezaram o rosário em favor do verdadeiro casamento em seu país. Tais anúncios são normalmente utilizadas pelos jovens da TFP Student Action[6] em caravanas pelos Estados Unidos, juntamente com cartazes nos quais se lê – God’s Marriage = 1 Man + Woman.

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Observa-se igualmente na nação norte-americana uma forte reação contra a imposição dos chamados banheiros transgêneros nas escolas, que no fundo procuram ignorar a natural diferença entre os sexos, em favor de uma quimérica igualdade absoluta. Você pode participar do protesto promovido pela campanha America Needs Fátima acessando a sua página na internet através do link: https://americaneedsfatima.org/forms/web223.html?lang=en

Não podemos esquecer de mencionar os cidadãos americanos que, movidos por suas convicções e por questão de consciência, se opõem às práticas contrárias ao casamento, como a Sra. Kim Davis[7], tabeliã que, por ter-se recusado a dar licenças para as uniões de casais do mesmo sexo, foi presa na cidade de Morehead, Kentucky, EUA.[8]

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São Tomás de Aquino ensina: “Alguns santos têm o privilégio de estender-nos o seu patrocínio com particular eficácia em certas dificuldades, mas não em outras. Mas São José tem a poder de auxiliar-nos em todos os casos, em cada necessidade, em todas as nossas empresas.”

Diante deste vendaval de imoralidade, que a todo momento nos assalta, depositemos, pois, nossa confiança em Nossa Senhora e em São José, Patrono e Padroeiro da Sagrada Família, para que Eles possam salvaguarda a sagrada instituição do matrimônio para as gerações futuras. E nos dar novas energias, seguindo o exemplo dos norte-americanos pró-família, para continuarmos a lutar em defesa da família e dos valores morais de nossa pátria.


[1] «O pacto matrimonial, pelo qual o homem e a mulher constituem entre si a comunhão íntima de toda a vida, ordenado por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à procriação e educação da prole, entre os baptizados foi elevado por Cristo Senhor à dignidade de sacramento». (Fonte: Catecismo da Igreja Católica § 1601)

[2] http://tfp.org/

[3] http://tfp.org/magazines/crusade_mag_vol_141.pdf

[4] Crusade Magazine é uma publicação da American Society for the Defense of Tradition, Family and Property (TFP)

[5] https://www.americaneedsfatima.org/

[6] http://www.tfpstudentaction.org/

[7] https://ipco.org.br/ipco/kim-davis-presa-obedecer-lei-deus/#.V2RwFrsrLIW

[8] https://ipco.org.br/ipco/kim-davis-tabelia-negar-uniao-homossexual-libertada/#.V2RxkrsrLIU

 

4 COMENTÁRIOS

  1. Só para ratificar, não é prorrogar a imoralidade, mas prolongar, estender a imoralidade que já existe em banheiros separados. Como eu disse antes, juntando ou separando, a imoralidade continuará na mente, comportamento e corações dos humanos. O banheiro trangênico é a consequência da imoralidade já existida, então, é preciso cortar o mal pela raiz de maneira certa. Como? Não perguntem para mim se eu tenho a fórmula certa, eu só vejo que é por aí. Se criarem um banheiro trangênico temporário, colocar uma câmera ou transformar esse banheiro em praça pública onde todos poderão ver que você faz sua necessidade, ainda sim, haverá várias pessoas que usarão o banheiro para fazer suas imoralidades junto com as necessidades, sem pudor, sem vergonha, mesmo com público de dentro ou de fora do banheiro. A imoralidade do ser humano deve ser barrada desde já pela educação com nossos filhos, ensinando o que é errado e imoral, começando pelos papai e mamãe que fazem imoralidades sem que os filhos veja, e isso tem que cair por terra. Casais de respeito, criando filhos de respeito, e não, centopeias humanas. Nem por consequência a incultura dos humanos não pode se tornar consequência de nossas imoralidades. Sangue de Jesus tem Poder!!!

     
  2. Talvez eu pegue pesado com o meu comentário agora. Mas por favor, não é uma crítica ao site que faz para informarmos. É uma crítica que leva a várias dúvidas. Fico me perguntando, qual é a gravidade da criação de banheiros trangênicos? Eu não saberia dizer se seria grave, ou apenas, a prorrogação da imoralidade que já existe anteriormente em banheiros diferenciados. Tanto banheiros femininos quanto masculinos, o ser humano é imoral por si só. Juntando ou separando, o ser humano não terá limites para se mostrar imoral. A imoralidade ocorre em banheiros masculinos, entre eles ou com eles e mulheres; a imoralidade ocorre em banheiros femininos, entre elas ou com elas e homens. Juntar os dois em um só banheiro, encontraremos homens e mulheres que se sentirão constrangidos em fazer suas necessidade; que não se sentirão constrangidos em fazer suas necessidades; ou que se sentirão interessados em transformar aquele local na imoralidade que já existia em sua mente e seu comportamento. Então eu acho que banheiros públicos está longe de ser ‘grave’ como dizem, mas, a prolongação da imoralidade que já existe em banheiros separados. O mal deve ser cortado pela raíz, aí sim. A imoralidade não leva ao pensamento de criar banheiros trangênicos. Até a forma de se fazer suas necessidades, eu conheço apenas um povo que tem uma história diferente dos demais humanos: o japonês. O japonês tem uma educação e uma cultura diferenciada, e isso se mostra de várias formas, do falar, do trabalhar, do conviver, do comer, até das necessidades (pelo menos a maioria dos japoneses tradicionais – não os jovens embobalhados). Então, o respeito que eles têm consigo próprio para fazer suas necessidades é semelhante a higiene quando vão comer. A postura e a higiene dos japoneses estão bastante longe da falta de higiene e de imoralidade, mas de respeito. Isso, o ser humano ocidental não tem. Se tem, é desconhecido por todos. Mas é claro que nem tudo é perfeito, sempre há os prós e contras em qualquer povo. Só acho que, o mal deve ser cortado pela raiz e a educação precisa ser fomentada cada dia mais para que não viremos bicho do mato, mas pessoas com respeito moral até na hora de nossas necessidades. É por aqui que se mostra como um ser humano pode ser; a começar da forma em como ele próprio se respeita desta forma e o seu próximo. Se não, a tendência mesmo é a cultura dos humanos virarem uma centopeia humana, dando valor a isso; desmoralizando o humano que somos e o divino que há em nós.

     
    • Respondendo seu questionamento a respeito da gravidade de se criar banheiros transgênicos devemos pensar, como você mesmo se referiu, no sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo derramado. É mais uma ofensa à sua Lei, à ordem que Ele criou.
      Não podemos ficar indiferentes com mais essa bofetada, ainda que seja mais uma dentre mil, porque o ofendido é Deus Nosso Senhor na sua glória.
      Do ponto de vista da criança é um grave erro acostumá-la a conviver com o mal, como por exemplo, criar um ambiente onde tudo pode infectá-la fisicamente com as piores doenças, além do risco de se acostumar poderá causar a morte. Mas, com o perigo moral é bem pior.
      Nós temos o dever de criar um ambiente são para as crianças, não só em nossas famílias como também nos ambientes em que elas frequentam.

       

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