O célere caminhar do nudismo

Tudo começou com noticias de que mulheres feministas, reunidas num grupo chamado Femen, realizavam na Ucrânia manifestações de protesto, sempre em topless e às vezes quase totalmente desnudas

O fato em si não seria de molde a despertar grande interesse, pois, ao longo da História, sempre houve mulheres marginais (como também homens), que ligam pouco para as regras da moral e da decência. Tanto mais que a Ucrânia tem uma das maiores taxas de prostituição da Europa. O que chamava muito a atenção, isto sim, era o fato de a mídia mundial conceder grande espaço, inclusive com fotos, para tais manifestações. Ficava a desconfiança de que algo de maior alcance estava em gestação.

As desconfianças aumentaram quando o mesmo grupo ucraniano apareceu fazendo protestos contra o turismo sexual, a exploração de gás e diversos outros temas em Varsóvia (Polônia), Hamburgo (Alemanha), Paris (França), Istambul (Turquia), Zurique (Suíça), Minsk (Bielorrússia), etc. Quem terá financiado essas viagens internacionais e as respectivas estadias? Esse exercício de globetrotters fica caro. E não consta que essas mulheres exibicionistas sejam milionárias. A quem interessa financiá-las? Curiosamente, a mídia, sempre afoita em descobrir fontes duvidosas de recursos, silenciou sobre esse ponto, ao mesmo tempo que noticiava largamente tais “protestos” pelo mundo afora.

Faltava envolver o Brasil nessa mascarada. Mas já não falta mais. Vem sendo propagandeada uma “ativista” brasileira desse grupo, que participou de “protestos” na Ucrânia. Segundo ela, o tal Femen “já tem 12 mulheres de capitais do Brasil interessadas em realizar protestos na Copa do Mundo de 2014 […] A ativista também assegura que as próprias líderes do Femen, em 2014, devem viajar ao Brasil para participar de protestos […] A brasileira ficará responsável por organizar e liderar projetos das ativistas na América Latina”. (“Portal Terra”, 1-7-12). E prossegue: “As líderes do Femen viajam até Londres para também realizar protestos durante os Jogos Olímpicos”.

Qual a vantagem que advém, para as causas defendidas por essas ativistas, do fato de elas aparecerem em topless? Aparentemente nenhuma. Então por que esse exibicionismo? Ao que tudo indica, sob pretexto de “protestos” de diversos tipos, o que está em curso é uma ofensiva calculada para expandir o nudismo e torná-lo uma coisa “normal”.

Porém, o mais grave é que não se trata de manifestações isoladas, numa sociedade moralizada. Não é um demônio aparecendo entre anjos, como no episódio narrado no Livro de Jó: Um dia em que os anjos se apresentaram diante do Senhor, veio também Satanás entre eles” (Jó, 1,6).

Não. Tal ofensiva de topless é a ponta de lança num caminhar para o nudismo, dentro do contexto da moda atual, favorecedora de todo tipo de micro-roupas, em que o pudor e frequentemente a própria decência são totalmente ignorados.

Ora, o nudismo é um ingrediente necessário do caminhar da revolução universal anárquica que visa à demolição total do que ainda resta de civilização cristã no mundo. Nesse caminhar rumo à anarquia, dizia Plinio Corrêa de Oliveira, “há de chegar o momento do nudismo total e da inteira e total liberdade de relações sexuais, como entre os animais” (Revista Catolicismo, abril/1998). É para lá que nos dirigimos com celeridade, se a Providência Divina não cortar o passo a essa Revolução.

 

9 COMENTÁRIOS

  1. A indexação do vivant gay/lésbicas e outros girados na ordem natural da igreja cristã é a realização do nudismo urbano explicito ,ridículo!

     
  2. É, não é por certo boa moral disseminar o nudismo no seio de uma população, porque aí vira bagunça. Não mais existirão mulhers casadas de respeito, moças juntamente com seus pais numa atitude mínima de decência. Mas o pior de tudo não é isso: o pior de tudo é a [homossexualismo] tomando conta do mundo, querendo obrigar as pessoas a “gostarem da coisa” e apoiá-los incondicionalmente, porque se alguém se coloca em posição contrária ou mesmo de neutralidade, babau… já é discriminação. Polícia com eles! Lei é lei, os parlamentares votaram para não perder a gorda fatia de votos dos [homossexuais] e mesmo para proteger os seus filhos nessa condição, e nós não temos o direito de não gostar. Somente respeitar não: tem que gostar, tem que apoiar, tem que ir nas “paradas gay” (parece que no Israel a população quase linchou os gays numa parada). Se a população reagisse positivamente contra esse espúrio estado de coisas, o negócio mudava. Mas a população gosta… Que Deus nos livre da ditadura da homossexualidade!

     
  3. Houve uma informação publicada que dizia que as meninas, desde a infancia, já usam calças coladas ao corpinho para imitar as tias, as mães, as mulheres adultas para seguirem o modismo erótico promovido pelos estilistas de modas e fabricantes porque tudo o que é erótico tem mercado, vende!
    Uma loja nos EUA possuia um tanque dentro da loja para atender as clientes que compravam alguma calça de marca justa e entrava no tanque pra ajustar mais aos seus contornos. Saia do tanque, entregava à vendedora que secava a peça para a cliente.

    Quanto as nudistas, acredito que até a olimpiada, ou mesmo antes, pode-se verificar em quais leis se enquadrarão e exigir o cumprimento da lei, já que provavelmente irá copincidir com o ano eleitoral majoritário

     
  4. É incrível como tudo que acontece tem ligação. A massa n percebe pq fica em novelas e se informam de jornal nacional. Mas, a meu ver o que é muito pior e triste, é ver dentro da Igreja e em ambientes ditos ‘tradicionalistas ou conservadores’ moças e senhoras tomadas até medula óssea de ideias feministas.

    Senhoras acham normal criar suas filhas de calça e saia/vestido só na missa e a mais completa ausência de autoridade com os filhos e não se dedicam a formação deles.

    Moças que n largam a linguajar das feministas que ter uma profissão e ser bem sucedida é caminho para sua vida, pq n sabe depender de ninguém e submissão n lhe cabe. Além do mais, n saber fritar um ovo é motivo de júbilo. E acreditem: mutia gente só discorda dessas ativistas pelo fato delas estarem em topless, só por isso.

    E eu já estou na fase de dar graças a Deus por ter apenas um filho!

     
  5. A liberdade acredito seja muito bom para nós seres humanos. Ter direito de pensar, ir e vir. Mas eu quero liberdade com responsabilidade. Não quero ser obrigada a conviver com a pouca vergonha de uma minoria. Hoje em dia querem nos impor aceitar o que não é normal. Quando eu era estudante nunca discriminei um ser humano por raça ou opção sexual. Naquela época uns 20 anos atrás as pessoas eram discretas, eram homossexuais entre quatro paredes. Os travestis eram engraçados ou bizarros. Podem fazer passeata gay, mudarem a nossa constituição que a imagem por si só continua, temos que ser racionais e com postura social. Uma pessoa vulgar tem o meu respeito, mas não o convívio comigo ou familiares. Poderá uma multidão de nus passarem em frente a minha residência que simplesmente vou ignorar. Hoje em dia o correto é errado! Outra coisa que não entra na minha cabeça é o racismo. Não podemos chamar uma pessoa de negra e sim afro descendente, que absurdo somos iguais! Somos brasileiros de mistura de varias raças, branco, negro, índio, portugueses, holandeses, africanos. Qual o problema? Por favor, parem de proibir! Quero liberdade sim mas com responsabilidade!

     

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