O encanto medieval das feiras de Natal

Feira de Natal, Frankfurt

Longe da banalidade comercial de hoje, o sorriso sobrenatural do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo enchia de alegria suave e de aconchego as praças de cidades e aldeias, de palácios e choupanas da Idade Média.

A tradição, embora deformada, pervive até hoje.

Trata-se das feiras de Natal que ainda dominam em cidades alemãs, austríacas, alsacianas, etc., na Europa.

Elas constituem um eco saudoso, requintado em épocas posteriores, do Natal medieval.

Cheiro de ervas, amêndoas torradas, vinho, cravo, canela, incenso e resina de pinheiro.

Enfeites natalinos que falam não ao corpo mas à alma nos fazem reviver as profundas alegrias da infância.

Bremen

Alegrias que a festa do nascimento do Menino Jesus reaviva em toda alma reta.

Luz de vela, utensílios de madeira: tudo relembra o aspecto material rude da Gruta de Belém.

Ao mesmo tempo, parece ecoar a insondável luz sobrenatural da graça, do cântico dos anjos, da alegria ingênua e enlevada dos pastores, do maravilhamento entusiasmado dos Reis do Oriente diante do Menino Deus.

As feiras de Natal da Alemanha começam no Advento, período litúrgico tradicional das quatro semanas antes do Natal.

Dresde erige uma “pirâmide” de Natal de 14 metros de altura que não é outra coisa senão um bolo de frutas típico (Christstollen), pesando quatro toneladas.

Nuremberg

A mais antiga feira, porém, é a de Nuremberg.

A de Colônia, muito famosa, na realidade é só de 1820.

Mas como que querendo estabelecer uma ligação com o imponderável da Idade Média a cidade tem seis feiras natalinas, uma delas ao lado de sua catedral gótica, a maior da Alemanha.

Em Augsburgo, a especialidade é o pão de mel. Lá, o imenso pinheiro de Natal fica pequenino ao lado das torres da igreja, que medem 150 metros.

Em dezembro, cerca de dois milhões de pessoas passam pela feira natalina a respirar uma pontinha do charme medieval que nelas paira impalpavelmente.

Quanto mais autênticas, mais querem se parecer com os mercados medievais. Pode se encontrar um porco sendo assado em um espeto de madeira, pessoas com roupas longas, sapatos de couro de ovelha e chapéus de uma outra era. E se alguém perguntar, a resposta é uma só: o Sr., a Sra. está em um mercado de Natal medieval.

Passau

Iluminados por fogueiras acessas no chão ao invés da chata moderna lâmpada, o cheiro de madeira queimada domina o local.

Mergulhadas num ambiente que fala de fé e lógica, as pessoas compram artigos forjados no fogo, como facas e utensílios de cozinha.

Em Siegburg, um grupo de saltimbancos-trovadores anuncia o fim da feira todos os dias, com um show de fogo e instrumentos medievais.

 

6 COMENTÁRIOS

  1. Se repararmos, o espírito de Natal está se acabando em todos os lugares. Vejamos no Brasil, como referência na minha cidade de Ibiúna, o que o povo faz:Todo mundo se encontra a noite, faz-se aquele monte de comidas, bebidas, etc…, esquecendo que a verdadeira comida e a verdadeira bebida que naquele momento é o CORPO E O SANGUE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. Eu particularmente nesta noite sempre vou a missa, peço a DEUS por mais um ano de paz e amor e agradeço a DEUS o ano que está passando.Rezo muito e peço perdão principalmente por aqueles que não rezam e não pedem perdão. Rezo pela minha igreja para que continue firme na fé, para que um dia cheguemos a eternidade com CRISTO.Não podemos esquecer, que quanto mais nos afastamos de DEUS, mais nos aproximamos do nada.

     
  2. Triste comentário do que há mais retrógrado! Pensavam e ensinavam assim algumas “igrejas”
    protestantes de há cem anos atrás. Não tem por onde se pegue, tão nolento é! Como pode ser cristão um crente qualquer que faça afirmações destas! Trata-se de uma frontal oposição aos ensinamentos de Cristo Senhor. Cavalheiro, como pode tratar ssim a Igreja Católica? Olhe, veja se ao menos é minimamente educado. Se ao menos soubesse que existe o movimento ecuménico para a unidade dos cristãos separados!…Reze a sério e busque a verdade. Quem foi que lhe meteu isso na cabeça? Precisa de uma excelentíssima reforma e sincera conversão. O que o senhor diz é uma ofensa grave a Cristo e mostra uma ignorância total da história e da Igreja. Liberte-se desse fanatismo que manifesta. É para seu bem que falo assim para si.

     
  3. Sergio Peffi :

    Pena que todos os paises da europa de há muitos anos afastaram-se do verdadeiro cristianismo e se deixaram infruinciar pelo paganismo, inclusive Roma a capital do cristianismo falso de Constantino (catolicismo), aperfeiçoado através dos seculos pelos Papas corruptos que se venderam para os Reis e Imperadores, ou seja venderam novamente Jesus Cristo pelas 30 moedas de Judas.
    Infelismente a igreja católica esteve representada no apostolado de CDristo por Judas Escariotes, aquele que o traiu, e ela continua trasin do até hoje, a ponto de ser interpretada pwelos teologos que elvam a Biblia a serio, como a Babilônia do Apocalipse.

    Ó! Senhor! Que é isso! Dizer que os papas eram corruptos é muita ignorancia. E ainda por cima dizer que a Igreja de Roma onde é sua sede é falsa. Cuidado! A Igreja Catolica nunca se deixou influenciar pelo paganismo e nunca se deixará.

    O que ocorreu foi a civilização que a partir da idade moderna quis experimentar ignorar Deus e chegou ao que é hoje, com grande parate tomada pelo paganismo.

    Até boa sua contribuição, mas estuda melhor a história da Igreja. Pois o que tu disse é muito grave. Um Feliz Natal!

     
  4. Pena que todos os paises da europa de há muitos anos afastaram-se do verdadeiro cristianismo e se deixaram infruinciar pelo paganismo, inclusive Roma a capital do cristianismo falso de Constantino (catolicismo), aperfeiçoado através dos seculos pelos Papas corruptos que se venderam para os Reis e Imperadores, ou seja venderam novamente Jesus Cristo pelas 30 moedas de Judas.
    Infelismente a igreja católica esteve representada no apostolado de CDristo por Judas Escariotes, aquele que o traiu, e ela continua trasin do até hoje, a ponto de ser interpretada pwelos teologos que elvam a Biblia a serio, como a Babilônia do Apocalipse.

     

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