Os heróis católicos silenciados da Coréia do Norte

0,,15690770_401,00Em parte alguma do mundo os católicos sofrem uma perseguição tão inclemente como na Coréia do Norte.

Oficialmente eles não existem e deveriam ter sido todos suprimidos. Mas perseveram nas catacumbas.

Eles são perseguidos pelas autoridades marxistas desde o fim da II Guerra Mundial, mas sua Fé sobrevive com o auxílio sobrenatural. 

Marta Petrosillo, da organização “Ajuda à Igreja que Sofre”, contou a “Rome Reports” que “em 1945, no início da divisão das duas Coreias, a cidade de Pyongyang era conhecida como a Jerusalém do Extremo Oriente. Nela viviam por volta de 50.000 católicos”. 

Com o socialismo, a situação mudou drasticamente. Além do culto aos ditadores marxistas “qualquer outra religião está proibida. Acredita-se que há 10.000 católicos na Coreia do Norte, mas a maioria é idosa”, disse Marta.

Uma quarta parte deles estaria em campos de trabalho forçado, vivendo em condições subumanas e até sendo torturada. Todos os outros foram constrangidos à fuga ou a praticar ocultamente a religião para se subtrair à repressão. 

“Alguns refugiados norte-coreanos nos relataram que as mulheres idosas se reúnem à noite em círculos, e vão contando grãos de feijão como meio de rezar o terço”.

A associação “Ajuda à Igreja que Sofre” auxilia cristãos perseguidos em todo o mundo, mas diz que a situação na Coreia do Norte é das piores. A vida no país transcorre no segredo e no isolamento, tornando muito difícil saber precisamente o que acontece. 

No Ocidente, o “progressismo católico” não tem qualquer palavra de comiseração, misericórdia ou auxílio eficaz, ao contrário do que costuma fazer demagogicamente em favor de pessoas de maus costumes ou revoltosas.

 

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