Prelado lembra o inferno para afastar os religiosos dos escândalos morais

Inferno (Très Riches heures du Duc de Berry)

Luis Dufaur

Mons. Charles Scicluna, promotor na Congregação pela Doutrina da Fé disse que para quem abusa sexualmente de crianças seria melhor morrer antes que cometer esse crime, pois “a sua perdição eterna será mais terrível”, noticiou o diário italiano “Il Sole 24 Ore”

O prelado lembrou as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo: “quem escandalizar um destes pequenos, seria melhor que se ponha uma pedra de moinho no pescoço e seja jogado ao mais profundo do mar”.

São Gregório Magno comentou este ensinamento divino dizendo que “misticamente o mar profundo significa a perdição mais terrível”.

Mons. Scicluna acenou então para os tormentos do inferno, enquanto falava para seminaristas romanos.

A meditação sobre inferno foi recomendada por Nosso Senhor para evitar a condenação eterna.

Porém, uma falsa visão da religião fez tudo para omiti-la, e até pregou que o inferno não existe ou, se existe, está vazio.

Os péssimos resultados dessa omissão sistemática estão à vista na ordem eclesiástica e na sociedade civil.
Fonte:http://www.ilsole24ore.com/art/notizie/2010-05-29/vaticano-abusa-inferno-terribile-134400.shtml?uuid=AYXUuNuB.

 

3 COMENTÁRIOS

  1. Ao padre que abusa sexualmente de crianças não faz diferença nenhuma o inferno. Ele pensa que o inferno foi um “bicho-papão” que em pleno séc. XXI não tem sentido manter vivo. Mas esse padre não tem toda a culpa, porque nunca ninguém o ensinou. É padre católico, mas da doutrina e moral católica nada sabe, porque nunca estudou.
    Agora sabe que a reforma agrária é a salvação do País e sabe porque lhe ensinaram estupidamente a mentira. Quem hoje fala em reforma agraria tem de ser um louco, tem de ser um trogloditaque pensa estar em 185o.
    Enquanto nos seminários se ensina a reforma agrária, não há tempo para ensinar a moral e a doutrina católica. Ou uma coisa ou outra.

     

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor deixe seu comentário!
Por favor insira seu nome