Príncipe de Camarões em visita ao Brasil

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O Príncipe Bernard Ngouda, neto do último rei de Camarões, está em visita ao Brasil. Veio para conhecer o povo, os costumes, e levar a seu país as experiências adaptáveis. Ele visitou o Instituto Plinio Correa de Oliveira, tendo ficado admirado pela ação por ele desenvolvida visando perpetuar a memória e os ideais do grande brasileiro que lhe empresta seu nome.

O Príncipe camaronês está também visitando diversas regiões do País, cuja cultura tem muitos pontos em comum com a da África. Na culinária ele tem encontrado vários traços de semelhança com a de seu país e a da África em geral. E está impressionado com o desenvolvimento do Brasil, especialmente do agronegócio. Muitos produtos aqui produzidos existem também nos Camarões, como o cacau, a cana-de-açúcar, o café, o látex, feijão, frutas, etc.

Entretanto, o Príncipe salientou a grande diferença quando se trata de uso das tecnologias na produção. Com um território de aproximadamente do tamanho da França e 70% da população no campo, Camarões poderiam produzir muitíssimo mais se aplicasse tecnologias, pois possuem basicamente os mesmos tipos de solos do Brasil.

Em visita aos estados do Rio, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, o Príncipe Bernard, nas palestras e declarações a imprensa, tem afirmado que o Brasil está seguindo a passos largos para ser uma das maiores potências globais.

Entretanto, ele alerta para não cedermos à tentação diabólica da luta de classes e da invasão criminosa de propriedades, como a levada a cabo pelos chamados sem-terra. Os católicos não podem cair na armadilha dos socialistas que pregam a luta de classes e agora a luta de raças.

Se o Brasil tiver a desdita de enveredar por essas sendas, será a sua destruição. Ele cairá na pior miséria, como Cuba e Coréia do Norte. É o que acontece também na África com as lutas étnicas açuladas pelos comunistas.

O Príncipe Bernard visitará centros de excelência de produção industrial, do agronegócio e da agropecuária.

 

4 COMENTÁRIOS

  1. @Joaquim
    Falar de explorados não sendo um deles, é algo confortável demais. Falar de servir, sendo detentor de poder e riqueza, é simples. Há o deletantismo do nada, pois tudo se tem, roubado, furtado, com ardilosa manobra de guerras e sangue ou de conchavos e assassinatos. Não vejo beleza nisso, sinto vergonha. Se fores um pobre, mendigo, e dizeres isso novamente, o respeitarei. Mas passou o tempo em que essas pessoas (mesmo essas) pararam de acreditar nos ‘valores’ e no medo ‘infernal’. Todos somos iguais caro sr., após 24h de morte, todos os corpos fedem igualmente. Pompa e circunstância, somente para a hipocrisia e mediocridade daqueles que se acham superiores. O tempo passou… Realmente fique nos livros de ‘história’, preso ao passado, a luz de velas e vestindo um robe de seda indiana, pois o mundo lá fora, querendo ou não, já é outro. Risadas alheias é o que lhe resta.

     
  2. @Roberto
    Pobre mente a tua, Roberto, em dividir os homens entre exploradores e explorados, de acordo com o surrado e obsoleto clichê marxista da luta de classes, em franco declínio. – Não conheces o ditado popular segundo o qual “quem não vive para servir não serve para viver”? E não sabes que a missão da nobreza é servir, e não aproveitar-se de sua situação — precisamente o oposto do estereótipo deformado que te puseram na cabeça? Se te debruçasses mais detidamente sobre os livros de História estarias isento de tanto preconceito!

     
  3. O príncipe camaronês tem razão ao dizer que o Brasil será uma grande potência mundial, mas alerta para o grande inimigo: a luta de classes.

     

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