O ministro Gilberto Carvalho, falando ao microfone. À esquerda, sentado, com a mão no rosto, Pedro Stédile líder do MST. [Fotos: Rafael Nogueira]
O ministro Gilberto Carvalho, falando ao microfone. À esquerda, sentado, com a mão no rosto, Pedro Stédile líder do MST. [Fotos: Rafael Nogueira]

Rafael Nogueira

Realizou-se nos dias 10 e 11 de dezembro último, no Hotel Nacional em Brasília, um seminário promovido principalmente pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), intitulado “Questão Agrária e Desigualdades”.

Foram dois dias de palestras e “debates”, denominados “painéis”. O público, constituído por cerca de 80 pessoas entre 30 e 50 anos, era preponderantemente formado por integrantes de movimentos de esquerda: MST, CPT, CUT, Via Campesina etc. Participaram também do evento alguns estudantes universitários, bem como funcionários públicos do INCRA e de ministérios.

Entre os participantes, uns eram de viés claramente esquerdista, enquanto outros, mais idosos, podiam ser qualificados como de tendência comunista clássica, ultrapassada.

O seminário refletiu os sintomas que se podem notar na opinião pública em âmbito universal: de um lado, a atual onda conservadora no País e no mundo; e, de outro, a dificuldade encontrada pelos movimentos esquerdistas para implantar a Reforma Agrária e as reformas de base em geral.

Um aspecto importante, e bastante frisado no seminário, foi o reconhecimento do papel exercido pelos prelados católicos como grandes impulsionadores da luta de classes no Brasil.

A nota geral do evento foi de que a esquerda está perdendo terreno, não está conseguindo implantar a Reforma Agrária, sendo-lhe necessário reacender o entusiasmo revolucionário. Todos os esquerdistas presentes manifestaram grande esperança na atuação do Papa Francisco.

* * *

Seguem os aspectos essenciais do primeiro painel, o mais importante do simpósio. Os demais painéis repetiram, em essência, as doutrinas e as propostas de caráter prático enunciadas no primeiro.

Palavras de um prelado progressista

Progressismo-5Inicialmente falou, representando a CNBB, D. Guilherme Werlang [foto], bispo de Ipameri (GO). Ele discursou de forma tranquila, utilizando jargões esquerdistas batidos e muitas vezes desconexos. Censurou o fato de a Reforma Agrária ter estado fora dos debates durante a última campanha eleitoral.

A luta pela Reforma Agrária no Brasil, segundo ele, iniciou-se com o descobrimento do País pelos portugueses… Para D. Werlang, seria preciso então mudar “radicalmente o atual modelo” de Reforma Agrária.

Depois de lamentar o fracasso dessa luta até agora, afirmou que, para nossos dias, não basta uma Reforma Agrária cheia de remendos. É preciso impor uma que seja popular e radical.

Na visão de D. Guilherme, a questão agrária como está sendo conduzida é imoral e uma das principais causas da violência contra camponeses, índios, quilombolas, ribeirinhos etc.

Ele citou o Papa Francisco “em defesa dos pobres”, estabelecendo uma ligação com a defesa da natureza.

Na década de 1980, a CNBB deu a público um documento favorável à Reforma Agrária, intitulado “Igreja e Problema da Terra” (IPT), após o qual não se verificaram grandes progressos nesse sentido.(1)

Prosseguindo, D. Werlang disse que em maio de 2014 a CNBB deu um passo importantíssimo, publicando o documento “A Igreja e a questão agrária brasileira no início do Século XXI”. Mas ele não o tem como ideal, pois acha muito difícil a CNBB aprovar um documento dessa natureza, devido a discordâncias internas. Entretanto, foi o que conseguiu aprovar, sendo satisfatório em linhas gerais.

O prelado aproveitou para elogiar o recente encontro do Papa Francisco com os “movimentos sociais”, realizado em Roma em outubro passado, que teria sido “algo profético”.

Citou também o fato de a CNBB ter lançado recentemente, pela primeira vez, um documento sobre a questão quilombola.

Visão de um agitador social marxista

O segundo orador foi João Pedro Stédile, líder do MST. Sua oratória foi a que mais revelou candência revolucionário-comunista. Ele começou em tom tranquilo, mas foi depois se tornando virulento, causando vibração no pequeno auditório.

De início, lamentou o ambiente “burguês” do local da reunião, o Hotel Nacional. Teria preferido que o seminário se realizasse na sede da CNBB, ou num local “mais do povo”.

Seu discurso, de teor comunista, propugnou a luta de classes, vituperando o capitalismo e o “império”, e lamentando que os comunistas de hoje não são mais como os de tempos passados.

Enquanto classe, Stédile lamentou que os movimentos esquerdistas não conseguem mais atuar na sociedade. A última greve geral ocorreu em 1988. Segundo ele, a Reforma Agrária clássica é inviável em nossos dias. Atualmente, é necessário unir forças para impor uma Reforma Agrária “radical e popular”. E não ficar só no campo, mas partir para a cidade, com as reformas urbana e industrial; não se restringir aos camponeses, mas estender a atuação junto aos índios, quilombolas, pescadores etc.

Afirmou que hoje o “capital” domina tudo: escolas, mídia, judiciário. E, manifestando irritação, observou que agora até o PT é pelo agronegócio: o “capital compra até comunista”.

Insistiu em que a Reforma Agrária clássica está inviabilizada e que “só com os camponeses ela não vai”. É preciso uma Reforma Agrária “popular, sem a burguesia”, englobando também a questão ecológica.

Para Stédile, há diversas contradições no atual modelo do agronegócio: a ausência da preocupação ecológica, por exemplo. E, conforme “o velho Marx nos ensina”, sentenciou que as contradições vão gerar a próxima ruína do agronegócio.

Uma frase revela bem o seu desânimo: “Nosso time está fraco”.

Ele se referiu à Igreja (à sua ala progressista naturalmente, que distorce a sua doutrina tradicional em benefício do socialismo e do comunismo), falando que ela desempenha papel primordial na luta de classes, devendo para isso orientar e expor a doutrina, cabendo aos leigos colocá-la em prática.

Stédile disse ainda que a Igreja hoje tem-se recuperado, colocando-se na vanguarda da luta de classes no Brasil, sobretudo com o último documento da CNBB, de maio de 2014 (o mesmo citado por D. Werlang). “Leiam este documento para irem para o Céu!” – exortou em tom de gracejo.

Por fim, manifestou-se contentíssimo com o Papa Bergoglio: “O Papa Francisco é um homem revolucionário, corajoso, tem dignidade e está do lado dos pobres. Ele acabou com essa história de beijar a mão e coisas do gênero”.

Lamúrias de um político, católico progressista

Progressismo-2Por último falou Gilberto Carvalho, ainda como ministro e, portanto, representante do governo federal. Com tom tranquilo de voz, no estilo característico dos políticos profissionais, ele tentou explicar a dificuldade da presidente Dilma em avançar rumo à esquerda, devido a contínuas pressões da direita e de setores conservadores. Constatou que a bancada ruralista está crescendo cada vez mais.

Em sua apreciação, o modelo do governo brasileiro é no fundo o da elite, a cultura estabelecida é a da elite. Por tudo isso, é muito difícil fazer valer as políticas que favoreçam o povo.

Carvalho observou que houve uma grande reação quando a presidente Dilma tentou aprovar a lei dos Conselhos Populares. E, entretanto, ele considera aquele projeto muito aquém do que a esquerda queria.

Bem enfronhado nos meios eclesiásticos, o ministro tentou demonstrar que o Papa Francisco seria “uma primavera nova”, sem proporções com o passado. Mas reconheceu que, infelizmente, as dioceses e paróquias ainda não o estão entendendo. Portanto, avaliava que ainda iria demorar um pouco para se obter o desejado.

Lembrou que houve no passado outra “primavera”: a da CPT, das CEBs etc. Os movimentos de base foram “fecundados” pela Hierarquia eclesiástica. Então, o Vaticano “nos enquadrou e depois nos sufocou”. Mas atualmente o Papa Francisco está voltando atrás.

Defendeu a reforma do Estado e observou que o governo Dilma só não a realizou devido à pressão da direita.

Insistiu na necessidade de união, como também de pressão sobre o governo. “Não se pode deixar só os conservadores avançarem”, enfatizou.

Carvalho explicou que outrora era uma vergonha ser de direita. Hoje, entretanto, a coisa se inverteu e ficou honroso ser conservador, ser de direita: é “moderno” e “chique”. Disse que é preciso colocar de lado as diferenças internas e mobilizar os movimentos sociais. Para ele, a Igreja, as comunidades etc. desempenham papel de grande importância nesse processo.

Patenteiam-se no debate atuais agruras da esquerda

Progressismo-3

Após essas três exposições houve um espaço para debates. Muitos participantes se levantaram para se queixar contra o governo do PT. Grande número dos presentes reclamou por não se falar mais da Reforma Agrária.

Significativa intervenção foi a de uma jovem de aproximadamente 25 anos. Ela afirmou que teve de se afastar de sua paróquia por causa da faculdade. Nesse período, ela se aproximou mais dos quilombolas e das “massas” etc. Mas quando voltou para a paróquia, percebeu ter havido um recuo conservador: “Na minha paróquia, as mulheres para fazerem as leituras, precisam estar de saia e véu!”, lamentou. E indagou então o que fazer para que as diretrizes do Papa Francisco cheguem às paróquias…

Em resposta, D. Guilherme reconheceu que realmente a situação está muito difícil. Afirmou pertencer à geração do Concílio Vaticano II e das CEBs, mas que hoje os padres são mais conservadores. Na diocese dele há dois padres que insistem em usar clergyman! Ele teve de proibir os seminaristas de usá-lo, mas declarou que não podia fazer o mesmo com os eclesiásticos mais graduados.

Proferiu em seguida uma frase muito significativa e constrangedora para os defensores do progressismo católico: “Se você vai num seminário ou convento conservador, está cheio de vocações. 70 a 80% das vocações provêm do conservadorismo”. Segundo o bispo, é necessário trabalhar na formação dos seminaristas, dos bispos, das comunidades etc.

Só agora, após 15 anos de bispado, de atividade episcopal, diz Dom Guilherme, é que ele começou a ter esperança com o Papa Francisco. “Essa não é a primeira crise da igreja. Ela já passou por piores”, acrescentou.

Um idoso barbudo e com chapeuzinho preto, membro do PC do B, tomou a palavra: “O anticomunismo é uma doença letal”. E mais adiante: “Hoje há manifestações anticomunistas brutais. Na rua, muitos dizem ‘fora comunista’. Como contra-atacar?”, perguntou.

Um “companheiro” da EMBRAPA levantou-se e procurou ressaltar a necessidade de união entre os conceitos de Reforma Agrária e Reforma Urbana.

Stédile, à guisa de resposta, defendeu uma formação comunista para a juventude, a realização de seminários marxistas, o fechamento de ruas, greves, marchas etc. E concluiu com a frase: “Bem-vindos à luta de classes!”, sendo ovacionado pela audiência.

O ministro Gilberto Carvalho reafirmou a ideia de que o Papa Francisco é “uma nova esperança, e um profeta”. E frisou: “A Igreja é inspiração para todos”.

Agitação social: ponto comum em meio a vivas oposições internas

Os outros painéis não tiveram tanta expressão quanto o primeiro. Eles continham, como dissemos, as mesmas notas principais acima referidas.

Merece menção o dito de um sacerdote participante: “O Papa Francisco está puxando sozinho uma carroça empacada”.

Percebia-se entre os participantes uma divisão generalizada. Uns reclamavam que a CPT ou movimento tal não fora convidado para compor a mesa. Outros elogiavam a função social da propriedade, enquanto alguns mais radicais diziam ser necessário eliminar a função social da propriedade e invadir tudo.

Todos concordavam num ponto: é necessário promover a agitação social.

Balanço dos dois dias de seminário

Ao final, um observador pouco atento pode ficar com impressões contraditórias, sem conseguir formar um quadro coerente dos dois dias de seminário.

Entretanto, uma análise cuidadosa revela certas linhas mestras, que põem em ordem essas impressões e conduzem a conclusões criteriosas.

A primeira linha, que perpassa todo o seminário, é o radicalismo esquerdista, em alguns casos chegando até a enunciados explicitamente marxistas, muito semelhante ao observado no último Encontro das CEBs realizado no Ceará, em janeiro de 2014.(2)

A segunda linha, muitíssimo mais presente neste seminário do que naquele Encontro das CEBs, refere-se a uma frustração generalizada nos participantes, pelo fato de que esse radicalismo não vem encontrando eco na população brasileira, sobretudo nas classes mais populares. Daí a procura de bodes expiatórios para justificar a rejeição das teses esquerdistas pelo povo em geral. Os culpados seriam o capitalismo, o “império”, o fato de que os comunistas de hoje não são como os de ontem, uma onda conservadora que invade tudo etc. De onde também um apelo, um tanto forçado, ao brio dos participantes, para que não esmoreçam, para que vão às ruas fazer manifestações, pressionar etc.

A terceira linha foi o reconhecimento praticamente unânime de que o pouco conseguido nestes últimos tempos se deveu à ação de eclesiásticos, que empenharam a fundo o prestígio da Igreja no processo de esquerdização do País, sobretudo forçando a aplicação das chamadas reformas de base, com destaque para a reforma agrária.

Por fim, a quarta e última linha é a que se refere ao futuro. O que esperam os participantes para o futuro? Curiosamente, eles parecem esperar pouco ou quase nada da atuação dos movimentos de esquerda. Sua confiança, reiteradamente, foi colocada no pontificado do Papa Francisco. Eles esperam que, sob a ação desse pontificado, a esquerda possa retomar ânimo, retomar fôlego e, sempre sob o impulso de eclesiásticos, conseguir impor suas metas ao Brasil.

Uma coisa é certa: não são seminários como esse que vão reativar o ânimo arrefecido das esquerdas ou conseguir dobrar as sadias resistências do povo brasileiro, especialmente dos católicos.

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1. É oportuno lembrar que na ocasião o mencionado documento foi cabalmente refutado pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em sua renomada obra Sou Católico. Posso ser contra a Reforma Agrária? Livro escrito em colaboração com o economista Carlos Patrício del Campo, São Paulo, Editora Vera Cruz – Fevereiro/1981, amplamente divulgado em todo o País.
2. Cfr. Um festival de marxismo, o Congresso das CEBs, in Catolicismo, nº 760, abril/2014.

Fonte: Revista Catolicismo, Nº 770 (Fevereiro/2015)

 

12 COMENTÁRIOS

  1. “No caeremos en el error histórico de sembrar el camino de mártires cristianos, pues bien sabemos que fue precisamente el martirio lo que dio fuerza a la Iglesia. Nosotros haremos apóstatas, miles de apóstatas”. (Fidel Castro) Olha esses sedizentes católicos progressistas aí! Tem até católicas pelo direito de matar. Só a bendita excomunhão mesmo e pronto acabou. Não prevalecerão! (Mateus 16:17, 18)

     
  2. Somente os protestantes radicais é que falam mal do PAPA e da Igreja Católica. ALDO LANGBECK CANAVARRO se você é um dos protestantes radicais, procure conhecer melhor o Vaticano para depois tecer algum comentário. Nós católicos não falamos mal das Igrejas Protestantes. Procure ver alguns comentários feitos pelo apresentador “Ratinho” sobre a atuação de certos Pastores. Analise bem o procedimento deles exposto através dos meios de comunicação social. Muitos sentam sobre seus rabos para esconderem suas sujeiras e depois ficam querendo expor o rabo dos outros a bel prazer. Lembre-se que os erros cometidos pelos membros das Igrejas Protestantes, devem ser julgados pela Providência Divina, porque não nos cabe julgá-las.
    Sabiamente, disse o Papa Francisco: “O cristão que não tem Maria por mãe, é meio cristão”. PONTO FINAL.
    Salve Maria Imaculada!

     
  3. Warton João Lima Gonçalves,
    Sr Warton: com todo respeito que mereça, procure se informar melhor sobre a quantidade de “politicamente corretos” que estão atuantes dentro do Vaticano e que estão ostensivamente colaborando com liberais e modernistas e que poderiam influenciarem o papa Francisco, o qual por sua vez tem convidado marxistas como o MST ao Vaticano, carta de apoio à recente vermelha PJ que idolatra Che Guevara, reabilitando o sandinista Pe D’Escoto, recomenda o legado do comuno-bruxistas Mandela e outros procedimentos dúbios, que o sr acha?…

     
  4. O comunismo não impera no Brasil, porque a classe enfraquecida que eles pensavam em favorecer para tirar proveito, é indolente e as outras classes não querem nem ouvir falar de comunismo. Na verdade, já estão vacinados. Nenhuma Igreja vai se envolver com o comunismo, porque é uma furada. Não queremos ver padres ou bispos envolvidos no comunismo. Nós queremos expressar nossa religião com louvores e não com mágoas e ressentimentos. Não precisamos nos incomodar com esta matéria, pois ela já nasceu derrotada. Quem quiser se envolver com o comunismo, terminará em luta corporal entre seus membros. Os antigos idiotas comunistas no Brasil, graças a Deus, não souberam fazer escolas. Ponto final, o comunismo em nosso país não existe. Sofrimento não é para o povo brasileiro. De uma forma geral, nós queremos paz. Invadir propriedades alheias é questão de inveja. Só os desestruturados é que agem desta forma. Doar terras para pessoas que nunca trabalharam na lavoura, é crime, pois estão fazendo o dividendo para pessoas aproveitadoras. Conheci uma pessoa que em épocas atrás disse que estava inscrito em cinco frentes para invasão de terras. Quando se apossava de uma, daí um tempo vendia e ia para outra frente aguardar nova invasão. Isto é legal? FORA O COMUNISMO!

     
  5. Bom dia a todos.

    Essa gente embaralha e confunde tudo! O Papa Francisco não é comunista, marxista e nem quer fazer nada do que essa gente, inclusive eclesiásticos desorientados, em profunda discordância com a essência do cristianismo, pretender impor na base da força. O Papa Francisco é um homem de paz e conciliação, mas fiel depositário do teseouro da tradição. Quer uma Igreja mais acolhedora e aberta ao diálogo, mas é um “conservador” no fundo. Ele não é o liberal que pensam. E não vai se deixar enganar por ssa gente, que quando entenderem que não podem usá-lo, vão passar a chamá-lo de “traidor da causa”. Apostem no digo: é o que vai acontecer.
    A grande mídia distorce as falas do Papa Francisco. Confundem e desorientam o povo. Usam a tática da desinformação, misturando verdades com mentiras. E a esquerda radical – que tem em comum com o capitalismo radical e desumano, sem freios e respaldos sociais – a mesma aversão ao cristianismo, usa a mesma tático para desorientar as almas simples e ingênuas. Tanto o PT quando os idólatras do dinheiro fazem a política do “engana cristão”.
    Que Deus no ajude a nos livramos de toda essa gente! Nossa Senhora das Graças nos socorra. Que o Sagrado Coração de Jesus tenha piedade e infinita Misericórdia de todos nós. No fundo, no fundo, cada um de nós tem sua parcela de culpa em ter deixado as coisas chegarem nesse ponto.
    Sem mais a dizer. Abraço a todos. Paz do Senhor.

    Cordialmente,

    Warton

     
  6. A função da esquerda é deseducar e detonar com o povo. É uma classe elitista/estatista atroz e desumana. São parasitas escorados no Estado vitalício, que praticam todo grau de perversidades possíveis na busca pelo poder hegemônico. Seu desejo de sangue e tirania é infinito. São lacaios do reino do cão.

     
  7. Parabéns Sr. Renan. Seu comentário é um bom retrato dessa súcia que esteve reunida em Brasília. Será que ainda há quem acredite que esses elementos estão realmente preocupadas com a melhoria de vida das pessoas mais modestas, que são movidos por puro altruismo? Ora, é lógico que eles tem suas ambições pessoais de poder e riqueza, por elas sendo movidas. Como não tem jeito de alcançar a glória individual pelas vias normais existentes na sociedade, procuram atalhos e vêem nos movimentos de esquerda sua oportunidade. Cada um desses sujeitos quer ser um “chefe” um “comissário”, administrar a indústria, o comércio, o governo e a agricultura, sem ter o mínimo de competência para isso. Mas, o que importa é o poder e as benesses dele advindas. Os “sem terra” são também “sem cérebro” para as lides agrícolas a que se propõe. Não entendem de nada para produzir alguma coisa. É só barulho. A Venezuela é um exemplo cabal do que as esquerdas são capazes de fazer: levar tudo à breca. Além do mais, ficou bem clara a contaminação existente na Igreja Católica. E o Papa Francisco? Parece que o Vaticano estava precisando de cupins para dar um jeito em suas estruturas.
    Renan,

     
  8. É impressionante ler tantos absurdos em pleno século 21. “Reforma radical e popular”. Santo Deus…

    Onde o comunismo/socialismo alcançou o poder, só avançaram a miséria, a fome, a violência e a pobreza. Temos provas diante de nossos olhos, para que todos vejam!

    E é sempre o mesmo discurso sobre “desigualdade”, como se esse bando de crápulas estivessem minimamente preocupados com o povo. Ah, o povo, mera massa de manobra para quebrar tudo e colocá-los no poder. A partir daí, que se explodam! Como sempre acontece, os líderes ficarão ricos, milionários, e a população não terá nem mesmo papel higiênico, como bem nos mostra a Venezuela.

    O discurso comunista se baseia em jogo de palavras, mera retórica, que não se sustenta de forma alguma no mundo real. Propalam tanto contra o odiado “capital”, mas o adoram em segredo! Sem capital, sem indústria, sem produção, nada de material poderia existir, e a escória vermelha sabe bem disso.

     
  9. Estupefata! É a palavra que se adequa ao que sinto, depois desta leitura, que para mim, foi esclarecedora.
    Sinceramente! Dom Guilherme Werlang surpreendeu-me!
    Sou prima dele em grau distante, mas temos os mesmos Tataravós! Nossos Trisavôs eram irmãos!
    Penso que é necessário que a Igreja, saiba e participe de tudo o que move a sociedade. Mas, com independência de pensamento, já que o da Igreja, é fundamentado na Doutrina e não nas Ideologias.
    Doutrina e Ideologia, diferem em conteúdo, por natureza de origem e aplicabilidade de seus conceitos e funções. As noções de espaço e tempo, são fundamentais e muito divergentes para ambas.
    A Doutrina Cristã, tem seus fundamentos na Palavra Revelada, Vida de Cristo e Escrituras Sagradas! E é aplicada a qualquer pessoa em qualquer espaço e tempo.
    A Ideologia, por sua vez, nasce de ideias localizadas numa região, num tempo e em condições válidas à sociedade que neles vivem.
    Modificadas estas condições, ela perde sua aplicabilidade e sua função.
    Incorremos em erro, ao tentarmos forçar sua aplicabilidade a outra realidade espacial e temporal.
    O que não ocorre com a Doutrina, cujo conteúdo é universal.
    Estou preocupada e chocada!

     
  10. A C.N.B.B. teve mais de 30 (trinta) anos para refutar Dr. Plinio Corrêa de Oliveira na sua obra :”Sou Católico, posso ser contra a Reforma Agrária ?” Até hoje, nada. De lá para cá, a C.N.B.B. só se preocupou em fazer e promover a subversão através do CIMI, do MST, etc., e praticando a ação nos bastidores políticos aliando-se à esquerda mais radical. Mas, nunca faz a apresentação desassombrada e leal de seus planos, que, se apresentados, afugentaria os católicos ingênuos.
    O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, com suas campanhas esclarecedoras, nos ajuda muito, a nós, católicos.
    Só temos que agradecer e rezar pelos senhores.
    Vejam essa reunião da C.N.B.B., aqui reportada. O Stédile queria que ela fosse em lugar mais discreto.
    Sem comentários.

     
  11. O QUE SUCEDE É QUE TODOS DESCOBRIRAM QUE O COMUNISMO É UM REGIME OBSOLETO, COMPOSTO SÓ DE CHANTAGISTAS!
    Só mesmo a esquerdista e manjada CNBB aliada da TL-PT para proteger os vigaristas comunistas é que poderia se colocar ao lado do esterco contido dentro das mentes dos que se associam aos comunistas.
    Todos os papas até o saudoso Bento XVI condenaram-no enfaticamente e esse o classificou assim; “Um governo sem principio ético-morais não passa de uma quadrilha de malfeitores”, além de ser uma doutrina eminentemente satanista e onde se instala estão garantidos atraso, violência inaudita, miséria e morte, como exemplo na favela Cuba, miserável, um cortiço a ceu aberto, mas idolatrada do PT.
    Vejam o caso da agora miserável Venezuela após adotar o comunismo, um povo outrora rico, agora vivendo como países super miseraveis da África, onde o governo comunista sonega alimentos para manter o povo desesperado e enfraquecido em constante procura de alimentos para poder ficar sem fazer manifestações.
    RECEITA DE LÊNIN PARA DOMINAR E ESCRAVIZAR UM POVO:
    “Usem os idiotas-uteis na linha de frente.
    Instigue o ódio entre as pessoas e classes.
    Destruam suas bases morais, a familia e a espiritualidade e façam-nos comer das migalhas que caem de nossas mesas”.

     

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