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Direito de Propriedade

A Reforma Agrária e a Esfinge de Gizé

Não podendo caminhar de modo retilíneo e às claras, ensaia ela a marcha da bêbada, cobre-se de véus e de pretextos, usa a violência do MST e a brandura de governos cúmplices ou lenientes. Tudo na esperança de, em certo momento, dar o bote e alcançar seus objetivos.

Logo e claramente

O direito de propriedade individual é um direito fundamental da pessoa humana e um dos sustentáculos da vida em sociedade. Os regimes comunistas que o...

O pão, o suor e a voz do sangue

A australiana Gina Rinehart, a mulher mais rica do mundo, possuidora de uma fortuna avaliada em US$ 30 bilhões, critica os "invejosos": "Se sentem inveja dos...

Uma Fortaleza em defesa da família, contra o aborto e o...

Estamos de saída para a próxima cidade, debaixo de chuva. Não sei como os rapazes vão conseguir preparar os bagageiros, que ficam em cima...

Pergunta que interessa ao Brasil – Seminário em Cuba: padres católicos...

Foi inaugurado em 3 de novembro o primeiro seminário católico em Cuba depois de 50 anos de governo Comunista. A inauguração contou com a...

Homicídios e populismo socialista aumentam na América

Apesar dos massacres causados por “homens-bomba”, Bagdá é mais segura do que Caracas, capital da Venezuela socialista “bolivariana”. Iraque e Venezuela têm quase a mesma população, mas em 2009 houve no Iraque 4.644 homicídios, enquanto na Venezuela foram mais de 16.000, sendo 90% deles não apurados.

Justiça mantém demarcação de terras indígenas em MS

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) negou recurso do município de Sete Quedas (MS) que pedia o cancelamento dos estudos de identificação e delimitação de terras indígenas em sua área. O desembargador Henrique Herkenhoff, relator do processo, indeferiu pedido de liminar e afirmou que o município confunde interesse financeiro com interesse jurídico, ao invocar direito de propriedade de terceiros (proprietários de terras).

Reforma Agrária – Questão de Consciência…(II)

Tramitava naquela Casa um projeto de lei, enca minhado no dia 30 de março de 1960 pelo Governo Carvalho Pinto, e que se apresentava como “passo pioneiro” de uma reforma agrária “moderada”. Tal projeto, conhecido com o nome de Revisão Agrária, chamou vivamente a atenção do País inteiro. Diversos setores da esquerda o aplaudiam nesse “passo pioneiro”, na verdade o início de uma caminhada rápida à derrocada da estrutura rural vigente. Muitos centris tas o tomavam como uma concessão que adormeceria o ímpeto agro-reformista, pela aplicação da tática entreguista do "ceder para não perder".

Força Tarefa “Eleições Ficha Limpa de PNDH-3”

Se você não fizer nada agora, não adiantará chorar sobre o resultado das urnas. E prepare-se para assistir nos próximos 4 anos uma transformação radical do País”, declarou Mario Navaro da Costa, Diretor de Campanhas do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, ao lançar a “Força Tarefa Eleições Ficha Limpa de PNDH-3”. Em e-mail circular a todos os simpatizantes do Instituto e participantes da campanha contra o PNDH-3, Navarro alerta para o grave momento em que nos encontramos

Reforma Agrária, essa cinqüentona (I)

Dentro de quatro anos, a Reforma Agrária no Brasil completará meio século de sua promulgação. Seus fautores sempre a apresentaram como parte essencial das Reformas de Base, a coqueluche revolucionária do início dos anos de 1960. Para eles, a Reforma Agrária seria condição necessária para que o País alcançasse seu pleno desenvolvimento econômico e social. Cabe ressaltar que tal projeto fazia parte do ideário estatizante e igualitário do socialismo e do comunismo.