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Presidente checo: é “invasão organizada” e “não um movimento espontâneo de...

O presidente da República Checa, Milos Zeman, defendeu que a Europa é objeto de uma “invasão organizada” de refugiados e denunciou a desproporcionalmente grande percentagem de homens jovens e solteiros entre os imigrantes, escreveu a “Folha de S.Paulo”.

Putin, terrorismo e guerra híbrida

A guerra híbrida “é uma combinação de meios e instrumentos, do previsível e do imprevisível. Não há fronteiras entre o legal e o ilegal, entre a violência e a não violência.

Avalanche de jovens voluntários franceses inunda quartéis

"É um fenômeno totalmente inédito. Vemos reaparecer valores como a bandeira, símbolos nacionais, que foram um pouco esquecidos" explicou o coronel Eric de Lapresle, chefe do serviço para o recrutamento do Exército

Entre a espada e a parede – entre o EI e...

Novamente, vemos a Europa entre a espada e a parede: ou a imigração muçulmana ilegal (por exemplo, os sírios em busca de refúgio), ou a imigração muçulmana legal (muçulmanos turcos com entrada franca na União Europeia).

Atentados de 13 de novembro — Mas por que Paris?

É simples: as forças que cometeram os atentados o fizeram por ódio religioso. E a França, a Filha Primogênita da Igreja, foi um dos principais focos da civilização cristã.

A contra-cruzada islâmica do III milênio: rumo à conquista de Roma

Mas hoje pegando de surpresa o Ocidente amolecido por um falso pacifismo e um não menos falso ecumenismo, aparece no horizonte uma imensa contra-cruzada. Ela invade Europa e visa um grande objetivo: ocupar a cidade de Roma, o coração da Igreja e da Cristandade para matá-las, se isso fosse possível, com um furor satânico!

Quem foi Maomé, segundo São João Bosco

Em sua renomeada obra “História Eclesiástica”, Dom Bosco nos ensina quem foi Maomé, fundador do islamismo e como fez para espalhar suas crenças, conseguir adeptos e atacar a Terra Santa, a Cristandade e a todos os que não pensavam como ele.

Islamismo: uma crença leviana e tirânica

Muitos insistem em deturpar a realidade e a história, afirmando que a religião islâmica é uma religião pacífica e não agressora. Historicamente falando foi o próprio Maomé que, em Medina, reuniu um exército de 10 mil homens para dar início a uma guerra de expansão e dominação

Rezemos por Paris – “As Cruzadas” e a tragédia da cidade...

Na perspectiva maometana a guerra declarada pelo Crescente contra a Cruz da Cristandade, nunca acabou. E os vis atentados do dia 13 de novembro estão na continuidade das ofensivas cruéis dos séculos passados.

A tragédia de Paris

Ontem com o Nazismo, hoje com o Islã, Paris, a antiga capital dos Reis Cristianíssimos, a cidade com uma missão histórica na Cristandade é, uma vez mais, alvo da barbárie.