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União Européia

Europeus sem filhos rumo a um “suicídio” de povos

Nunca houve na Europa tantos governantes sem filhos, aplicando a agenda LGBT e julgando o planeta incapaz de sustentar seus habitantes. Além do mais,...

2016 — Catastrófico panorama da Igreja e do mundo

Retrospecto de 2016 e perspectivas sombrias A edição de janeiro da revista Catolicismo apresenta como matéria de capa um balanço sintético de importantes acontecimentos transcorridos em...

Itália, nova derrota da esquerda

A ânsia de reformas da União Europeia acaba de sofrer mais uma derrota. Desta vez na Itália. Em referendo popular, os italianos acabam de opor seu veto à intenção do governo de centro-esquerda de reformar a Constituição. Reforma que seria nitidamente uma torção totalitária na forma de conduzir o governo do país. O voto popular entre o SÌ, que aprovaria a reforma, e o NO, que a recusaria, escolheu o NO com 60%. O SÌ obteve apenas 40%. O comparecimento às urnas foi grande – 70% –, assinalando assim o desejo decisivo de se opor à reforma. Com tal resultado, o primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi se viu obrigado a renunciar. A Itália deverá formar novo governo.

Treme a velha carcaça socialista europeia

A esquerda europeia treme aos rugidos de Trump. E este tremor é sua maior prova de fraqueza. Pois ela está tiritando diante de uma figura fantasmagórica na qual não se vê estabilidade de ideias, nem coerente programa de governo. Por isto precisamente: porque as esquerdas não sabem o que são ideias firmes, e desconhece a lógica de governo.

O comunista, a União Europeia e a Suíça

A UE passa por uma crise existencial. O possante Reino Unido dela se retirou; a política de abertura indiscriminada a africanos e asiáticos encontra crescente oposição; não há confiança nem nos fundamentos das instituições europeístas, nem na política que adotam.

Honório, Roma e a galinha

As reações desencontradas e frouxas das autoridades e das populações ocidentais, sobretudo europeias, deixam entrever uma civilização debilitada face aos perigos e pronta à compreensão – ou até à subserviência – face aos inimigos.

Os fugitivos do Estado Islâmico

A entrada em massa de muçulmanos na Europa – mesmo que não seja de terroristas ou de pessoas que desejem explicitamente implantar a religião de Maomé — acaba, ainda que involuntariamente, colaborando para esse fim. Isto porque seu modo de ser, trajar, com sua culinária, seus lugares de culto etc., influirão para criar a impressão: o Islã é uma força irresistível que veio para ficar.

A “União Europeia”, o governo mundial e a reforma moral do...

Há 73 anos atrás, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira previu o que assistimos em nossos dias: a realização, com a “União Europeia”, de um projeto antinatural para debilitar o poder das nações, quase conseguindo extingui-las com a formação de um grande bloco de países, com a finalidade de se estabelecer no futuro uma “ordem nova”, no sentido de se constituir uma só nação universal — uma “República Universal” dirigida por um só “governo mundial”.

Outros motivos que justificam o “Tchau Querida” que o Reino Unido...

O grave perigo de uma unificação forçada e artificial de povos tão desiguais, com costumes tão diversificados, foi motivo para que Plinio Corrêa de Oliveira, já durante a II Guerra Mundial, alertasse a opinião pública para catastróficas consequências do projeto de querer reorganizar as nações em blocos super-poderosos, dirigidos por super-governos, como se começava a cogitar numa “nova ordem mundial” para o pós-guerra.

Cabeça fria

O Reino Unido está potencialmente fora da União Europeia (UE), 51,9 a 48,1% a favor da saída. No fundo, ninguém acreditava que depois de uma permanência de 43 anos, ele lhe viraria as costas. O mundo amanheceu em estado de choque. Ou foram apenas a Inglaterra e o País de Gales? De fato o Reino Unido da Grã Bretanha e Irlanda do Norte, que é um Estado soberano, é composto de quatro nações constituintes, também chamadas países, ou home nations.