Destaques


1 – COMUNISTA DE CARTEIRINHA
2 – DOCUMENTOS EM SANGUE
3 – ÓDIO RECOMPENSADO.
4 – REPARAÇÃO

 

 

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1Comunista de carteirinha

Vladimir Putin, o ex-agente da KGB que fala com saudosismo do modelo soviético e ainda guarda a primeira carteirinha de filiação ao Partido Comunista, quer evitar celebrações dos cem anos da Revolução Russa.

Quer dizer, comunista de carteirinha quer evitar celebrar os cem anos da revolução que impôs o comunismo na Rússia. Dá para entender? O normal seriam grandes comemorações e enfáticas loas aos líderes revolucionários da época, em especial a Lenin. Em vez disso, silêncio. Nada de comemorações.

Parte dos protestos que têm se dado nas ruas [de Moscou] desde 2012 foi organizada pelo ativista anticorrupção Alexei Navalny, parte por jovens comuns mobilizados via internet. Putin certamente entendeu isso. Mas, no lugar de atender a essas demandas, o Kremlin preferiu responder com repressão e autoritarismo.

Percebe-se então que não há clima para comemorações. E também, como se sabe, que a corrupção é a alma do sistema comunista. O presidente Chinês Xi Jinping reconhece que há uma corrupção entranhada no comunismo chinês. Já Putin prefere reprimir quem protesta, ou seja, não admitir. É o modelo seguido pelo PT, de não reconhecer o favorecimento à corrupção debandada no Brasil.

Nesse quadro, como acreditar que Putin tenha 85% de aprovação na Rússia? (“Rússia: entre revoluções”, Adriana Carranca, O Globo, domingo, 22 de outubro de 2017)

2Documentos em sangue

Transcrevo trechos de artigo da jornalista Vivian Oswald, intercalado apenas com alguns comentários.
O passado soviético está presente em quase todas as fachadas dos edifícios russos. Placas em bronze fixadas à época lembram a contribuição que bailarinas, poetas, engenheiros, ministros, generais e membros da nomenklatura deram à nação durante as sete décadas do regime comunista.

Atualmente discretas tabuletas em aço inoxidável têm sido instaladas em prédios de onde pessoas foram tiradas à força antes de perder a vida na URSS. Essas tabuletas atestam que algum pai, esposa, irmão, filho, ou mesmo toda a família, foi violentamente levado para um campo de concentração, uma masmorra, ou para um julgamento sumário cuja sentença bem pode ter sido o fuzilamento. Mais de 600 placas instaladas em 37 cidades lembram o preço pago pela população. E há uma lista com dois mil pedidos de outras a serem instaladas.

Sergei Parkhomenko, diretor da ONG Último Endereço e responsável pela iniciativa, afirma que os nomes saem de uma longa lista montada pela ONG Memorial com histórias dos perseguidos e mortos durante o período soviético. — Um nome, uma vida, um significado. Com o governo, tentamos criar uma situação de neutralidade silenciosa. Não queremos dinheiro. Só que não interfiram — afirmou.

Às vésperas do aniversário da Revolução de 1917, é quase ensurdecedor o silêncio do governo sobre o evento que marcou para sempre o século XX. O Kremlin não quer ouvir falar de revoluções, nem para comemorá-las, muito menos para discutir seus capítulos mais dolorosos, e tenta evitar novas divisões na sociedade.

É a confissão desavergonhada de uma ideologia fratricida, movida pelo ódio.

3Ódio recompensado.

Vítima do Holodomor numa rua da cidade ucraniana de Kharkiv. Essa fotografia foi efectuada por um cooperante alemão, em 1932.

Sergei Parkhomenko, diretor da ONG Último Endereço, coordena a colocação de placas em homenagem às vítimas do comunismo durante o período soviético. Para afixar as homenagens nos prédios, é preciso a autorização de todos os moradores e do dono do edifício. Neste momento, Parkhomenko se prepara para pedir à Embaixada do Brasil em Moscou, que ocupa uma construção histórica do século XIX, o sinal verde para homenagear Karamurzar, um cidadão que morava ali antes de ser preso e fuzilado na década de 1930. Afixar essas placas é o mínimo de justiça que deve ser prestada a essas vítimas do ódio comunista.

No Brasil, aos que se empenharam em impor a ditadura comunista, desde que começou a funcionar, em 2002, a Comissão de Anistia, o governo federal já pagou mais de R$ 10 bilhões em indenizações. Recompensa aos defensores da doutrina mais antinatural que já existiu.

4Reparação

Desde que começou a funcionar, em 2002, a Comissão de Anistia do governo federal já pagou mais de R$ 10 bilhões em indenizações a perseguidos políticos. Três décadas após o fim da ditadura, ainda há centenas de pedidos sem julgamento.(Coluna do Estadão, Estado de S. Paulo, segunda-feira, 23 de outubro de 2017)

 

1 COMENTÁRIO

  1. A receita dele é “chã de hortelã com um toque de material radioativo” ou o antigo “método” de josef stalin, para “sanear” a política económica : “holodomar”,uma população com grandes índices de inanição não possui a força necessária para combater os desvios que este putin estabeleceu para os rusos, também aplaudindo à corrupção e espalhando a técnica pelo mundo. Vade retro satanás !

     

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