Destaques

1 – EM NOME DA SEGURANÇA CHINA REFORÇARÁ CONTROLE SOBRE RELIGIÕES
2 – RADICALISMO DA GUERRILHA É ATRIBUIDA À ESQUERDA CATÓLICA
3 – ESTADO ISLÃMICO LIBERTA SACERDOTE CATÓLICO

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1EM NOME DA SEGURANÇA CHINA REFORÇARÁ CONTROLE SOBRE RELIGIÕES

Apelo em Hong Kong pelo bispo Cosme Shi Enxiang, provavelmente morto num cárcere comunista chinês

A perseguição religiosa na China não é novidade.  Mas agora, em nome da segurança interna, a China publicou novas regras para controlar a liberdade religiosa, no momento em que as conversões ao catolicismo crescem, conforme notícias que nos chegam da Igreja subterrânea (não oficial).

“A China publicou novas regras para controlar a liberdade religiosa apresentadas como uma forma de reforçar a segurança nacional, restringir as práticas não reconhecidas pelo Estado e “frear o extremismo”, informa a agência AFP

“O Partido Comunista da China luta contra a emergência de qualquer movimento organizado que escape do seu controle. Por isso, as religiões como o islã e o cristianismo são alvo de uma vigilância rigorosa por parte das autoridades. A abertura de escolas religiosas também estará sujeita a condições mais estritas.”

2RADICALISMO DA GUERRILHA É ATRIBUÍDA À ESQUERDA CATÓLICA

Nicolás Rodríguez Bautista, apelidado, Gabino, atual chefe da ELN apoiado por Cuba. Sequestro, extorsão, narcotráfico, assassinatos, atentados praticados para a implantação do regime comunista.

No rastro das negociações de paz entre o governo colombiano e a guerrilha, aparecem os verdadeiros mentores do mais longo conflito armado na América do Sul.

“Eram jovens de classe média, mas capazes, como nenhum outro, de falar com os camponeses. Estavam apaixonados pela Cuba de Castro, mas alérgicos ao dogmatismo soviético. Também eram padres, monges e freiras, que se alistaram às centenas. O ELN, o Exército de Libertação Nacional, desde 1964 é algo único na América do Sul. Não por acaso é a última guerrilha a resistir. E não por acaso é tão difícil negociar com seus comandantes. A teologia da libertação vingou ali, como em nenhum outro lugar.”

A reportagem é de Fabio Bozzato, publicada por La Stampa, em 06-09-2017

3ESTADO ISLÃMICO LIBERTA SACERDOTE CATÓLICO

Padre Thomas Uzhunnalil

O padre Tom Uzhunnalil foi libertado 18 meses após ter sido sequestrado no Iêmen por terroristas do Estado islâmico.

De acordo com o jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano, ele contou que sua maior tristeza durante o cativeiro era não poder celebrar a Eucaristia, “embora todos os dias eu repetisse mentalmente, no meu coração, todas as palavras da celebração”.

O Pe. Uzhunnalil foi seqüestrado no dia 4 de março de 2016 depois que um grupo de jihadistas do Estado Islâmico invadiu o abrigo para idosos e deficientes administrado por um grupo de religiosas Missionárias da Caridade em Aden, no Iêmen. Durante o ataque, os terroristas assassinaram quatro freiras, doze anciãos e sequestraram o padre salesiano.

O Pe. Tom é um exemplo da determinação católica de resistir diante do perigo islâmico, e Deus o agraciou com a libertação.