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O Reino Franco aquecido e a COP-16

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Luís Felipe Escocard Essa é a 16ª Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática que irá até o dia 10 de dezembro no México,...

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (4)

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Luis Dufaur Uma vez rejeitadas as utopias, e entendido que, por exemplo, 10 milhões de pessoas que vivem numa cidade grande não podem exigir que...
Animal Liberation Front

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (3)

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No dia 22 de abril de 1970, celebrou-se o primeiro Dia da Terra, evento criado pelo burocrata Gaylord Nelson, senador do estado de Wisconsin. Na época, os ambientalistas estavam alarmados com um iminente resfriamento global. O mundo viveria uma nova era do gelo caso os governos não tomassem providências imediatas. Recentemente, utilizando praticamente a mesma mensuração, o alerta era sobre a inevitabilidade do aquecimento global.

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (2)

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Sempre soubemos que, em termos econômicos, os nazistas eram esquerdistas (Nazi vem de Nationalsozialismus ou Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães), mas hoje - graças aos estudos de Robert N. Proctor, que os compilou em seu livro: Medicine Under the Nazis (Higiene Racial: a Medicina dos Nazistas) - sabemos que eles eram fanáticos por saúde, maníacos por exercícios físicos, ecologistas radicais, entusiastas de comidas orgânicas e defensores ferrenhos dos direitos dos animais, além de nutrirem profundo menosprezo por álcool e tabaco

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (I)

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Há meses recebemos importante ensaio vertido ao português de autoria de Lew Rockwell, presidente do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, e editor do website LewRockwell.com, autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State. O artigo foi publicado no site do Instituto Ludwig Von Mises Brasil. A tradução é de Leandro Augusto Gomes Roque. Os sublinhados são nossos.

Condenação ideológica ao agronegocio?

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Em ano ruim, o agronegócio poderá salvar as contas externas do País. A exportação de cana trará us$ 12 bi, a de laranja, us$ 2 bi, a de carne bovina, us$ 5 bi, a de café, us$ 5 bi. É provável que o agronegócio traga mais de us$ 70 bi ao país neste ano. Quero compartilhar com o leitor da Folha um incômodo. Por interesses distintos e por falta de conhecimento, insiste-se em contrapor no Brasil três coisas que não são contrapostas e que atrapalham nosso planejamento e nosso desenvolvimento.

Crueldade com os não-nascidos, falso sentimentalismo com os animais

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O Parlamento da Catalunha interditou as corridas de touros na região, alegando o bem-estar dos animais. A lei era exigida pelo extremismo ambientalista e apoiada por uma campanha internacional de mídia, ONGs e até a União Européia. Astutamente, o Parlamento não mexeu com outras festas taurinas que são muito mais populares na Catalunha.

Seqüestro para “salvar o planeta” acaba mal

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A tomada de reféns no prédio do Discovery Channel, em Silver Spring, Maryland, lamentavelmente concluído com a morte do seqüestrador em confronto com a polícia suscitou mais preocupações em Washington. James L. Lee, o seqüestrador, agiu como uma pessoa perturbada pela pregação do extremismo ambientalista. Ele acreditava que aterrorizando os funcionários da conhecida TV ele impulsionaria a “mudança” e, em última instancia, “salvaria o planeta”, observou editorial do “The Washington Times”.

Grande mídia, até quando?

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Uma vez por ano, geralmente na época da colheita de grãos entre janeiro e março, a mídia "descobre" e se espanta com a excelência do agronegócio brasileiro. Imagens de produtores rurais pilotando suas colheitadeiras, filas de caminhões carregados de soja nos portos e silos lotados ganham as capas de revistas e as primeiras páginas dos grandes jornais do País. Depois, as notícias sobre o campo ficam confinadas às páginas dos suplementos até a próxima grande safra, ou quando surge um assunto polêmico, como o Código Florestal.

Perguntas sem respostas

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“Uma única tempestade derrubou meio bilhão de árvores na Amazônia, diz estudo”1. –– Como ONGs ambientalistas e movimentos ditos sociais, que apregoam que o agronegócio devasta florestas, classificariam essa notícia, transmitida em 13/07/2010 pela BBC Brasil? Meio bilhão! Uma única tempestade. Entre 16 e 18 de janeiro de 2005, uma única linha de instabilidade, com 1000 km de comprimento e 200 km de largura, cruzou toda a bacia amazônica de sudoeste a nordeste, devastando 9.000 Km2, área equivalente a uma Jamaica e mais do que se desmatou na Amazônia em 2009.