Enquanto se defende as lagostas e se condena o supermercado, as crianças por nascer são assassinadas impunemente através do aborto

Nilo Fujimoto

Já viu alguma vez um supermercado vender caranguejos, siris ou lagostas vivas? Pelo menos em alguns lugares, é coisa corriqueira. Na Áustria também. Mas segundo o portal IG, de 08/11, uma rede de supermercados e o funcionário responsável pelas lagostas foram condenados pelo Judiciário.

A sentença foi exarada pela Corte Suprema Administrativa de Viena, a máxima instância judicial austríaca. A rede ficou proibida de vender lagostas e o funcionário foi condenado a pagar multa de 316 euros ou cumprir 2 dias e 13 horas de prisão.

O crime

Supermercado: Infringir a lei de proteção aos animais por “não ter respeitado os direitos de boas condições de vida das lagostas que coloca à venda”.
Funcionário: sendo o responsável pela manutenção dos crustáceos no aquário, não proporcionou as condições ideais de sobrevivência.

Argumentação dos juízes

As lagostas eram mantidas vivas “em um espaço muito pequeno, sem um solo adequado (pedra ou areia) e sem nenhuma possibilidade de movimentação, com as pinças atadas”.

Vida às lagostas e morte aos bebês

A decisão abre precedentes para outros processos similares segundo o advogado Josef Ferber, que qualificou a decisão como um “grande passo”.
Rumo a que? Ao abismo. Pois essa sentença coincide com um esforço enorme de certos setores oficiais para condenar milhões de crianças inocentes através da despenalização do aborto. Além de coincidir com a ausência do esforço necessário das autoridades para condenar e penalizar os médicos e demais envolvidos nos procedimentos abortivos.

Defende-se a lagosta, condena-se o mercado e mata-se impunemente a criança por nascer: que inversão é essa?

Não corrompam nossas crianças através da “Ideologia de Gênero”

A Ação Jovem do IPCO está promovendo uma campanha nacional de abaixo-assinados que serão enviados para o Presidente Michel Temer pedindo a exclusão da satânica "Ideologia de Gênero" da Base Nacional Comum Curricular - BNCC.

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14 COMENTÁRIOS

  1. ISMAEL FAÇANHA :

    O QUE CRUELDADE CONTRA ANIMAIS TEM A VER COM O PROBLEMA DA LIBERAÇÃO DO ABORTAMENTO HUMANO?
    QUEM ESCREVEU ESSE – “DEFENDE-SE A LAGOSTA,CONDENA-SE O MERCADO E MATA-SE O BEBÊ” – É UMA PESSOA DOENTE.

    Só imagino duas coisas:Ou imaturidade ou burrice mesmo.Releia o texto, por quantas vezes forem necessárias para entender,as vezes funciona,se não funcionar, reze por quantas vezes forem necessárias, para que o divino ESPÍRITO SANTO ilumine sua inteligência.PAZ E BEM.

     
  2. Há momentos em que o absurdo de tal forma se destaca que a realidade parece infundada e o uso da razão descabido. Então, o que fazer? Bem, em primeiro lugar comer crustáceos, são uma delícia, principalmente quando acompanhados por um bom Chablis. Em segundo, evitar lulas. Sua tinta preta e venenosa marca profundamente as papilas gustativas.

    Quanto ao massacre de inocentes, rezar. Que Deus abrevie nossos sofrimentos trazendo-nos o quanto antes o dulcíssimo Reino da Mãe do Menino Deus.

     
  3. O QUE CRUELDADE CONTRA ANIMAIS TEM A VER COM O PROBLEMA DA LIBERAÇÃO DO ABORTAMENTO HUMANO?
    QUEM ESCREVEU ESSE – “DEFENDE-SE A LAGOSTA,CONDENA-SE O MERCADO E MATA-SE O BEBÊ” – É UMA PESSOA DOENTE.

     
  4. O problema é que para punir é necessário Lei anterior que ampare a ação criminosa. No caso do aborto não há lei alguma, e por isso mesmo criar Leis que amparem as ações hoje criminosas, mas amanhã, tendo uma lei abortiva, adeus bebês.
    Mediante a isso, antes que alguém instale a Lei de Herodes, ou Lei de Hitler, defensores dos abortistas, vamos tentar de tudo para criar uma muralha humana a favor da vida.

     
  5. E a lagosta é mais importante que um bebê? Supreendente a luta por melhores condições de vida de uma LAGOSTA, enquanto isso permite-se que um bebê desprotegido possa ser assassinado.

     
  6. O povo está acordando para essa realidade absurda. No Brasil existe lei que defende o urubu e outros animais silvestres (cito o urubu porque vive nas cidades e causa um certo prejuízo aos moradores de certas localidades). Não condeno a proteção destes animais, pelo contrário, acho muito justo, mas acredito que a vida humana deveria ser pesada, senão mais, ao menos na mesma medida. É contraditório ter um Estado que defende o urubu e a tartaruga, ao ponto de tornar crime quebrar um ovo desses animais, e tentar de todas as maneiras MATAR SEUS CIDADÃOS desde o nascimento, ou lhes inviabilizar uma vida plena. Acredito que o povo acordará da letargia da “Matrix” em que vivemos e buscará a verdade. Tomara…

     

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