Do “Catecismo da Doutrina Cristã explicado e adaptado à capacidade dos meninos”, Santo Antonio Maria Claret, Editora “Ave Maria”, 1934, (pag. 304-305):

“Quem, pois, não agradecerá a Deus tanto bem e não dará aos sacerdotes, por serem dele dispensadores, toda a honra e reverencia devida? Respeita-os, meu filho, venera-os, já porque assim o exige sua dignidade de representantes de Jesus Cristo”. (…)

“Se vires colocado à frente de uma freguesia um mau sacerdote, deves afligir-te, temer e pensar que quiçá os nossos pecados mereceram tão horroroso castigo, pois que a Sagrada Escritura nos ensina que o maior e mais terrível açoite que Deus envia a um povo, é dar-lhe maus sacerdotes.

“Quando a ira do Senhor não chegou ainda a seu cúmulo, permite que as nações se armem umas contra as outras, que fiquem estéreis os campos, que a fome, a desolação e a morte exerçam seu domínio sobre a terra; porém, quando Sua justa indignação chega ao auge, envia o ultimo e mais atroz de seus castigos, permitindo que ministros infiéis, sacerdotes manchados, pastores escandalosos se coloquem entre os homens.

“Então se verifica que as abominações do povo são causa dos maus sacerdotes e os maus sacerdotes são o maior castigo com que Deus aflige ao povo”.


Santo Antonio Maria Claret era um tão zeloso bispo de Cuba, impugnando os erros, que acabou sendo expulso da Ilha — que anos depois foi açoitada pela ditadura Castro.

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