Mont Saint-Michel: Ilha angélica na Terra

    Por Evan Olwell

    ( Transcrito da Crusade Magazine[1] )

    Imagem Principal

    A incrível ilha de Mont Saint-Michel é um exemplo sublime da influência angélica na Civilização Cristã.

     O pequeno pedaço de terra localizado em uma baía na costa da Normandia, na França, tem uma presença católica desde o século VIII. Esta presença começou de maneira extremamente maravilhosa quando o próprio São Miguel Arcanjo apareceu e pediu que ali se erigisse uma igreja em sua honra.

    France-Mont-Saint-Michel-Abbey2-LAtravés dos séculos, a pequena igreja foi expandida, incluindo uma abadia de monges beneditinos, em seguida com um mosteiro com criptas e claustros, e eventualmente tornou-se uma posição militar estratégica, com fortificações defensivas e uma aldeia medieval.

    A fantástica beleza do monte provoca ao mesmo tempo alegria e admiração. Sua tôrre é visível muitos quilometros terra adentro, e à distância ele mais parece uma miragem fantástica do que uma sólida fortaleza. Esta visão idílica convida almas maravilháveis a voltar-se para além de considerações mundanas e contemplar ideais mais elevados.

    archange-tt-width-653-height-368-fill-1-crop-0-bgcolor-ffffff
    A imagem de São Miguel que domina sobre a baía do Mont-Saint-Michel foi restaurada recentemente e recolocada no topo da flecha da abadia a 156 metros de altura.

    A harmonia entre as fortificações militares e a abadia honra perfeitamente São Miguel em seus variados atributos. Foi ele que conclamou os anjos com o brado “Quem é como Deus?” e expulsou do Céu Satanás e os anjos rebeldes. Segundo a tradição, ele é também um dos anjos que se encontram diante do trono de Deus, cantando eterno louvor.

    Em uma palavra, a beleza transcendente do Mont Saint Michel é um exemplo da graça divina. A graça é uma participação criada na vida incriada de Deus. Quando os homens correspondem à graça de Deus, dão-se as grandes maravilhas da história constróem-se edifícios angélicos como Mont Saint-Michel.

     

    (*) Tradução de José Aloisio Aranha Schelini

    [1] http://www.tfp.org/tfp-home/crusade-magazine/crusade-magazine.html