O assunto já foi tratado neste site, mas volto a ele sob um outro aspecto que me parece relevante.

Aproveitando as férias de início de ano, jovens voluntários do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira se organizaram em caravana para difundir obras de atualidade em defesa de princípios da civilização cristã.

Impressiona a dedicação desses jovens, que deixam de lado a possibilidade de umas férias agradáveis no interior de uma propriedade agrícola, ou ainda numa excursão a lugares históricos ou em viagens diversas. Nem me refiro, porque fortemente ilícitos, aos prazeres da droga, às orgias da sexualidade ou de músicas satânicas.

Tudo isso para entregar-se a um esforço de divulgação de idéias, movidos por um sentido apostólico e de brasilidade.

Neste ano percorreram cidades do sul do País divulgando três obras de grande alcance sobre os problemas do mundo moderno. Uma delas, de autoria do Príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança, denuncia os absurdos propugnados por certa corrente ecologista radical, muito bafejada pela mídia, tendente a prejudicar o reto desenvolvimento nacional. Outras duas, de autoria do insigne sacerdote Pe. David Francisquini, combatem o aborto e denunciam a agenda homossexual. Colheram também assinaturas pela retirada de um infame projeto de Código Penal contrário à família brasileira, atualmente em debate no Congresso Nacional.

Acompanhados por toques de fanfarra e ostentando os símbolos do Instituto — que vão se fazendo largamente conhecidos da população brasileira — os jovens atuam de modo legal e pacífico, oferecendo aos transeuntes as obras que divulgam, utilizando uma argumentação lógica e serena. A acolhida tem sido excelente.

Em algumas cidades, porém, magotes de indivíduos claramente organizados e surgidos não se sabe bem de onde, apresentando-se como militantes do homossexualismo, atacam os rapazes com insultos, palavras de baixo calão, xingatórios e até cusparadas e ameaças de agressão. Visam um triplo objetivo: a) de um lado, tentam amedrontar os caravanistas para que desistam da campanha; b) ou então percam a cabeça e passem a defender-se com violência, podendo assim ser acusados de perturbar a ordem pública; c) por fim, o clima de balbúrdia e agitação criado pelos agressores tem em vista impedir o público de se aproximar e adquirir as obras oferecidas. Dizem ainda blasfêmias contra Cristo e sua santa Mãe, mostrando-se de uma intolerância religiosa fora do comum.

Caso característico ocorreu em Curitiba, onde um elemento desse grupo de agitadores ensandecidos atirou fortemente uma pedra contra a cabeça de um rapaz do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, fazendo-o sangrar e obrigando-o a procurar um pronto-socorro, onde teve de levar vários pontos.

Note-se que a propaganda do lobby homossexual costuma dizer que reivindica apenas “direitos”, “igualdade” etc. Mas na verdade, quando contestados, ainda que de modo pacífico e ordeiro, entram em fúria e não admitem qualquer opinião contrária. Se aprovadas tais reivindicações, até um sacerdote que, durante a Missa ou fora dela, defender a doutrina católica sobre o tema, será estigmatizado, talvez preso.

É louvável a atitude indômita desses jovens do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira que, com altaneria, retidão moral e bom senso, defendem de modo legal, ordeiro e pacífico seus ideais em praça pública com cortesia e decisão. Às provocações, os rapazes têm respondido com uma firmeza inquebrantável, sem recuar e sem cair na armadilha de iniciar uma agressão física, rezando em voz alta e bradando slogans, tudo no contexto de uma serenidade celestial. Dir-se-ia anjos, firmes e combativos como São Miguel, afáveis como São Gabriel.

Que jovens assim possam ser agredidos e vilipendiados por razões de fundo religioso, mostra bem a que ponto decaiu o mundo moderno!

4 COMENTÁRIOS

  1. Vemos o extremo de escândalo moral que essa gente chegou,apoiada e incentivada pelo PT e seus representantes maiores,estão se achando os donos da verdade,a tal ponto que negam o ensinamento sagrado da bíblia.Disseram claramente contra DEUS.Parabéns os jovens católicos do IPCO,pela sua fé,bravura,serenidade e prudência.Se fosse eu daria uma corsa neles.

  2. Caros Amigos,
    Acabo de ver estarrecido o filme em que mostra a agressão a que sofreram de um punhado de verdadeiros ditadores da causa homossexual. Quero afirmar que conheci o ocorrido através do “verdadegospel.com”.
    Como evangélico que sou, devo dizer que temos pontos de vista que divergem. Porém, temos também pontos de vista que convergem e que nos une.
    O principal deles é a defesa da familia cristã.
    Neste momento, todos nos que temos a Jesus Cristo como Senhor, devemos deixar de lado aquilo que mos separa e nos unir em defesa da família, em defesa daquilo que cremos, nos preceitos morais que cercam os bons costumes morais.
    Devemos, a despeito de placas de igrejas, nos unir e dizer que NÃO ACEITAREMOS SER ATINGIDOS, NOS PRINCÍPIOS MORAIS.
    Vamos orientar nossos irmãos e irmãs a votarem nos candidatos que defendam aquilo que cremos. A mudar de canal quando vemos programas que banalizam o casamento, a familia.
    Somos em um número muito superior. Precisamos nos unir.
    Faco aqui uma sugestão de que nossos líderes de todas as denominações Cristã assinem um manifesto comum e divulguem em todos os canais de comunicação.

  3. Contra este MAGOTE de MÁ FORMAÇÃO MORAL. Vamos sempre realizar denúncias públicas e mostrar a esta sociedade brasileira em alguns momentos OMISSA, que SEREMOS VENCEDORES. PRÁ FRENTE e AVANTE JOVENS DESTE NOBRE INSTITUTO PLINIO CORRÊA DE OLIVEIRA. VIVA OS NOVOS CRUZADOS DO SÉCULO XXI.

  4. Amigos, mais uma vez parabenizo o esforço desses jovens, pois estão verdadeiramente no campo plantando as sementes para uma colheita, esperamos ser abundante para a salvação.
    Contudo, sugiro que leiam o livro “A estratégia” (tradução titulo The Agenda) do Rev. Louis P. Sheldon, publicado pela Editora Central Gospel, para tomarem ciencia plenamente quanto ao plano orquestrado dos homossexuais para transformar a sociedade.
    Conforme descrito no texto do artigo exposto acima, não se trata de casual a aparição de grupelhos para ostilização, mas se contraporem de maneira ardilosa para criarem temor pois se atacados, alegarão a discriminação e provocarão manchetes nacionalmente

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