Evolucionismo, um caso psiquiátrico

Atendendo um paciente psiquiátrico que se imaginava deus (sem base razoável, ao que parece), o médico lhe pediu que contasse a história da moléstia atual (hma):

— Conte-me todo o seu problema, por favor. Desde o princípio.

— Pois não, doutor: No princípio, eu criei o céu e a terra…

Bem, casos como este caberiam naqueles momentos adequados para professores e conferencistas distenderem ou acordarem seus ouvintes. Muito útil, por exemplo, quando um professor resolvesse esclarecer que nem ele nem os alunos são deuses.

Astrofísica ateia se converte: “Eu percebi que existe uma ordem no Universo”

(Será possível que alguém pense assim, mesmo não sendo louco?!)

Não se espante, caro leitor, mas isso é bem mais comum do que parece. Não vou entrar em explicações teológicas, filosóficas, antropológicas ou de ciências correlatas, só quero alertar para certos perigos que correm os estudiosos. Muitos se pavoneiam como agnósticos e ateus no poleiro de celebridades, gênios, prêmios Nobel, PhDs, sumidades com vários graus de plumagem e tintura científica. Nenhum deles pensaria em procurar o psiquiatra da piada, mas bem que deveriam.

Entre os professores catedráticos que tive, muitos eram ateus e evolucionistas, aferrados a teorias sem fundamento, sem comprovação. Um deles chegava ao ridículo de agitar um tubo de ensaio contendo proteínas, e afirmar que o deus dele era aquilo, ali estava a fonte da vida. Argumentar contra essa tolice? Nem pensar, pois gente desse calibre zomba de quem os contradiz. E se vinga nas notas das provas…

Por que tantos cientistas se tornam ateus? Se estudam tanto, se a inteligência lhes basta para instruir-se, como explicar que cheguem a conclusão tão contrária às evidências? Quanto mais estudam a complexidade planejada do universo, mais deveriam admirar e reverenciar o Criador. Todas as civilizações reconheceram a existência de Deus e lhe prestaram culto, mas esses cientistas não o fazem, embora empanturrados de volumosos conhecimentos. Por quê?

Uma explicação parcial disso – não uma justificativa – está no próprio método científico, que restringe a pesquisa ao campo específico de uma ciência. A atenção do cientista limita-se ao seu âmbito de estudos, visando entender como funcionam e se relacionam os seus componentes. Não quer saber onde entrou a ação de Deus.

Hemoglobina constrange a mentira da teoria da evolução

Se um cientista vai estudar, por exemplo, a hemoglobina – a proteína que dá a cor vermelha ao sangue – deve limitar-se ao que se relaciona diretamente com ela: Quais elementos químicos compõem a molécula de hemoglobina; como eles são aproximados para se unir e formar a molécula; como é produzida; quais os instrumentos orgânicos que agem na sua produção, etc. Trata-se de um “universo fechado”, limitado, circunscrito. Não importam a esse cientista como foram criados os elementos químicos (carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, ferro) necessários para formar a molécula; quanto tempo levou para ela surgir na natureza; quais outros agentes participaram no processo. Isso pode interessar a outros ramos da ciência, mas não ao estudioso da hemoglobina existente no organismo. Não lhe interessa também, muito mais acima, quem planejou e criou tudo isso. O Criador não interessa ao campo limitado da pesquisa, é como se Ele não existisse.

Evolucionismo e ateísmo

O cientista está constantemente excluindo fatores externos superiores. Mesmo sabendo que existem, age como se não existissem. Quanto mais distantes, mais ignorados. Muito longe está quem criou todos eles, e o cientista O vai esquecendo, esquecendo, esquecendo… Daí a afirmar que não existe, vai apenas um passo, e aí temos o ateu. Limitar os estudos a uma proteína presente no tubo de ensaio é uma necessidade metodológica do cientista; mas afirmar que o deus dele é a proteína, já configura uma doença mental, cuja ciência é a psiquiatria. Ou o confessionário.

A criação não é um mito

Domenico Ravalico, no livro A criação não é um mito (você o encontra na internet), toma como exemplo a hemoglobina, e mostra ser impossível ela se formar sem um projeto, sem a ação de um Criador. Seus 539 átomos devem agrupar-se em um conjunto, cuja forma correta só pode ser uma. Conseguir isso na base da sorte, por obra do acaso, sem seguir um plano rigoroso, exigiria um número de tentativas superior à compreensão humana: o algarismo 4 seguido de 619 zeros.

Evolucionismo: a fé no acaso

Ao longo da vida, o organismo humano precisa produzir cerca de 23.000 proteínas maiores e menores que a hemoglobina. Tomando o tamanho da hemoglobina como média, o número de tentativas necessárias à formação de todas essas proteínas seria o da hemoglobina elevado à potência 23.000. Teria aproximadamente 14 milhões de zeros e ocuparia mais de 3.000 páginas. Haja fé no onipotente acaso!…

Você ainda acredita que os seres vivos surgiram por obra do infalível e cultuável acaso? Espero que uma eventual resposta afirmativa conduza você ao confessionário, e não ao manicômio.

 

3 COMENTÁRIOS

  1. O que mais me impressiona nos evolucionistas, em especial nos contemporâneos, é a sua IDIOPATIA assumida sem o menor constrangimento.
    Dia desses, fiquei pasmo em ver replicado em órgãos de comunicação importantes matéria de 31/07/2014 da revista americana SCIENCE, que diz que, DINOSSAURO de quase 200Kg “resolveu” ao longo de 50 milhões de anos reduzir seu tamanho, forma e espécie, e tornando-se em nossos dias uma ave de até 800 gramas. Segundo a matéria de FICÇÃO CIENTÍFICA, o indefeso dinossauro se sentia ameaçado por meteoros e outros riscos naturais, e para isso, tornar-se em uma ave indefesa era a melhor saída.
    FONTE:
    http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2014/07/31/dinossauros-diminuiram-de-tamanho-e-evoluiram-para-passaros-revela-estudo.htm

    Mas, a pior de todas essas FICÇÕES CIENTÍFICAS, que eles alegam ser Ciência, é uma publicada em 2013, que diz que, o cruzamento entre PORCO e CHIMPANZÉ gerou seres humanos.
    FONTES:
    http://hypescience.com/hibridizacao-entre-porcos-e-chimpanzes-deu-origem-aos-humanos/

    —–
    http://noticias.terra.com.br/ciencia/humanos-sao-fruto-de-acasalamento-entre-chimpanze-e-porco-diz-geneticista,365545f1dd2b2410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

    Isso tudo aí é o não é mais um roteiro HOLLYWWODIANO a la James Cameron?

    E ESSES SUJEITOS AINDA NOS CHAMAM DE IDIOTAS!?

     
  2. O que podemos dizer acerca destes, “grandes sábios” sabemos que grande parte deles, falam devido á sua desilusão com uma religião; por exemplo: Darwin era filho de religiosos judeus, conhecemos a sua obra – negativa para a sociedade – Friedriche Nietzsche filho de religiosos evangélicos, escreveu a morte de Deus, entre outras – negativa para a sociedade – Bertrand Russell, um quase contemporâneo, criado por família rreligiosa católica, escreveu variadíssimas obras, mas entre elas em 1957 escreveu: porque não sou cristão, onde conta a sua história negativa acerca de Deus. Tal como estes três “grandes”, quantos encontraremos que se declaram ateus, ou que procedem ainda pior que estes – para a convivência do ser humano, em comum – baseando-se em argumentos inúteis acerca do Criador, simplesmente pela sua incapacidade em continuarem a sua pesquisa até esgotarem as suas forças, e … começarem nas inesgotáveis, acerca desse Grande Criador que sempre foi é e continua a ser o Absoluto, que Nietzsche disse não existir. Este grande objectivo não tem sido alcançado devido á descriminação que tem existido sobre a maior obra literária que até hoje veio, em auxilio do se humano. Esta obra literária, composta por cerca de sete dezenas de livros, cerca de 1200 capítulos e mais de 30 mil versículos; geralmente conhecido da civilização ocidental por Bíblia; esta obra literária, que continua a ser actual, apesar de existir á milhares de anos, e ter sido submetida á maior discriminação literária, jamais imaginada pelo ser humano que dela tem tido conhecimento.

     

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